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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O socialismo, o comunismo, o esquerdismo, o aumento do salário mínimo e a reversão das reformas estruturais

por josé simões, em 14.02.18

 

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Economia portuguesa cresceu 2,7% em 2017, o ritmo mais rápido desde 2000

 

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Da série "O Aumento do Salário Mínimo é Inimigo do Investimento Estrangeiro"

por josé simões, em 09.02.18

 

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Com uma frase o director de Assuntos Institucionais da Google Portugal arrumou com a ideia dos baixos salários e precariedade como modelo de desenvolvimento para o país, defendida pelo Governo de Passos Coelho/ Paulo Portas, e simbolicamente concretizada pelo ministro do CDS Pedro Mota Soares com a assinatura em Maio de 2014 de um protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a McDonald’s.

 

"Havia uma série de países em lista para abrir este escritório e os custos laborais não foram o motivo para vir para cá. Posso assegurar que havia outras opções com custos laborais mais baixos".

 

O espaço da Google que vai abrir em Oeiras não é um 'call center', mas sim um centro de operações com vários serviços

 

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Viver acima das nossas possibilidades

por josé simões, em 22.12.17

 

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Quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que é preciso trabalhar até aos 70 anos por causa da sustentabilidade da Segurança Social e blah-blah-blah e que a esperança de vida aumentou e blah-blah-blah; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que há que racionalizar meios e custos para garantir a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e que temos de fazer mais com menos e ainda aumentar as taxas moderadoras para dissuadir falsas urgências ao mesmo tempo que se congelam salários a médicos, enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica enquanto se subcontratam clínicos a empresas de trabalho temporário; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que as escolas têm de continuar como estão sem obras de modernização e beneficiação e que os axilares que faltam são os auxiliares que vão continuar a faltar e que as turmas têm de ter mais uns quantos alunos além daquilo que é pedagogicamente aconselhado porque a natalidade está a baixar e professores admitidos nos quadros nem pensar e aumentos salariais ainda menos; quando vos disserem que não há dinheiro para nada e que temos de pagar mais uma taxa por isto e mais uma taxa por aquilo e mais uma taxa por aquele outro, que é para garantir a qualidade do ar e a qualidade da água e a preservação do meio ambiente e o tratamento dos lixos; quando vos disserem que não há dinheiro lembrem-se sempre que "salvar bancos já custou mais 14 mil milhões de euros aos contribuintes" e que "os contribuintes portugueses tiveram encargos de 14,6 mil milhões de euros como salvamento e a ajuda à banca entre 2008 e 2016" e que "o custo líquido imputado aos contribuintes corresponde a 8% do Produto Interno Bruto" e que não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades porque não há dinheiro para nada e temos de nos contentar com um Estado social pequenino à medida do dinheiro que não há para nada.

 

 

 

 

O Califado Omíada

por josé simões, em 01.12.17

 

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O Califado Omíada

 

Mundial 2018: Portugal defronta Espanha, Irão e Marrocos no Grupo B

 

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"França, Espanha e Portugal"

por josé simões, em 26.10.17

 

 

Se fosse "Itália, Espanha e Portugal", ou até mesmo incluir a Alemanha no rol, podíamos sempre argumentar que são os resquícios dos fascismos e a tradicional aversão à liberdade de expressão, no caso português, bastas vezes sancionada em última instância pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Com Vichy no molho a sobrepor-se à "Liberdade" caso ganha outros contornos, outra dimensão e outro perigo de contágio. Isto é grave e para levar a sério e merecedor de manif na Praça do Comércio.

 

The Internet is our greatest and most egalitarian public sphere: Never before was it possible for everyone to publish their creative works worldwide, at no cost, without seeking anyone’s approval. But some want to change that.

 

The open and participatory internet was made possible by laws that protect internet providers and online platforms from liability: It’s not the duty of platforms to monitor everything users do. It’s not their fault if users commit copyright infringement – as long as they promptly react when informed of any such occurrence.

 

Without these laws, there would be no YouTube and no SoundCloud today. For most of us, the internet would be more like cable TV: We could consume, but we couldn’t take part.

