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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Conteúdo Patrocinado

por josé simões, em 17.01.18

 

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"Criar anúncios no Instagram traz visibilidade, atração e reconhecimento da marca para sua empresa. Os vídeos curtos, as fotos e as imagens em carrossel são ótimos para ajudar na educação de uso de produtos e serviços."

 

 

 

 

A transumância

por josé simões, em 14.01.18

 

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No partido onde nada é feito e decidido sem segundas intenções e onde as segundas intenções são sempre as primeiras intenções - tratar da vidinha, ganhar currículo, na política e no Estado, que permita o acesso à porta giratória Estado-privado-Estado, depois da derrota de Santana Lopes vamos agora começar a assistir à transumância dos apóstolos, aios e escudeiros de Passos Coelho  para para o círculo próximo a Rui Rio. Antes que o galo cante 3 vezes vão negar um e outro, e o outro, que não vai andar por aí mas que vai "continuar a lutar politicamente" que é a mesma coisa mas dito com o peso da idade, pode, daqui por uns anos, voltar [que não sabe fazer mais nada] e construir a narrativa de que se os liberais de pacotilha não se lhe tivessem colado à candidatura ter sido o primeiro-ministro que Jorge Sampaio lhe negou ser.

 

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Next level

por josé simões, em 10.01.18

 

 

 

Passada, por não ter pegado, a fase das fake news o the next level é o das insinuações torpes e da difamação, do é tudo uma quadrilha de malfeitores que se governa nas costas dos cidadãos.

 

- O Governador do Banco de Portugal? Há que manter o excelentíssimo no governo do dito porque teve um papel determinante na estabilização do sistema financeiro e isto com os socialistas foi um fartar vilanagem para os bolsos dos contribuintes .

 

- A Procuradora Geral da República? Há que manter a excelentíssima à frente da dita porque teve um mandato autónomo, independente e imparcial, atacou os poderosos e os interesses instalados que isto com os socialistas foi um fartar vilanagem para o estado de direito e para o bolso dos contribuintes.

 

E vai continuar, a merda a rodos para cima dos outros, há medida que forem terminando os mandatos dos mandados pelo Governo da direita radical.

 

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Jornalismo de qualidade

por josé simões, em 09.01.18

 

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Jornalismo de qualidade foi ver Clara de Sousa, sem nunca alterar o tom de voz nem desencostar as costas da cadeira, com meia dúzia de perguntas desmontar um saco de vento e anular o seu ponto forte - jogar com as palavras e enrolar conversa, de modo a fazê-lo sentir-se acossado e a reagir irritadíssimo, perder a compostura e andar literalmente à nora atrás do prejuízo.

 

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O emplastro

por josé simões, em 07.01.18

 

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Dois dias depois de no debate com Rui Rio ter apelado aos portugueses para acreditarem na "possibilidade de Portugal chegar ao nível supremo", Santana Lopes, apoiado pelos apóstolos e gurus do "turista finlandês", vem dizer que quer "transformar Portugal na nova Finlândia", nas vésperas de deixar cair que, no nirvana atingido na Escandinávia do sul sob a sua liderança, o Estado social não é bem a ideia que toda a gente tem do Estado social, no nível supremo do norte da Europa... ou do sul da Europa, que não pode continuar a viver acima das suas possibilidades, que o dinheiro do contribuinte não chega para tudo e há que pagar ao 3.º sector, que tem um papel importantíssimo e que cria emprego [e era melhor que não criasse com o dinheiro dom contribuinte] e o coise. No fundo um português turista finlandês.

