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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"Acabou-se o argumento", dizem eles

por josé simões, em 05.12.17

 

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É por estes dias o argumento puxado para os fóruns e para os espaços de comentário nas rádios, jornais e televisões pela "direita unitária", que é aquela direita que oficialmente não é de direita mas do centro, que tanto pode ser do PS como do PSD ou até do CDS, cheia de boas maneiras e de responsabilidade e com luvas brancas e falinhas mansas, que tem boa timeline de esquerda no Twitter e no Facebook, encartada na direcção de televisões ou com avença e lugar cativo no comentário pago, que com a eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo acaba de vez o argumento da direita, que não eles, do TINA por oposição à irresponsabilidade e ao despesismo esquerdista, inimigo das boas contas, da consolidação orçamental, da diminuição do défice e do Estado cumpridor, pagador a tempo e horas, eficaz e longe da economia o mais possível, como se fosse isso que alguma vez tivesse estado em cima da mesa e não a transferência de rendimentos do trabalho para o capital, só, e a coberto da mentira da "gordura" e do "viver acima das possibilidades", do sofrimento terreno para alcançar a glória dos mercados, nestes últimos dois com uma reversão, mínima, só possível por uma conjugação de factores, irrepetíveis: a ambição de António Costa em ser primeiro-ministro e o pavor do PCP e BE por mais 4 anos de Governo da direita radical. O resto é história e Mário Centeno faz parte dela.

 

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A cambalhota do PS nas renováveis explicada num minuto

por josé simões, em 28.11.17

 

 

 

 

 

O regresso do velho PS

por josé simões, em 27.11.17

 

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Capturado pelo poder económico, clientelista e refém dos lobbies, rentista para as majors com o dinheiro dos contribuintes, das cambalhotas quando chamado à pedra pela voz do dono.

 

PS recua e deixa cair nova taxa sobre renováveis

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"Um Governo preocupado só com a sua imagem"

por josé simões, em 26.11.17

 

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Dois anos depois e das trapalhadas com os bancos, herdadas do anterior Governo, resolvidas e com o sistema financeiro estabilizado; com todas as metas estabelecidas cumpridas, sem recurso a extraordinários; com a economia a crescer e as exportações no mesmo sentido; com o défice mais baixo da democracia; com o PIB a aumentar e o desemprego a regredir até aos números de 2008; com o país fora do procedimento por défice excessivo, contrariando as ameaças de Bruxelas ao anterior Governo; com a Standard & Poor’s a reavaliar positivamente a notação do país; com as taxas e sobretaxas anuladas e o rendimento restituído às pessoas e às famílias; com a oposição a brandir os incêndios de Verão, o paiol de Tancos, o jantar no Panteão, a legionella na chaminé do hospital, o Infarmed no Porto e a comemoração paga à Universidade de Aveiro para assinalar o 2.º aniversário do Governo. Como diria Assunção Cristas, "um Governo preocupado só com a sua imagem".

 

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O eucalipto bom

por josé simões, em 02.11.17

 

 

 

Desde a entrada em vigor do Regime Jurídico das Acções de Arborização e Rearborização — a que os críticos chamam a “lei que liberaliza a plantação de eucaliptos” —, em Outubro de 2013, a área ocupada por esta espécie exótica em Portugal registou um aumento próximo da superfície da cidade de Lisboa: quase 10 mil hectares.

 

Na gestão de Passos Coelho autorizaram-se 43% de novas plantações enquanto o Governo de António Costa é responsável pelos restantes 57%.

 

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Pelo facto de se escrever num blogue a calúnia e a difamação são impunemente permitidas?

por josé simões, em 06.09.17

 

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Maria João Marques no blogue da direita radical.

 

 

 

 

Estas coisas não se inventam

por josé simões, em 25.08.17

 

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O partido de André Ventura desafia Costa a retirar confiança à candidatura do PS a Loures.

