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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O militante n.o 1 no seu labirinto

por josé simões, em 30.07.17

 

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As redes sociais são boas quando usadas pelos avençados do partido do militante n.º 1 para largarem spin, fazerem acções de propaganda e manobras de intoxicação da opinião pública.

As redes sociais são boas para o grupo de comunicação social do militante n.º 1 estar nelas.

As redes sociais são boas para os jornalistas do grupo de comunicação social do militante n.º 1 virem para as redes sociais queixarem-se das redes sociais.

As redes sociais são boas para os órgãos de comunicação social do grupo de comunicação social do militante n.º 1 lucrarem milhões com o clickbait.

As redes sociais são boas para a televisão do militante n.º 1 fazer RT e linkar, de sábado a segunda, notícias saídas no jornal do militante n.º 1.

As redes sociais são boas para o pivô do telejornal noticiar "o movimento nascido nas redes sociais" e o que "o político tal disse nas redes sociais".

As redes sociais são boas, a começar pela "alvorada" dos blogues, porque democratizaram a opinião e, como consequência, a opinião pública deixou de só opinar o que interessava à opinião privada, patrocinadora de fazedores de opinião pagos pelo grupo de comunicação social do militante n.º 1.

 

Redes sociais são usadas para difundir "mentiras e meias verdades"

 

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||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 05.09.15

 

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[Daqui]

 

 

 

 

||| Viral é a tua tia, pá!

por josé simões, em 16.04.15

 

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Temos una doutora, presidente da Assembleia da República, que diz "inconseguimento"; temos um doutor, primeiro-ministro, que diz "malabarice" enquanto sacode a água "do pacote"; temos um doutor, ministro da Educação, que diz "interviu", curiosamente, e só curiosamente, os três do partido que mais desinvestiu na escola pública, na educação e na educação de adultos, nestes 40 anos de democracia, mas o viral nas redes sociais, o que quer que essa merda signifique, é um desgraçado "analfabeto" [entre aspas, sublinho] que teve de sair da escola antes do tempo para fazer pela vida e, quiça, pela vida da sua família, em protesto por um aumento salarial que não vem, um "inconseguimento" de quem já tem idade para estar reformado pelos padrões da senhora que é doutora e segunda figura do Estado, e que pensa que vergonha é um verbo.


Viral é a tua tia, pá!

 

 

 

 

||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 24.01.15

 

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[Daqui]

 

 

 

 

||| 15 seconds of fame

por josé simões, em 19.12.14

 

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"In the future, everyone will be world-famous for 15 seconds"


O século XXI todo ele concentrado nesta foto de Baz Ratner para a Reuters.

 

 

 

 

25 de Abril sempre, Facebook nunca mais

por josé simões, em 06.10.14

 

 

 

«Facebook has become a dream space of judgment—a place where people you may know only in the most casual way suddenly reveal themselves to be players in a pervasive system of discipline.»


Social Reich

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 02.04.14

 

 

 

Pleno emprego alcançado através da erradicação, ou censura, das "redes sociais", estão explicados os dígitos de crescimento económico da Turquia, China, Arábia Saudita e et cætera.

 

Desempregados a quem já não sobra dinheiro para a prestação da casa, mais água e luz, mas que ainda vão aguentando a dose diária de feice coise e tuita para a veia, os manhosos.

 

Desempregados recentes na bloga e no feice coise e no tuita, os calaceiros, à procura de informação e opinião isenta, fora do circuito da comunicação social câmara de eco e capturada pela agenda ideológica que caiu sobre a Europa.

 

"o pior inimigo dos desempregados são as redes sociais. Muitas vezes as pessoas ficam desempregadas e ficam dias e dias inteiros agarradas ao Facebook, ou agarradas a jogos, agarradas a amigos que não existem e vivem uma vida que é uma total ilusão"

 

A dona Isabel calada é uma poetisa.

 

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||| Protestos, século XXI

por josé simões, em 16.01.14

 

 

 

O "rolezinho", ou lá o que é, é o que menos importa. O curioso, ou nem por isso, sinais dos tempos, dos tempos não exclusivos brasileiros, é o protesto, sim, porque é de um protesto que se trata, ser marcado para um lugar público, de administração privada, com direito de admissão, e não para um lugar público de administração pública, uma praça, uma rua, uma avenida. Podíamos ir pelas novas centralidades e pela reconfiguração urbana, e vamos por aí, mas até por aí a agenda neo-liberal conseguiu impor as regras e marcar a agenda. Encerra-se o centro e mata-se o protesto. Fica muito bonito nas televisões e nas fotos do blog da The Atlantic, os 15 minutos wharolianos, inócuos e inconsequentes, talvez até contraproducentes, a moral da lei e da ordem espicaçada na opinião pública, "os bandalhos anarquistas e desrespeitadores" do direito dos outros à liberdade que vão para ali, para o shopping, estragar o direito ao negócio e o direito a gastar, e a passear, e a passear em família [muto importante!]. E prontes, a válvula de escape funcionou, coitus interruptus para os manifestantes, oportunidade para expor o "sentido de Estado" para a Lei e para a Ordem, e para o opinião privada escudada na opinião pública. A Naomi Klein "adivinhou" isto em No Logo.

