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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Paulo Portas reloaded

por josé simões, em 18.04.17

 

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Guião para a Reforma do Estado:

 

CDS sugere ao Governo que retome "reformas estruturais"a aliança de direita

 

 

 

 

"A verdade dos factos"

por josé simões, em 17.04.17

 

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Ver Pedro Passos Coelho à saída da audiência com o Presidente da República lamentar-se de que no "ano passado, em relação ao Programa Nacional de Reformas, apresentámos variadíssimas propostas de alteração no Parlamento" e que "a maioria chumbou a maioria delas". Pedro Passos Coelho líder do partido que, ainda na semana passada, mandou José Pedro Aguiar-Branco ao Observador proclamar "a verdade dos factos" e sublinhar que "convém relembrar: quem ganhou as eleições foi o PPD/ PSD". Se a honestidade fosse uma coisa que lhe assistisse podia vir ele próprio explicar isto aos portugueses, a "usurpação" do poder e como é que "usurpado" do poder queria governar.

 

[Imagem]

 

 

 

 

||| Uma contradição, diz ele

por josé simões, em 25.04.16

 

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O PCP não quer "o regresso de PSD e CDS" ao sítio onde o PCP, e o Bloco, os meteram, "para fazer o mal que fizeram às vidas dos portugueses". E fica-lhe muito bem não o querer. "Para esse peditório não damos". Deram os portugueses com sangue, suor e lágrimas durante 4 anos. E não se fala mais nisso. Fala-se na contradição que o PS tem para resolver. A contradição entre sermos parte de uma União Europeia e aceitarmos, para o bem e para o mal, as regras dessa União Europeia, a contradição entre tentar mudar as regras por dentro ou ir feitos D. Quixotes contra tudo, com as consequências e o resultado que espera o PCP. O PCP que não tem contradições, nenhumas, para resolver. A contradição entre defender a democracia parlamentar e escrever editoriais saudosistas da União Soviética no Avante! A contradição entre defender o direito dos povos à autodeterminação e chorar a queda do Muro de Berlim e chorar 1956 na Hungria e chorar 1969 na Checoslováquia. A contradição entre defender o direito ao protesto e à reivindicação, no Parlamento, e cavalgar o protesto e a reivindicação, nas ruas e, no Parlamento, pelo voto dos deputados, e nas páginas do órgão oficial do partido, apoiar regimes opressivos, governados por ditadores, cleptocracias e dinastias familiares só porque são de partidos irmãos. A contradição entre defender a liberdade de expressão e os direitos humanos e celebrar no Avante! Estaline e Brejnev. Uma contradição, diz ele.

 

 

 

 

||| A caranguejola morreu, paz à sua alma

por josé simões, em 22.04.16

 

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De cada vez que o CDS faz prova de vida e tenta, com trabalho de formiguinha, fabricar uma liderança que justifique, nas próximas legislativas, os deputados enganados ao PSD em coligação, obriga o ex-futuro-eventualmente-actual parceiro a sair do buraco onde se escondeu, depois do arranque oposicionista obsessivo-compulsivo, com Pedro Passos Coelho, de pin na lapela, em tournée de palestras e inaugurações, "do Minho a Timor", a convite de autarcas da cor e a criar um efeito de saturação e repulsa nas pessoas.


Sabendo de antemão o resultado, isto é deveras engraçado.

[Imagem de autor desconhecido]


[Caranguejola]

 

 

 

 

||| O maior da História recente de Portugal

por josé simões, em 15.07.15

 

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Não é o Pedro Passos Coelho mentir, despudorada e continuamente, com quantos dentes tem na boca que impressiona. Não. O que impressiona é, na era da net e do Google, com os links que desmentem e confirmam à distância de um click, numa fracção de segundo com milhares de respostas, na era do Twitter, do Facebook, do Instagram, do Google Plus, do... , onde em menos de um fósforo a novidade se espalha literalmente pelo mundo inteiro, Pedro Passos Coelho continuar a mentir despudora, continua e compulsivamente, sem emenda. Pimenta na língua.


[Imagem]