 

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Dress code

por josé simões, em 24.08.17

 

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Loures. Candidata do PS admite coligação com André Ventura

 

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Saltitando levemente de nenúfar em nenúfar

por josé simões, em 22.06.17

 

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Saltitando levemente de nenúfar em nenúfar, que é como quem diz, passar do sector privado para o Estado, para a entidade que regula a área onde se exercia a actividade profissional, directamente e sem passar pela casa da partida, para depois de terminada a comissão de serviço regressar ao sector privado que anteriormente se tutelou.

 

Imaginemos o que diria o PS, o escarcéu, o chinfrim, se, na oposição, a direita radical - PSD e CDS, escolhessem para a Anacom, entidade reguladora das comunicações, uma secretária-geral da Fundação Portuguesa das Comunicações, nomeada pela PT, depois de vários anos ao serviço deste grupo) e uma ex-secretária e actual assessora da PT/Altice. Imaginemos.

 

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O circo

por josé simões, em 16.06.17

 

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O que o PS, e não só o do Porto, devia fazer era analisar quais os critérios subjacentes à escolha dos nomes a integrarem as listas de candidatos a deputados pelo PS. A bem do PS, a bem da democracia, a bem da credibilidade dos agentes políticos.

 

PS vai analisar as declarações do deputado que chamou "cigana" a outra deputada

 

[Na imagem uma primeira página do antigo semanário Se7e]

 

 

 

 

 

O regresso do velho PS

por josé simões, em 11.06.17

 

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José Júlio Pereira Gomes nomeado para chefe das secretas.

Diogo Lacerda Machado nomeado para a administração da TAP.

 

O regresso do velho PS, manhoso, amiguista e tachista.

 

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O mundo ao contrário

por josé simões, em 04.05.17

 

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O Partido Socialista, enquanto partido fundador da democracia, é que se devia sentir incomodado por ter sido capturado por um caudillo regionaleiro-futeboleiro com pensamento político-ideológico abaixo de zero.

 

Rui Moreira incomodado com apropriação da sua recandidatura pelo PS

 

 

 

 

Das raras vezes que fala verdade as coisas até nem lhe saem mal

por josé simões, em 30.04.17

 

 

 

Curioso não é que enquanto haja quem se preocupe em encontrar uma solução para o problema da dívida pública e para o peso do serviço da dívida no bolso dos portugueses que a primeira reacção e o primeiro pensamento de Pedro Passos Coelho seja para o dinheiro que os países que nos emprestaram vão deixar de ganhar com um perdão, uma renegociação, or ever, curioso é que diga isto com a maior das naturalidades, de ar grave e voz de barítono, e nem jornalistas, nem outras forças políticas, nem comentadores, nem politólogos, nem ninguém reaja.

 

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Por falar em populismo

por josé simões, em 27.04.17

 

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Se fosse o governo da direita radical a anunciar serviços da Caixa Geral de Depósitos em instalações de juntas de freguesia o PS fazia um escarcéu no Parlamento e "saía para a rua" como fez, por exemplo, com os serviços dos CTT depois da sua privatização, certo?

 

É que depois andamos todos muito assustados a debater a ascensão dos populismos na Europa por os eleitores, por saturação de contorcionismo e de double standards, já não se reverem nos partidos políticos todos iguais.

 

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Faz de conta

por josé simões, em 21.02.17

 

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Faz de conta que a bancada parlamentar do Partido Socialista que chumba a terça-feira de Carnaval como feriado nacional não é a bancada parlamentar que suporta o Governo do Partido Socialista que concede tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval.

 

Faz de conta que a terça-feira de Carnaval não existe, faz de conta que o país não pára na terça-feira de Carnaval, faz de conta que quem no privado faz a ponte entgre o domingo e a terça-feira não gasta um dia de férias para o efeito, faz de conta que as grandes empresas não têm a terça-feira de Carnaval consignada em contrato de trabalho ou em acordo de empresa, faz de conta que empresas como a Volkswagen Auroeuropa não concedem a terça-feira de Carnaval, faz de conta que o Partido Socialista anda a brincar ao Carnaval.

 

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