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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Um passo atrás para dar dois à frente

por josé simões, em 18.06.17

 

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Que a Fitch baixou o outlook depois da entrada em funções do Governo da 'Geringonça', por socialistas condicionados na acção governativa por estalinistas e trotskistas, os mercados, os investidores, o drama, a tragédia, o horror, deduz-se. Não, não perdemos um ano, demos um necessário passo atrás para dar dois à frente na desmontagem da TINA - There Is No Alternative, e é isto que dói a Pedro Passos Coelho à direita radical, a desmontagem de toda uma narrativa para o empobrecimento do país e para a transferência de riqueza do trabalho para o capital durante os quase 5 anos em que foi primeiro-ministro.

 

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Portugal cuts its fiscal deficit while raising pensions and wages

por josé simões, em 29.03.17

 

His administration restored state pensions, public-sector wages and working hours to pre-bail-out levels, and also brought the deficit to well below the 2.5% target set by the European Union. It is the first time that Portugal has complied with the euro zone’s fiscal rules.

 

 

 

 

Ainda Passos Coelho

por josé simões, em 07.02.17

 

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Reduzir os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer, Pedro Passos Coelho em 9 de Abril de 2015.

 

Segundo um relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a economia portuguesa, 30% dos trabalhadores em Portugal ganham até 600 euros.

 

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"E comeram tudo"

por josé simões, em 15.12.16

 

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"E comeram tudo", disse no final do repasto o chef José Avillez, um gajo que confecciona miniaturas ao preço de um Salário Mínimo Nacional cada menu.


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Enquanto se fala de Portugal não se fala do Deutsche Bank

por josé simões, em 26.10.16

 

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E o mínimo que o Governo português podia fazer era chamar o embaixador alemão ao Palácio das Necessidades, para dar um sinal de que estamos vivos, de que temos dignidade, quase mil anos de história, e de que consideramos inaceitável que um qualquer badameco, ainda que investido nas funções de ministro das Finanças de um país da União Europeia, tome a liberdade de se pronunciar sobre a orientação política e económica de um Estado soberano, por um Governo legítimo, eleito em eleições livres e democráticas.


Schäuble: Portugal estava a ser "muito bem sucedido até ao novo Governo"


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O respeitinho é muito bonito, capítulo II

por josé simões, em 30.08.16

 

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A abertura do leque dos que, nas "redes sociais" [gloup], da direita à direita à esquerda à esquerda, se mostram perplexos com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, é duma tal amplitude que, só por si, explica aos mais distraídos a razão pela qual Salazar foi eleito "o maior português de sempre" pelos portugueses num programa de televisão - a única eleição que venceu.


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O respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 30.08.16

 

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Quase 50 anos passados sobre a morte do velho de Santa Comba:


Portugal é dos países que mais condenações sofre por parte do Tribunal Europeus dos Direitos Humanos (TEDH) por violação da liberdade de expressão. Entre Janeiro de 2005 e final de Agosto deste ano o Estado português já foi condenado 20 vezes, mantendo uma média muito superior aos restantes países da União Europeia (UE).

 

 

 

 

Infelizmente não é só no FMI

por josé simões, em 05.08.16

 

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Mas em todos os aspectos e em todas áreas da vida dos portugueses, para o caso.
De um burro carregado de livros ser um doutor, passando pelo "foge cão" do tratamento por doutor a todo e qualquer burro, até a todo o doutor, senhor ou não, carregado de gravatas e a debitar o que a opinião privada gosta de ouvir, brincar impunemente com o dinheiro dos outros, dos que não são doutores nem têm para onde fugir, nem sequer supervisão prudencial ou interesseira ou comprometida que zele pelos seus interesses.


Quedas do BES e do Banif podiam ter sido evitadas


"pruridos ideológicos" e "elevado status social de alguns banqueiros”


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Há muita fraca memória na política e nos políticos

por josé simões, em 28.07.16

 

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Carlos Moedas, herói nacional, de parabéns pelo árduo trabalho na Comissão Europeia em defesa do seu legado de quatro anos como "grilo falante" da troika. A medalhar por Marcelo Rebelo de Sousa. Como diz o outro, "há muita fraca memória na política e nos políticos...".