 

 

 

 

O pavor da direita radical à iniciativa privada

por josé simões, em 05.01.18

 

EL MARTILLO Y LA HOZ. Campesino extremeño en el verano de 1936. MARTÍN SANTOS YUBERO.bmp

 

 

"A habitual aversão da esquerda à iniciativa privada" ouviu-se hoje no Parlamento pela boca da deputada do PSD, Berta Cabral, a propósito do debate sobre o Alojamento Local. Quer-se maior fé na iniciativa privada do que colocar nas mãos de cada proprietário, em interacção com os outros proprietários, o destino e o rumo a traçar em relação aquilo que é seu e que lhes diz directamente respeito? A menos que cada assembleia de condomínio seja uma espécie de kolkhoz da propriedade horizontal o que fica manifesto com este tipo de afirmações é o pavor da direita radical à iniciativa privada desde que haja a mínima possibilidade de ir contra a ideia de iniciativa do vale tudo e da lei da selva que a ditreita radical tem da iniciativa privada.

 

[Na imagem "El Martillo y la Hoz. Campesino extremeño en el verano de 1936", Martín Santos Yubero]

 

 

 

 

Para quem se governa

por josé simões, em 28.12.17

 

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Bastou meia legislatura, 2 - dois - 2 anos, com a economia e o emprego a crescerem, as exportações no sentido ascendente, todas as metas a serem cumpridas e o país a sair do lixo das agências de notação financeira, tudo acompanhado pelo aumento tímido do salário mínimo nacional e de uma tímida reposição de direitos, abaixo dos níveis pré-troika, nada comparável ao que existia em 2011, já de si muito minguado por sucessivas revisões do Código do Trabalho, sempre em beneficio da rigidez patronal e que, ainda assim, permitiu o crescimento e a consolidação de grupos como o Jerónimo Martins, a Sonae, a Corticeira Amorim, a Portugal Telecom, a EDP, por exemplo, para o chefe do sindicato dos patrões desatar a rezar pelo regresso do PSD, do velho novo PSD. E isto, além da medalha que o senhor Saraiva coloca ao peito da esquerda, diz mais sobre os patrões que temos, antes "agrários" e "industriais", consoante a área de actividade, agora "empresários", o termo mais abrangente a toda a classe de trafulhas, do que sobre o invocado e desejado PSD.

 

Entrevista António Saraiva

 

O novo PSD devia libertar o Governo da dependência que tem da esquerda

 

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Da legitimidade democrática do líder do PSD

por josé simões, em 23.12.17

 

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Que autoridade tem o futuro líder do PSD para falar em legitimidade e em verdade e em transparência quando a sua eleição é assente na fraude da máfia dos sindicatos de votos?

 

PSD arrecada quase um milhão em quotas pagas em atraso

 

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E depois do adeus

por josé simões, em 20.12.17

 

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Desde o primeiro ao último dia do mandato à frente do PSD que o estudioso de Salazar passou os tempos de antena a transpor para os outros todos os defeitos e todos os males de que enfermava e a fazer magistralmente uso de princípios definidos pelo "mestre" Goebbels: exagerar na notícia até criar um clima de insegurança no cidadão; bombardear constantemente o cidadão com novas "notícias" sobre o adversário de modo a que não tenha tempo para digerir e pensar; discutir nos media, com vários comentadores e especialistas para criar a ideia de diversidade e pluralismo, toda a informação gerada, tendo em conta o adversário político e de modo a que o cidadão não perceba o que se debate; potenciar um caso ou acontecimento actual por comparação com um acontecimento do passado.

 

Como "há muita fraca memória na política e nos políticos" e como o tempo tudo apaga há-de um dia regressar em ombros para terminar a tarefa.

 

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A captura

por josé simões, em 18.12.17

 

 

 

