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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| República Popular da Madeira

por josé simões, em 22.03.14

 

 

||| Rigor nas contas e transparência na administração, aos sábados, numa televisão em canal aberto

por josé simões, em 13.03.14

 

|| O cão de Pavlov

por josé simões, em 07.11.13

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 18.08.13

 

 

 

Há 35 anos consecutivos no poder, sem cuidar do ordenamento do território e da prevenção, culpa o governo central por não haver "pena de morte" ou "prisão perpétua" nas Ilhas Adjacentes.

 

Só já falta dizer que os bandidos e criminosos vieram do cont’ nente, o que até seria uma narrativa credível, mais, muito mais credível, e que não pode/ pôde ser usada nas cheias de 2010 e nas suas dezenas de mortes, vítimas de mesmo desordenamento do território e da mesma política de desenvolvimento, não sustentável e inimiga do ambiente.

 

[Imagem "Scary Clowns Halloween Parade in New York City", Gonzales Photo]

 

 

 

 

 

 

|| As férias do senhor Silva

por josé simões, em 28.06.13

 

 

 

Motivo para o senhor Silva interromper as férias [e ainda nem sequer estamos em Julho/ Agosto] e convocar o país para uma comunicação de urgência à hora dos telejornais?

 

Resolução da Assembleia Legislativa da Região

Autónoma da Madeira n.º 15/2013/M

 

PROJETO DE REVISÃO CONSTITUCIONAL DA INICIATIVA

DO PSD — APROVADO COM OS VOTOS

A FAVOR DO PSD E A ABSTENÇÃO DO CDS/PP E PS

[O sublinhado é meu]

 

[Via e imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Um fascista velho. Um velho fascista

por josé simões, em 20.06.13

 

 

 

O sobrinho e afilhado do representante da Acção Nacional Popular na ilha adjacente da Madeira e director do jornal Voz da Madeira, onde se arranjou um lugarzinho para o jovem escrevinhar umas crónicas a enaltecer o fascismo, depois de concluído o curso, à rasquinha e depois de muito tempo, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, confortavelmente hospedado numa casa da Mocidade Portuguesa, dispensado que foi de combater na Guerra Colonial e colocado num quartel da ilha adjacente da Madeira, departamento Acção Psicológica Militar, graças a uma vaga caída do céu e que lhe permitia dar aulas no liceu [há gente com muita sorte na vida], como ia a dizer, o sobrinho-afilhado quer fazer com as greves o que se deixou de fazer com as greves logo a seguir ao dia 25 de Abril de 1974, quando os sobrinhos-afilhados e os seus tios e pais e mães foram metidos no devido lugar.

 

[Na imagem Alberto João Jardim com a t-shirt da organização terrorista FLAMA]

 

 

 

 

 

 

 

|| "Não podemos permitir que uma região como a Madeira fique sem 75% do financiamento" [*]

por josé simões, em 28.11.12

 

 

 

«Uma portaria conjunta das secretarias do Turismo e das Finanças, publicada no Jornal Oficial de 19 de Novembro, reparte os encargos com o fogo pelos orçamentos de 2012 e 2013, remetendo para o do próximo ano a quase totalidade (739 mil) desta despesa.»

 

[*]

 

[Imagem de Marcia Resnick via Copenhagen Photo Festival]

 

 

 

 

 

 

|| Insultar a inteligência dos portugueses

por josé simões, em 25.11.12

 

 

|| Tecnoforma reloaded

por josé simões, em 25.11.12

 

 

 

«apontou os problemas do mau aproveitamento dos fundos comunitários, considerando que "muita gente supôs que se podia viver de forma contínua acima das suas possibilidades e construíram-se muitas infraestruturas que se calhar não eram muito necessárias

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O pote das ilhas adjacentes

por josé simões, em 04.11.12

 

 

 

Passou despercebida na generalidade da comunicação social, e na blogocoisa, a declaração de derrota de Alberto João Jardim, desvalorizando e atribuindo a expressiva votação em Miguel Albuquerque, nas directas para o PSD-Madeira, a um hipotético descontentamento devido aos acessos ao porte se encontrarem vedados a quem nunca deu o corpo ao manifesto pelo partido nas ilhas:

 

«houve aqui uma divisão entre o PSD militante, que esteve em todas as acções desde o início da sua fundação, e um PSD que talvez, que estava inscrito, que nunca se viu chamado para atribuição de algumas funções e que portanto estava descontente com a condição política»

 

Pode ser que sim pode ser que não, certo é que tudo isto acontece num altura de crise, recessão, depressão e austeridade, com o país e a Região Autónoma sobre resgate financeiro, e que estamos a falar de um universo de 3859 militantes do partido, 1644 deles, a fazer fé nas declarações de Jardim, homeless partidários, excluídos do pote da promiscuidade entre Governo regional e empresas propriedade, ou com ligações a membros do Governo e à elite dirigente do PSD-Madeira, para uma população total de 267.785 de habitantes. Cada um que tire as suas conclusões sobre a autonomia regional desde 17 de Março de 1978.

 

[A imagem é de uma instalação de Ron Terada e um conselho aos hipotéticos 1644 homeless partidários, partidários de Miguel Albuquerque]

 

 

 

 

 

 

|| "Covardia" política e Presidente de uns quantos portugueses

por josé simões, em 29.05.12

 

 

 

A resposta à pergunta está em todos os anos que o excelentíssimo senhor Aníbal leva, primeiro como primeiro-ministro depois como Presidente, e na relação, por vezes encenada para o conflituoso e para indígena ver, com o camarada de partido e bwana do reino da Madeira, e também na relação com os amigos-camaradas de partido que sempre gravitaram à sua volta – cavaquistas, vox populi, e em todos os affairs, mais ou menos dúbios mais ou menos descarados mais ou menos nebulosos, que envolvem a sua pessoa e a pessoa dos seus amigos, cada uma por si ou as duas em conjunto. Mais depressa o Pai Natal desce pela chaminé na noite de Natal.

 

"O que faria o senhor Presidente da República se o primeiro-ministro de Portugal não comparecesse na Assembleia da República aquando da discussão de uma moção de censura ao seu governo?"

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Um dia na vida de André Rodrigo de Freitas, secretário pessoal do Presidente do Governo Regional da Madeira [*]

por josé simões, em 28.03.12

 

 

 

Twitter

 

[*]

 

 

 

 

 

 

 

|| Isto devagar vai lá

por josé simões, em 08.02.12

 

Frau Merkel, que se devia ter abstido de contar contas que não são do seu rosário, acaba por não dizer nada de nada, porque só lhe mostraram o final do desfile de um samba de enredo, cujo refrão é a promiscuidade partido-governo regional-empresas, cantado e dançado por meia dúzia de famílias que se deram bastante bem com os fundos estruturais e com a ausência de incompatibilidades no Governo e no Parlamento regional.

 

E depois há o atraso e o subdesenvolvimento e a ausência de infra-estruturas, tudo recuperado nestes 30 e tal anos. Está bem, nós vamos fazer de conta que não conhecíamos Portugal continental nestes também 30 e tal anos, e fazer de conta que não sabemos quais foram as prioridades por detrás do milagre jardinista da "recuperação". Basta recordar aliás quando, há coisa de um mês se acabou o dinheiro, a quem Alberto João Jardim pagou – às empresas municipais e aos empreiteiros das obras do regime, e quem é que deixou para segundo plano – a comparticipação dos medicamentos à população. Prioridades.

 

Delicioso é ver Alberto João Jardim perguntar por que cargas de água a senhora lá no fim do mundo foi puxar como exemplo uma ilha perdida nos cus de Judas, como se não soubesse, como se não soubéssemos todos, e como se todos não soubéssemos que ele sabe quem foi a mosca que zumbiu um segredo na orelha da senhora uber alles.

 

O destino está[va] traçado nas estrelas, e os cavaquistas já só são anónimos. Isto devagar vai lá.

 

 

 

 

 

 

|| Agarrem-me senão eu bato-lhe!

por josé simões, em 13.01.12

 

 

|| Erro de palmatória

por josé simões, em 04.01.12

 

 

 

O Goebbels ou, vá lá o António Ferro, nesta não caía.

 

[Imagem]