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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

In Memoriam

por josé simões, em 27.01.18

 

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Edmundo Pedro

 

1918 - 2018

 

 

 

 

Ainda que mal pergunte

por josé simões, em 02.01.18

 

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Se é necessária a autorização da Assembleia de Condóminos para abrir um consultório - médico, advogados, etc. , num prédio de habitação, porque é que há-de ser diferente com o "alojamento local"?

 

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MIssão cumprida

por josé simões, em 20.12.17

 

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António Borges já cá não está, Deus tenha piedade da sua alma. Sérgio Monteiro anda por aí a tratar da vidinha. José Luís Arnaut é o José Luís Arnaut. E Pedro Passos Coelho está de abalada. Se os CTT tivessem sido privatizados por um Governo PS, como estava previsto no Plano de Estabilidade e Crescimento de José Sócrates para 2010, os deputados da bancada parlamentar socialista hoje não tinham 800 razões para fazer prova de vida em defesa dos postos de trabalho e do serviço público. De fazer chorar as pedras da calçada.

 

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A captura

por josé simões, em 18.12.17

 

 

 

No país onde um ex-primeiro-ministro antes de o ser foi porteiro ["O Pedro é que abria as portas todas"] e onde a porta giratória privado-público-privado continua bastante oleada, dá muito jeito ao ex-actual-futuro deputado, ministro, secretário de Estado, fazer uma espécie de voluntariado da elite político-partidária que é o de dar o nome para enfeitar os órgão sociais de clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS, ser visto e fotografado ao lado de personalidades relevantes e mediáticas da dita sociedade civil, que chega onde o Estado se demitiu de chegar. Daí as famosas selfies e fotos que estas raríssimas personagens de clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS usam para enriquecer o portfólio que lhes permite conhecer mais porteiros que lhes abram mais portas que lhes facilitem o acesso ao pote do dinheiro do contribuinte ou que, mais tarde, as façam girar da sociedade civil para o Estado e do Estado para a sociedade civil. Como diria Jaime Pacheco, "é uma faca de dois legumes". Uma faca de dois legumes que mete um ministro prestigiado e competente a fazer figura de papalvo e que mete os partidos da marcha do balão e do "arco da governação" a mexer no assunto com pinças, que é como quem diz, mete o PSD e o CDS a chegarem à frente dois palermas de segunda linha, Clara Marques Mendes e António Carlos Monteiro, respectivamente, dos raros com assento nas bancadas parlamentares sem ligação declarada a clubes, colectividades, associações diversas, Misericórdias e IPSS, com alguma autoridade moral e sem telhados de vidro para abordarem a questão.

 

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O Verdadeiro Socialista de Esquerda

por josé simões, em 14.12.17

 

 

Francisco Assis, o verdadeiro socialista de esquerda, que ficou para a história pelo desabafo "qualquer dia querem que o presidente do Grupo Parlamentar do PS ande de Clio, quando se desloca em funções oficiais", curiosamente o mesmo princípio defendido pela senhora presidente da associação Raríssimas que se deslocava em BMW a expensas do contribuinte - o estatuto e a dignidade do cargo, o que é que os outros pensam das nossas gravatas [ou da falta delas] e se nos deslocarmos num qualquer chaço velho?

Francisco Assis, o verdadeiro socialista de esquerda e escudeiro da honra do Partido Socialista, contra os desmandos e a falta de respeito do Bloco de Esquerda.

Francisco Assis, o verdadeiro socialista de esquerda e escudeiro da honra do Partido Socialista e impermeabilizador do PS, contra os negócios e interesses corporizados em António Costa, como acusou o líder do Partido Socialista, que Francisco Assis apoiou contra António Costa, da 'Geringonça' com o Bloco de Esquerda, acusado pelo Bloco de Esquerda de ser permeável ao poder económico.

Francisco Assis, a ele ninguém o cala, sobretudo se o pretexto da defesa da honra do Partido Socialista for um bom pretexto para atacar o líder do Partido Socialista, fazer prova de vida e um frete à direita.

