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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O militante n.o 1 no seu labirinto

por josé simões, em 30.07.17

 

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As redes sociais são boas quando usadas pelos avençados do partido do militante n.º 1 para largarem spin, fazerem acções de propaganda e manobras de intoxicação da opinião pública.

As redes sociais são boas para o grupo de comunicação social do militante n.º 1 estar nelas.

As redes sociais são boas para os jornalistas do grupo de comunicação social do militante n.º 1 virem para as redes sociais queixarem-se das redes sociais.

As redes sociais são boas para os órgãos de comunicação social do grupo de comunicação social do militante n.º 1 lucrarem milhões com o clickbait.

As redes sociais são boas para a televisão do militante n.º 1 fazer RT e linkar, de sábado a segunda, notícias saídas no jornal do militante n.º 1.

As redes sociais são boas para o pivô do telejornal noticiar "o movimento nascido nas redes sociais" e o que "o político tal disse nas redes sociais".

As redes sociais são boas, a começar pela "alvorada" dos blogues, porque democratizaram a opinião e, como consequência, a opinião pública deixou de só opinar o que interessava à opinião privada, patrocinadora de fazedores de opinião pagos pelo grupo de comunicação social do militante n.º 1.

 

Redes sociais são usadas para difundir "mentiras e meias verdades"

 

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Jornalismo rasca

por josé simões, em 25.07.17

 

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[Clicar na imagem].

Sábado o dia todo, domingo o dia todo, segunda-feira o dia todo, todo o santo dia à roda de uma suposta notícia na primeira página do Expresso de sexta-feira à meia-noite. A todas as horas certas em todos os telejornais "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "as listas que circulam nas redes sociais", "uma empresária que fez uma investigação". O verdadeiro jornalismo rasca neste momento tem casa no Expresso e na SIC e SIC Notícias, já que o Correio da Manha não tem pretensões a "jornalismo de referência".

 

[Gravação]

 

 

 

 

 

Uma puta de gema

por josé simões, em 21.07.17

 

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"Outros feirantes, portugueses de gema". Separava assim, na Quadratura do Círculo na SIC Notícias, o Conselheiro de Estado António Lobo Xavier os ciganos feirantes dos outros feirantes, mais claros e que não cheiram a fumo, deduz-se. 500 anos de gerações nascidas em território nacional sem direito a nacionalidade. Nem portugueses de clara nem portugueses de gema. De gema, como o Conselheiro António Lobo Xavier, daquela categoria que nos 80s se ria muito com a anedota da mulher do Samora Machel apresentada ao Presidente português em visita de Estado.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Lavagem cerebral

por josé simões, em 15.07.17

 

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As televisões do militante n.º 1, SIC generalista e SIC Notícias, que dão mais tempo de antena a Pedro Passos Coelho que a António Costa e aos ministros e secretários de Estado do Governo da 'Geringonça' todos juntos, para se justificar começa sempre os telejornais com a "notícia" "ouviram-se críticas de Passos Coelho", seguido da imagem da alma penada, de pin na lapela, a desfilar um chorrilho de invenções de ocasião enquadradas nalgum quadro real, geralmente de desgraça e infelicidade alheia, da qual retira um perverso prazer em surfar e capitalizar politicamente, sem que oiça o desmentido ou o respectivo contraditório. E vai ser assim até ao dia das eleições autárquicas, pelo menos.

 

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O triunfo da imbecilidade na SIC Notícias

por josé simões, em 22.06.17

 

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Imaginemos um político qualquer que chega ao estúdio de televisão para a avença paineleira-comentadeira e, antes de começar a debitar spin, dizia "antes de começar a falar de política queria deixar uma palavra solidária para com os familiares e as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande por ser uma zona de grande implantação do meu partido". Imaginemos.

 

Textualmente, "antes de começar a falar de futebol queria uma palavra solidária com as vítimas do incêndio, é uma zona onde prevalece muito sportinguista", Manuel Fernandes na SIC Notícias no programa extra do pontapé-na-bola a propósito do Rússia - Portugal para a Taça das Confederações.

 

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O triunfo da imbecilidade na SIC Notícias

por josé simões, em 04.06.17

 

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À parte os contactos que só ele tem para lhe passarem informação que só ele sabe sobre coisas que só existem a partir do momento em que saem da sua boca para fora para grande espanto do mundo civilizado e que deve ser a explicação plausível para ter lugar cativo na televisão do militante n.º 1 ou noutra qualquer, Nuno Rogeiro começa por informar o tele-espectador de que Borough Market é ao pé da "casa dos horrores" de Londres, está feito o enquadramento, e que é um mercado "subterrâneo", não é bem subterrâneo, é por "baixo da ponte", tivesse antes de ir para estúdio colocado o cursor noutra direcção no street view e Borough Market era um edifício cheio de luz e debaixo do sol [nas imagens].