 

 

 

 

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O traste já foi demitido?

por josé simões, em 27.07.16

 

 

 

Uma vez que andou a rezar a Jesus Cristo, a Nossa Senhora, a todos os santinhos, e ao duende da poncha, para que as sanções caíssem em cima de Portugal com toda a força da ira divina;


uma vez que a sua sobrevivência política depende da desgraça de Portugal e dos portugueses e que, entre a desgraça do país, a miséria dos seus concidadãos e a sua sobrevivência não hesita na escolha, como não hesitou em 2011 ao empurrar Portugal para os braços da troika para se alçar ao poder e se lambuzar no "pote";


uma vez que o traste, pela ausência de coluna vertebral, não se demite, nem sequer faz acto de contrição, há ainda algum vertebrado no partido que outrora se reclamou da social-democracia e que, com responsabilidade e movido pelo sentido de Estado, o empurre de vez borda fora?


Comissão Europeia decidiu cancelar as multas a Portugal e Espanha

 

 

 

 

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Portugal não é um país pequeno

por josé simões, em 19.07.16

 

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E do Deutsche Bank nunca mais ninguém ouviu falar depois de se saber que há problemas nos bancos portugueses que são um risco global, mais o crédito na China, a seca em África e o vírus Zika na América Latina e nas Caraíbas.

 

 

 

 

Bombardeamento preventivo

por josé simões, em 13.07.16

 

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Ambos (Portugal e a Irlanda) puseram em prática grandes esforços, estão a cumprir o que é pedido pelos programas de ajuda e estão no bom caminho.


Wolfgang Schauble, 18 de Abril de 2013


Quando na Alemanha abordamos as políticas de combate à chamada crise europeia falamos sempre da história de sucesso de Portugal. Estamos muito confiantes e não há nenhum problema.


Wolfgang Schauble, 22 de Maio de 2013


Portugal está no bom caminho.


Wolfgang Schauble, 22 de novembro de 2013


Os países-membros que têm mais sucesso são os que enfrentaram programas de assistência, porque cumpriram a sua missão.


Wolfgang Schauble, 25 de Janeiro de 2014


Portanto tem razão Maria Luís Albuquerque quando, sentada ao lado de Wolfgang Schauble para grego ver, diz que fosse ela ministra das Finanças e nada disto acontecia, com as metas sempre ajustadas de modo a que a realidade encaixasse na teoria. Na realidade são bombardeamentos preventivos, com o alvo aferido para não sair do caminho definido pelos representantes das Goldman Sachs na União Europeia, não com tanta intensidade como na Grécia porque, afinal de contas, o Partido Socialista é o campeão da Europa e da integração europeia e não uns syrizos-trotskistas quaisquer, ainda que os trotskistas estejam hoje exactamente no mesmo sítio onde estavam os partidos ditos do socialismo democrático na Europa dos anos 50/ 60 do século XX, tal foi a viragem à direita e a perda de identidade.

 

 

 

 

Circus Maximus

por josé simões, em 04.07.16

 

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Bruxelas quer aplicar sanções a Portugal em 2016 por Governo ter aplicado a política de Bruxelas em 2015 e para prevenir que os objectivos que Bruxelas exige cumpridos por Portugal em 2016 sejam atingidos pela implementação de políticas contrárias ao cânone seguido por Bruxelas.


Até ao final de Julho governo tem de mostrar medidas para controlar défice de 2016 para evitar castigo por causa de 2015


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Vamos a isso?

por josé simões, em 03.07.16

 

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As reacções corporativas descabeladas de quem se vê desmascarado apanhado em falso, nunca à verdade dos factos mas ao anonimato de quem, com uma ferramenta simples - conta no Twitter e no Facebook, se limita a desmascarar os truques do jornalismo engagé português e a subtileza da informação manipulada pró facção, sem que haja declaração de interesses como acontece noutros países ocidentais, devia servir de ignição à esquerda, aproveitando a conjuntura do Governo PS com maioria parlamentar Bloco de Esquerda/ CDU, para o arranque de um projecto informativo à imagem do que a direita radical faz com o Observador depois do embrião que foi a defunta revista Atlântico. Vamos a isso?

 

 

 

 

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Por uma vez miss Swaps fala verdade

por josé simões, em 03.07.16

 

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Por uma vez miss Swaps fala verdade quando diz "se eu fosse ministra as sanções não se colocavam" porque Maria Luís no ministério das Finanças servia para sentar ao lado de Wolfgang Schäuble nas reuniões do Eurogrupo como exemplo do bom aluno e do virtuosismo da austeridade expansionista a atirar à cara da Grécia de Varoufakis, e porque as sanções não são contra o Governo da direita radical PSD/ CDS de que foi ministra das Finanças, nem sequer contra Portugal e contra os portugueses, as sanções são contra um Governo de esquerda, suportado por uma maioria de esquerda no Parlamento, que ousa seguir uma política económica oposta à linha definida pelo Eurogrupo, uma instituição que legalmente não existe dentro da União Europeia, um eufemismo para legitimar o pensamento de Wolfgang Schauble.