 

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"Acabou-se o argumento", dizem eles

por josé simões, em 05.12.17

 

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É por estes dias o argumento puxado para os fóruns e para os espaços de comentário nas rádios, jornais e televisões pela "direita unitária", que é aquela direita que oficialmente não é de direita mas do centro, que tanto pode ser do PS como do PSD ou até do CDS, cheia de boas maneiras e de responsabilidade e com luvas brancas e falinhas mansas, que tem boa timeline de esquerda no Twitter e no Facebook, encartada na direcção de televisões ou com avença e lugar cativo no comentário pago, que com a eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo acaba de vez o argumento da direita, que não eles, do TINA por oposição à irresponsabilidade e ao despesismo esquerdista, inimigo das boas contas, da consolidação orçamental, da diminuição do défice e do Estado cumpridor, pagador a tempo e horas, eficaz e longe da economia o mais possível, como se fosse isso que alguma vez tivesse estado em cima da mesa e não a transferência de rendimentos do trabalho para o capital, só, e a coberto da mentira da "gordura" e do "viver acima das possibilidades", do sofrimento terreno para alcançar a glória dos mercados, nestes últimos dois com uma reversão, mínima, só possível por uma conjugação de factores, irrepetíveis: a ambição de António Costa em ser primeiro-ministro e o pavor do PCP e BE por mais 4 anos de Governo da direita radical. O resto é história e Mário Centeno faz parte dela.

 

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A cambalhota do PS nas renováveis explicada num minuto

por josé simões, em 28.11.17

 

 

 

 

 

O regresso do velho PS

por josé simões, em 27.11.17

 

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Capturado pelo poder económico, clientelista e refém dos lobbies, rentista para as majors com o dinheiro dos contribuintes, das cambalhotas quando chamado à pedra pela voz do dono.

 

PS recua e deixa cair nova taxa sobre renováveis

 

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"Um Governo preocupado só com a sua imagem"

por josé simões, em 26.11.17

 

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Dois anos depois e das trapalhadas com os bancos, herdadas do anterior Governo, resolvidas e com o sistema financeiro estabilizado; com todas as metas estabelecidas cumpridas, sem recurso a extraordinários; com a economia a crescer e as exportações no mesmo sentido; com o défice mais baixo da democracia; com o PIB a aumentar e o desemprego a regredir até aos números de 2008; com o país fora do procedimento por défice excessivo, contrariando as ameaças de Bruxelas ao anterior Governo; com a Standard & Poor’s a reavaliar positivamente a notação do país; com as taxas e sobretaxas anuladas e o rendimento restituído às pessoas e às famílias; com a oposição a brandir os incêndios de Verão, o paiol de Tancos, o jantar no Panteão, a legionella na chaminé do hospital, o Infarmed no Porto e a comemoração paga à Universidade de Aveiro para assinalar o 2.º aniversário do Governo. Como diria Assunção Cristas, "um Governo preocupado só com a sua imagem".

 

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O eucalipto bom

por josé simões, em 02.11.17

 

 

 

Desde a entrada em vigor do Regime Jurídico das Acções de Arborização e Rearborização — a que os críticos chamam a “lei que liberaliza a plantação de eucaliptos” —, em Outubro de 2013, a área ocupada por esta espécie exótica em Portugal registou um aumento próximo da superfície da cidade de Lisboa: quase 10 mil hectares.

 

Na gestão de Passos Coelho autorizaram-se 43% de novas plantações enquanto o Governo de António Costa é responsável pelos restantes 57%.

 

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Pelo facto de se escrever num blogue a calúnia e a difamação são impunemente permitidas?

por josé simões, em 06.09.17

 

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Maria João Marques no blogue da direita radical.

 

 

 

 

Estas coisas não se inventam

por josé simões, em 25.08.17

 

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O partido de André Ventura desafia Costa a retirar confiança à candidatura do PS a Loures.

 

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Dress code

por josé simões, em 24.08.17

 

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Loures. Candidata do PS admite coligação com André Ventura

 

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Saltitando levemente de nenúfar em nenúfar

por josé simões, em 22.06.17

 

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Saltitando levemente de nenúfar em nenúfar, que é como quem diz, passar do sector privado para o Estado, para a entidade que regula a área onde se exercia a actividade profissional, directamente e sem passar pela casa da partida, para depois de terminada a comissão de serviço regressar ao sector privado que anteriormente se tutelou.

 

Imaginemos o que diria o PS, o escarcéu, o chinfrim, se, na oposição, a direita radical - PSD e CDS, escolhessem para a Anacom, entidade reguladora das comunicações, uma secretária-geral da Fundação Portuguesa das Comunicações, nomeada pela PT, depois de vários anos ao serviço deste grupo) e uma ex-secretária e actual assessora da PT/Altice. Imaginemos.

 

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O circo

por josé simões, em 16.06.17

 

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O que o PS, e não só o do Porto, devia fazer era analisar quais os critérios subjacentes à escolha dos nomes a integrarem as listas de candidatos a deputados pelo PS. A bem do PS, a bem da democracia, a bem da credibilidade dos agentes políticos.

 

PS vai analisar as declarações do deputado que chamou "cigana" a outra deputada

 

[Na imagem uma primeira página do antigo semanário Se7e]