 

A seguir a menina entra em directo por telefone com uma portuguesa em Clapham para elucidar os portugueses sobre o ataque terrorista em Borough Market. Tudo bem não fora Clapham ficar a 9 ou 10 km de distância do "mercado subterrâneo". Desde já me disponibilizo para dar à SIC Notícias os contactos de amigos que tenho em Edgware para eventuais ocorrências em Victoria Station.

 

Entra em directo a partir do estúdio um rapazito com sotaque brasileiro que explica às pessoas em casa como é a tal da London Bridge com imagens da Tower Bridge enquanto traduz um comunicado da Metropolitan Police com rã para Run e Heidi para Hide e mais não ouvi que rebentou tudo a gargalhar à minha volta.

 

A noite segue a bom ritmo com Nuno Rogeiro a defender que cada cidadão deve utilizar o seu telemóvel como arma no combate ao terrorismo, informando a polícia das movimentações dos jihadis, tipo foram por ali, um cidadão, e outro cidadão foram por acolá, e ainda mais outro que aponta outra direcção, a polícia à nora, um polícia para cada dedo apontado e uma alínea, a) excepto os terroristas, esses não podem usar o seu telemóvel de cidadão para desinformar a polícia.

 

Estávamos nisto quando chega uma nota da Metropolitan Police a apelar aos cidadãos para não usarem os telemóveis na zona dos ataques e o Rogeiro que sim senhor, muito bem, a polícia precisa de triangular chamadas para localizar as posições e as tocas dos terroristas, é uma técnica não muito conhecida do pagode, e lá foi a teoria do telemóvel cidadão por água abaixo em questão de minutos e sem pestanejar.

 

Chegado aqui não aguentei mais tamanha carrada de imbecilidades e fui-me deitar.

 

Fechem os estúdios e deitem a chave ao rio.

 

 

 

 

"Não há problema nenhum"

por josé simões, em 03.03.17

 

 

 

E depois disto o senhor continua como director-adjunto, com programa semanal de autor e a dar a sua douta opinião, todos os dias e a todas as horas, sobre tudo o que mexe à face do planeta. Já lá vão quase 3 anos.

 

[Via]

 

 

 

 

 

Carta aberta ao Diretor de Informação da SIC Notícias

por josé simões, em 02.03.17

 

Meu caro Ricardo,

 