 

Enquanto continuarmos todos a jogar o jogo segundo, e seguindo, as regras de quem criou o jogo…

 

«A nova palavra de protesto no Brasil chama-se "rolezinho"

 

Encontros de jovens da periferia em centros comerciais de São Paulo, marcados pelas redes sociais, lançam de novo a discussão no Brasil sobre discriminação. O fenómeno está a alastrar.»

 

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|| Liking Isn’t Helping

por josé simões, em 23.06.13

 

 

 

 

 

 

 

Leão de Ouro no Festival de Cannes [Via]

 

 

 

 

 

 

|| Um telemóvel e ligação à rede, é o que basta

por josé simões, em 21.06.13

 

Por estes dias o Twitter tem sido uma autêntica mina de anónimos cidadãos fotojornalistas.

 

 

 

 

Em Gôiania ontem, os polícias juntam-se à manif e distribuem flores, via RevolucioMari.


 

 

Início da manif, ontem no Rio de Janeiro, via Bráulio Silveira.

 

 

 

 

 

 

|| Change

por josé simões, em 07.06.13

 

 

|| New lyrics for old songs

por josé simões, em 03.06.13

 

 

|| A estupidez humana não tem limites

por josé simões, em 13.12.12

 

 

 

Já nem indo pela estupidez e pelo desperdício que é monotorizar a rede, e as redes sociais, para perseguir e punir os cidadãos, no geral, e os próprios funcionários, no particular, ao invés da atitude inteligente que seria usar a monotorização da[s] rede[s] para, primeiro, corrigir erros e deficiências dos serviços e ir de encontro aos anseios e necessidades das populações com vista à prestação de um melhor serviço, e para, segundo, usar a rede como ferramenta de trabalho para melhor perceber a relação empregador-empregado e melhor proceder à optimização de desempenhos, com reflexos imediatos nos índices de produtividade, é a estupidez de não se aprender nada com o que a história nos conta e nos ensina, e não compreender que nunca em tempo algum, algum governo ou regime conseguiu suprimir a opinião crítica, e que, mais tarde ou mais cedo, o dique rebenta e a enxurrada que se lhe segue tem efeitos devastadores, como o demonstrou, por exemplo, o caudal de excessos nos dois anos seguintes à revolução de 25 de Abril de 1974 após 48 anos de ditadura.

 

Bem podem questionar o ministro da tutela, este ou outro qualquer, com outra qualquer tutela, que a resposta vai ser sempre a mesma, no mesmo jo go do empurra. O Governo das empresas e das marcas defende as empresas e as marcas contra os perigosos e subversivos cidadãos que o elegeram. E o exemplo parte do próprio Governo. A Direita no poder.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Os PIDES da Blogosfera

por josé simões, em 11.12.12

 

 

|| O Feiçe Buque, o habitat natural da classe política

por josé simões, em 05.11.12

 

 

 

Disseram-lhe, uns que ouviram dizer e são pagos para isso, para ouvir dizer e dizer coisas a quem lhes paga, que há que estar atento às redes sociais e saber usar as redes sociais porque toda a gente que existe está nas redes sociais e as pessoas vivem e comem e dormem nas redes sociais e é muito in e muito moderno estar nas redes sociais e o Barack Obama até ganhou a Casa Branca porque soube ver o furo das redes sociais e soube usar as redes sociais melhor que os adversários.

 

E porque não é ele quem usa as redes sociais, nem tampouco é ele quem actualiza e faz a manutenção das suas contas nas redes sociais, mas sim os que são pagos para lhe dizer que deve usar as redes sociais, o que António José Seguro não sabe e devia saber e parar para pensar depois de saber, é porque é que o líder do maior partido da oposição, o líder do partido Socialista, um candidato natural ao cargo de primeiro-ministro, tem menos followers no Twitter do que, por exemplo eu, cidadão anónimo e candidato a coisa nenhuma.

 

[Imagem]