No país onde um ex-primeiro-ministro antes de o ser foi porteiro ["O Pedro é que abria as portas todas"] e onde a porta giratória privado-público-privado continua bastante oleada, dá muito jeito ao ex-actual-futuro deputado, ministro, secretário de Estado, fazer uma espécie de voluntariado da elite político-partidária que é o de dar o nome para enfeitar os órgão sociais de clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS, ser visto e fotografado ao lado de personalidades relevantes e mediáticas da dita sociedade civil, que chega onde o Estado se demitiu de chegar. Daí as famosas selfies e fotos que estas raríssimas personagens de clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS usam para enriquecer o portfólio que lhes permite conhecer mais porteiros que lhes abram mais portas que lhes facilitem o acesso ao pote do dinheiro do contribuinte ou que, mais tarde, as façam girar da sociedade civil para o Estado e do Estado para a sociedade civil. Como diria Jaime Pacheco, "é uma faca de dois legumes". Uma faca de dois legumes que mete um ministro prestigiado e competente a fazer figura de papalvo e que mete os partidos da marcha do balão e do "arco da governação" a mexer no assunto com pinças, que é como quem diz, mete o PSD e o CDS a chegarem à frente dois palermas de segunda linha, Clara Marques Mendes e António Carlos Monteiro, respectivamente, dos raros com assento nas bancadas parlamentares sem ligação declarada a clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS, com alguma autoridade moral e sem telhados de vidro para abordarem a questão.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 15.12.17

 

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Desde 1976 a andar por aí, Santana Lopes diz que governação do país "precisa de ser reinventada".

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.12.17

 

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Mário Centeno deve este lugar, não só às politicas que protagonizou com António Costa nos últimos dois anos em Portugal no que concerne ao respeito pelas regras europeias, mas também ao que Passos Coelho, Vítor Gaspar e Maria Luís Albuquerque fizeram no quadriénio 2011-2015

 

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Caiu-lhes a máscara

por josé simões, em 27.11.17

 

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Pegamos na deixa do rapazola, alçado a líder da bancada parlamentar do PSD: "esta frase encerra uma verdade", uma verdade de que já todos desconfiávamos desde sempre, que para o PSD, as retribuições, os salários, as pensões, o Estado social, os direitos e garantias, são "coisas comezinhas", são "coisas pequeninas", "que não trazem reforma  estrutural" [que não cortam, definitivamente, salários e pensões], das "coisas que não apontam caminhos para o futuro" [que não apostam num modelo de baixos salários e de precariedade] e para isso o PS não conta com o PSD como conta com o BE e com o PCP. O que o rapazola, alçado a líder da bancada parlamentar do PSD, fez nesta entrevista foi medalhar o BE e o PCP e "amesquinhar" e "apoucar" o cidadão anónimo que vive do rendimento do seu trabalho, até eleitor do PSD, e isso "são contas com que o PSD se tem de entender", internamente, e externamente, nas urnas. E só por isso esta entrevista, nesta parte específica, devia passar em repeat todos os dias naqueles blocos "humorísticos" com música a condizer" e que servem de separador aos canais noticiosos no cabo.

 

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As coisas como elas são

por josé simões, em 25.11.17

 

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Ver Marcelo, o Presidente-Sol, a explicar aos jornalistas, com a carteira profissional passada pela Farinha Amparo, que o Presidente não tinha de saber ou deixar de saber da ida do Infarmed para o Porto, que isso é da exclusiva competência do Governo. Priceless.

 

Não ocorrer a nenhum jornalista, com a carteira profissional passada pela Farinha Amparo, perguntar ao PSD, por interposta pessoa o deputado Leitão 'legionella' Amaro, "ó senhor deputado, mas a atribuição de isenção de IMI não é da exclusiva competência das câmaras municipais?".

 

 

 

 

Adenda

por josé simões, em 24.11.17

 

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Os "Parabéns ao PCP" não implicam automaticamente os parabéns ao único partido que votou contra a medida, o PSD, o "pai da criança", o inventor da "fórmula mágica" para esconder no final do mês os cortes nos salários e pensões, que eram provisórios em Portugal e definitivos em Bruxelas, assim como definitivo em Portugal seria o fim do subsídio de férias e de Natal, por via dos sucessivos congelamentos salariais, até que o 13.º e o 14.º mês não fossem mais do que uma recordação contada pelos pais e pelos avós às gerações seguintes. Pode parecer que é a mesma coisa mas não é.

 

[Imagem de autor desconhecido]