No programa “Negócios da Semana” de ontem, 1 de Março de 2017, o jornalista José Gomes Ferreira, que é teu Diretor Adjunto, teve como convidados, entre outros, os ilustres Professor João Duque, académico, e Dr. Tiago Caiado Guerreiro, advogado fiscalista.
As grandes notícias do dia foram:
- A audição na AR dos secretários de estado, atual e antecessor, sobre uma colossal fuga de capitais do País, ao longo de anos, que não foi escrutinada pelas finanças;
- A emissão, pela SIC, canal do mesmo grupo, da primeira parte de um programa sobre o Banco de Portugal e a sua imensa responsabilidade em tudo o que a economia portuguesa e os portugueses, em geral, sofrem, têm sofrido e irão continuar a sofrer por muitos anos.
Apesar da relevância de qualquer destes temas, e até da sua potencial inter-relação, o programa “Negócios da Semana” escolheu como seu tema do dia a Caixa Geral de Depósitos, os SMS’s do Ministro das finanças, as opções (que são só do conhecimento de José Gomes Ferreira) da Administração Domingues que, de facto, praticamente nem esteve em funções e, prato forte, o programa de recapitalização da CGD.
Não há aqui nenhum problema deontológico. O canal SIC-Notícias, e o seu Diretor Adjunto José Gomes Ferreira, tem o direito de fazer as suas escolhas editoriais.
Seguramente que esta opção sistemática por fugir aos temas mais relevantes quando eles vão contra a orientação ideológica dos responsáveis nada tem a ver com a destruição do património de imagem que o canal tem vindo a sofrer, perdendo para a CMTV o lugar de canal informativo de referência no “cabo” em Portugal.
Mas, se as opções ideológicas na escolha dos temas é algo que só a vocês, internamente, diz respeito, o mesmo não se passa com o conteúdo dos programas em si.
E, neste caso, o programa de ontem constituiu um dos mais graves ataques que alguma vez foi feito em televisão em Portugal, ao regime democrático, à estabilidade do sector financeiro e à sustentabilidade da economia portuguesa.
Poderás, Ricardo, argumentar que as opiniões do João ou do Tiago são isso mesmo: opiniões. Que têm o valor que lhe quiser dar quem os estiver a ouvir. É verdade!
Mais, Ricardo, podes argumentar que o canal não é responsável, nem deve interferir, nas opiniões dos seus convidados. É verdade! Eu próprio já fui, mais que uma vez, convidado como comentador no teu canal e NUNCA fui condicionado nas minhas opiniões. E isso está correto.
Mas, se isto é verdade Ricardo, o mesmo já não se aplica a José Gomes Ferreira. Ele, além de responsável e pivot do programa em questão, é TAMBÉM, e acima de tudo, teu Diretor Adjunto.
Ao contrário do que acontece com a opinião dos convidados, João Duque e Tiago Caiado Guerreiro, a opinião de José Gomes Ferreira, quando veiculada pelos meios da SIC-Notícias, amarra e responsabiliza o canal (SIC-Notícias), a marca (SIC) e a empresa (IMPRESA).
O argumento de que José Gomes Ferreira atua, nestes casos, como Jornalista e não como teu Diretor Adjunto não pode ser usado à exaustão. Até porque, para quem está a ver e ouvir não é possível fazer a distinção, porque o próprio também não a faz.
Assim, o ataque cerrado que foi ontem feito à CGD e ao seu processo de capitalização, é uma opção editorial do canal de que és Diretor e, como tal, responsabiliza-te também a ti. Aliás o teu passado profissional e a forma exemplar como desempenhaste as tuas funções, até à atual, não permite, a ninguém, pensar o contrário: vais, também neste caso, assumir as tuas responsabilidades.
A Caixa Geral de Depósitos não é um nome (CGD) ou um Banco do Regime (seja qual for o regime vigente). A CGD é o Banco de confiança de uma miríade de Portugueses, de reformados, de funcionários públicos, de emigrantes, de pequenos empresários e empresas.
A CGD é o posto de trabalho de vários milhares de trabalhadores. Vários milhares de famílias, de progenitores a cargo, de crianças, dependem, direta e indiretamente, da CGD para a sua sobrevivência, para a sua dignidade enquanto seres Humanos.
Mais do que tudo isso a CGD é a instituição para a qual TODOS nós Portugueses vamos ter de contribuir com os nossos impostos e os nossos esforços e sacrifícios de vida para a salvar da terrível situação financeira em que foi deixada pela soberba de gestores, pela indecência de políticos e pela incompetência do Banco de Portugal.
Assim sendo, Ricardo, são do Canal as expressões ontem utilizadas pelo teu Diretor Adjunto José Gomes Ferreira, como por exemplo: “Vão roubar aos pobres”; ou “Vão enganar velhinhas”, relativamente ao processo de emissão de dívida da CGD.
Mas, principalmente, é TAMBÉM do Canal SIC-Notícias a posição oficial (e definitiva, de acordo com o programa de ontem) de que a CGD não vai sobreviver e todo o capital vai ser perdido (como aconteceu no BES).
Eu sei, Ricardo, que isso é o melhor que poderia acontecer a todos os que têm dívidas colossais para com a CGD e, principalmente, a todos os que defendem a sua privatização. Mas se é essa a posição oficial da SIC-Notícias então que o digam sem fingimentos.
Até lá, travestir de jornalismo as opiniões veiculadas (e com a terminologia com que o foram) tem como única consequência o enfraquecimento da democracia, da sociedade livre, da solidariedade e, principalmente, da dignidade de um povo em geral (e dos trabalhadores da CGD em particular).
Fiquei muito triste Ricardo. Vindo do José Gomes Ferreira, tudo bem. Tendo a tua cobertura, magoa qualquer cidadão de bem.


Um abraço,


Carlos Paz


Nota: esta carta será enviada como anexo a um conjunto de exposições sobre o tema à ERC (Comunicação Social), à CMVM (Mercados), ao BdP (Banca) e à Provedoria de Justiça.

 

 

Carlos Paz

 

 

 

 

 

Os truques

por josé simões, em 01.03.17

 

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Decorria no Parlamento a audição a Paulo Núncio quando, depois de Eurico Brilhante Dias, deputado do PS, "levar várias vezes ao tapete" o ex-secretário de Estado, entra em cena Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, para os mais distraídos o 3.º partido mais votado nas últimas legislativas, e, com meia dúzia de perguntas simples e sem levantar a voz, apanha Paulo Núncio em sucessivas contradições e obtendo o silêncio como resposta a algumas questões colocadas. Penoso de se ver, vergonha alheia e a televisão do militante n.º 1 a SIC Notícias não está com meias medidas, vai para estúdio para ouvir David Dinis, director do jornal Público. Do estúdio de onde só havia de sair para regressar à Assembleia da República mesmo a tempo de ouvir o ensaio de bajulação e puxada de lustro ao seu camarada de partido pela deputada do CDS Cecília Meireles. É que dois KO's seguidos era demais para tão nobre audiência.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Estas coisas acontecem

por josé simões, em 22.02.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

Um vintém é um vintém, um cretino é um cretino

por josé simões, em 26.12.16

 

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Associar a precariedade à pobreza é uma posição ideológica. José Gomes Ferreira comenta a comunicação de Natal de António Costa, primeiro-ministro, na televisão do militante nº1 – SIC Notícias.