 

Documents leaked today by Statewatch expose: The governments of France, Spain and Portugal are pushing to redesign the web away from openness and towards the tight control of cable TV, where a few big companies get to say what goes on the air.

 

Um resumo em português:

 

A proposta de um filtro obrigatório "iria criar um sistema onde os cidadãos serão sujeitos a plataformas que bloqueiam o upload de conteúdo, mesmo quando é perfeitamente legal a utilização de conteúdos com direitos de autor", acusam 27 organizações numa carta conjunta.

 

Outro resumo em português:

 

Três associações portuguesas de defesa dos direitos digitais acusam governo português de querer restringir o acesso à Internet com a proposta de alteração da reforma Europeia de Direitos de Autor

 

 

 

 

Os que no governo querem realizar a revolução socialista

por josé simões, em 16.09.17

 

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Standard & Poor's retira Portugal do 'lixo'

 

[Aqueles que ainda piam fingem que piam]

 

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo IV

por josé simões, em 05.09.17

 

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Unidade da Fitch revê em alta crecimento de Portugal

 

"a realidade tira o tapete à ideologia"

 

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo III

por josé simões, em 03.09.17

 

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Moody's melhora perspectiva do "rating" de Portugal

 

"a realidade tira o tapete à ideologia"

 

 

 

 

Portugal não será o Chile da Europa

por josé simões, em 28.06.17

 

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Na decisão por pontapés da marca de grandes penalidades, o Chile converteu as três que marcou (Vidal, Aranquiz e Alexis Sanchez), contra Portuugal que não fez qualquer golo.

 

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Um passo atrás para dar dois à frente

por josé simões, em 18.06.17

 

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Que a Fitch baixou o outlook depois da entrada em funções do Governo da 'Geringonça', por socialistas condicionados na acção governativa por estalinistas e trotskistas, os mercados, os investidores, o drama, a tragédia, o horror, deduz-se. Não, não perdemos um ano, demos um necessário passo atrás para dar dois à frente na desmontagem da TINA - There Is No Alternative, e é isto que dói a Pedro Passos Coelho à direita radical, a desmontagem de toda uma narrativa para o empobrecimento do país e para a transferência de riqueza do trabalho para o capital durante os quase 5 anos em que foi primeiro-ministro.

 

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Portugal cuts its fiscal deficit while raising pensions and wages

por josé simões, em 29.03.17

 

His administration restored state pensions, public-sector wages and working hours to pre-bail-out levels, and also brought the deficit to well below the 2.5% target set by the European Union. It is the first time that Portugal has complied with the euro zone’s fiscal rules.

 

 

 

 

Ainda Passos Coelho

por josé simões, em 07.02.17

 

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Reduzir os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer, Pedro Passos Coelho em 9 de Abril de 2015.

 

Segundo um relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a economia portuguesa, 30% dos trabalhadores em Portugal ganham até 600 euros.

 

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"E comeram tudo"

por josé simões, em 15.12.16

 

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"E comeram tudo", disse no final do repasto o chef José Avillez, um gajo que confecciona miniaturas ao preço de um Salário Mínimo Nacional cada menu.


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Enquanto se fala de Portugal não se fala do Deutsche Bank

por josé simões, em 26.10.16

 

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E o mínimo que o Governo português podia fazer era chamar o embaixador alemão ao Palácio das Necessidades, para dar um sinal de que estamos vivos, de que temos dignidade, quase mil anos de história, e de que consideramos inaceitável que um qualquer badameco, ainda que investido nas funções de ministro das Finanças de um país da União Europeia, tome a liberdade de se pronunciar sobre a orientação política e económica de um Estado soberano, por um Governo legítimo, eleito em eleições livres e democráticas.


Schäuble: Portugal estava a ser "muito bem sucedido até ao novo Governo"


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O respeitinho é muito bonito, capítulo II

por josé simões, em 30.08.16

 

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A abertura do leque dos que, nas "redes sociais" [gloup], da direita à direita à esquerda à esquerda, se mostram perplexos com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, é duma tal amplitude que, só por si, explica aos mais distraídos a razão pela qual Salazar foi eleito "o maior português de sempre" pelos portugueses num programa de televisão - a única eleição que venceu.


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