[Imagem]


Para mim na vida [...]

 

 

 

 

"A marcar a actualidade"

por josé simões, em 15.11.16

 

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Economia surpreende e acelera para melhor resultado dos últimos três anos


Portugal regista maior crescimento trimestral da zona euro


"A marcar a actualidade as imagens das agressões no túnel de Alvalade", proclamou um senhor na televisão do militante n.º 1 e passou o tema para o Opinião Pública, subordinado ao tema "Polémica Incidentes No Sporting", pode telefonar para o 21 416 11 47 ou para o 21 416 11 48, com o Ribeiro Cristóvão como comentador convidado no lugar de José Gomes Ferreira e "O Fracasso Do Governo Da Geringonça", caso os dados económicos conhecidos tivessem sido outros.


[Um escarrador na imagem]

 

 

 

 

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Alto e pára o baile!

por josé simões, em 31.10.16

 

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A televisão do militante n.º 1 convidou, à tardinha, João Duque, o Cantiga Esteves e o Tiago Caiado Guerreiro deviam estar indisponíveis, para analisar o estudo e nos dizer que uma das causas para a fraca poupança das famílias é que depois de 4 anos de aperto austeritário as pessoas terem agora mais dinheiro na carteira para gastar e que por isso não poupam, nem estão para aí viradas. Depois a televisão do militante n.º 1 foi ouvir o Abominável César das Neves sobre o estudo, para à noitinha nos dizer que uma das causas para a fraca poupança das famílias é que depois de 4 anos de aperto austeritário as pessoas terem agora mais dinheiro na carteira para gastar e que por isso não poupam, nem estão para aí viradas.


Alto e pára o baile! Então a direita toda e o João Duque e o Abominável César das Neves andaram a dizer que a Geringonça não devolveu dinheiro nenhum às pessoas, antes pelo contrário, que tudo não passava dum truque de ilusionismo para esconder o estratosférico aumento de impostos e a retirada de poder de compra, às pessoas no geral e  classe média em particular, que a Coca-Cola ia desaparecer da mesa das refeições, que o vinho vai ser substituído pela água, que um pai de família já nem nos tempos livres pode ir à caça por causa do aumento do preço do chumbo dos cartuchos, que as quintas no Alentejo para as férias das famílias iam ser impostadas pela Mortágua do Bloco, para já não falar nos cigarros, de enrolar e já enrolados, charutos e cigarrilhas, e afinal as pessoas não poupam porque têm mais dinheiro disponível para gastar?! Afinal no que é que ficamos?


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

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A filha da putice em directo e em horário nobre

por josé simões, em 25.10.16

 

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O telejornal do Mário Crespo na televisão do militante n.º 1 convida a jornalista Maria João Gago do Jornal de Negócios "para nos ajudar a perceber" os contornos da contratação de Mário Domingues para a Caixa Geral de Depósitos e para nos avisar que "os banqueiros privados são o alvo principal do PCP e do Bloco de Esquerda". No país de João Rendeiro, Oliveira e Costa, Jardim Gonçalves e Ricardo Salgado, assim só os mais sonantes, banqueiros com os portugueses como alvo principal. "Obrigado pela tua análise", rematou a menina que ficou no lugar da Ana Lourenço.


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A filha da putice em directo e em horário nobre

por josé simões, em 21.10.16

 

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A DBRS não baixou o rating do país e isso “são boas notícias para o Governo”, a menina do telejornal do Mário Crespo na televisão do militante n.º 1 – SIC Notícias, porque se isto tudo der para o torto quem arca com as culpas e as consequências é o Governo, coisa que nos idos do Governo da direita radical eram “boas notícias para o país” e, com um bocado de jeito, para toda a zona Euro.


A menina do telejornal do Mário Crespo na televisão do militante n.º 1 – SIC Notícias antes de introduzir a "análise" do Zé Programa de Governo. Que isto da DBRS não baixar o rating do Governo da Geringonça, quando antes podia baixar o rating de Portugal, é tudo concertado com os mercados, porque os os investidores precisam de dívida pública rentável, já que a alemã dá juro negativo, e porque há buéeeee fundos de pensões espalhados por esse mundo fora que vivem dos juros de países lorpas como Portugal.


Se isto não é a filha da putice em directo e em horário nobre...


[Imagem de David Lyle]

 

 

 

 

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