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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A direita radical à nora

por josé simões, em 15.05.17

 

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Do desemprego que ia aumentar, das exportações a regredir a olhos vistos e do investimento a fugir para outras paragens, tudo por acção do Governo da 'Geringonça' por via da reposição de salários e pensões, do aumento do salário mínimo, do fim da sobretaxa do IRS, do regresso dos feriados e da hora extra para valores pré 2011, passámos para o maior crescimento da economia nos últimos 10 anos, para o crescimento contínuo das exportações e para o aumento do investimento privado por obra e graça das reformas do Governo anterior e por inacção do Governo da 'Geringonça'.

 

Eis a direita radical à nora, enredada no seu labirinto.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Todos os canais de televisão no tempo em que só havia um canal

por josé simões, em 16.11.16

 

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Entre 2011 e 2015 o mérito do Governo da direita radical [PSD/ CDS] em conseguir o crescimento do PIB na base do aumento das exportações e na aposta no turismo. De 2015 até ontem é um crescimento com pés de barro e de risco porque assente nas exportações e no turismo.


E as pessoas continuam a ser enganadas pelas operadores da televisão por cabo com a oferta de cento e não sei quantos canais pela "módica quantia de ___", quando só vêm 4 e todos reproduzem o mesmo discurso sem diferença entre si que não seja no logótipo.


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"A marcar a actualidade"

por josé simões, em 15.11.16

 

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Economia surpreende e acelera para melhor resultado dos últimos três anos


Portugal regista maior crescimento trimestral da zona euro


"A marcar a actualidade as imagens das agressões no túnel de Alvalade", proclamou um senhor na televisão do militante n.º 1 e passou o tema para o Opinião Pública, subordinado ao tema "Polémica Incidentes No Sporting", pode telefonar para o 21 416 11 47 ou para o 21 416 11 48, com o Ribeiro Cristóvão como comentador convidado no lugar de José Gomes Ferreira e "O Fracasso Do Governo Da Geringonça", caso os dados económicos conhecidos tivessem sido outros.


[Um escarrador na imagem]

 

 

 

 

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||| "Portugal no caminho certo" ou as promoções do Minipreço

por josé simões, em 21.05.15

 

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O Minipreço fez mais uma campanha "Dívida pública volta a subir. Está agora nos 130,3% do PIB" mas não teve direito a cartaz nem a folheto promocional #PortugalNoCaminhoCerto.

 

 

 

 

||| "Não há dinheiro para salários e pensões"

por josé simões, em 22.05.14

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.05.14

 

 

||| É assim que a coisa funciona

por josé simões, em 16.05.14

 

 

 

Primeiro vem um ministro esclarecer, desvalorizando a "inverdade" com uma mentira. Quase sempre o ministro câmara de eco, Luís Marques Guedes, quando as notícias são péssimas, sempre o vice-primeiro-ministro botões de punho-pepsodent, Paulo Portas, quando a mentira tem uma base de verdade. Depois, quando a verdade vem à tona, já é tarde demais porque, o esclarecimento, da "inverdade" com a mentira ou da mentira com uma base de verdade, já passou em todas as rádios e em todas as televisões a todas as horas certas em todos os telejornais e em todos os blocos noticiosos e há sempre as alminhas de boa-fé que ouviram a verdade a que temos direito mas que já não ouvem a verdade ela própria porque nem sequer passa na comunicação social, ela própria câmara de eco do ministro câmara de eco.

 

[Imagem de Chris Goennawein]

 

 

 

 

 

 

||| Os "relaxados" do Tribunal Constitucional

por josé simões, em 14.02.14

 

 

 

«"esta evolução foi determinada, em larga medida, pela recuperação da procura interna, que apresentou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB, o que não se verificava desde o 4.º trimestre de 2010". E destaca, em particular, que tal reflecte "principalmente o comportamento do consumo privado"».

 

«A Universidade Católica considera que os números do PIB hoje conhecidos apontam para uma "recuperação cíclica", mas alerta que "não é ainda clara a recuperação do investimento" e que parte do crescimento se deveu a "algum relaxamento orçamental"».

 

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||| Para o infinito e mais além

por josé simões, em 17.12.13

 

 

 

Daí a solução cortes nas pensões e nas reformas ou, por causa dos malandros do Constitucional, o Plano B, tcha-nam… um aumento do IVA. O princípio subjacente é o de que a quebra da procura interna e o investimento que continua em queda são compensados pelas exportações que teimam em abrandar. É só rir.

 

«Portugal entre os países da OCDE onde o peso das receitas fiscais mais caiu

 

Esta descida não tem a ver com um alívio da carga fiscal (em 2012 foram introduzidas várias alterações em sede de IRS, limitando as deduções fiscais, e foi agravado o IVA na restauração, por exemplo). O recuo resulta da quebra de receitas que se verificou em vários impostos, ao mesmo tempo em que a economia estava em contracção.»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Ainda que mal pergunte, mas…

por josé simões, em 27.11.13

 

 

 

Independentemente de dois terços do aumento das exportações serem por conta da nova unidade de refinação da Galp, independentemente deste aumento das exportações não ser acompanhado por um estudo que o reflicta na criação de riqueza e emprego, sublinhar emprego, a menos que seja, e é, para efeitos de propaganda governamental, como é que para o "cabaz das exportações" entra algo que Portugal não produz, os derivados do petróleo, petróleo importado por Portugal, logo saída de divisas [+ exportações = + importações]?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.11.13

 

 

 

"cada um tem a sua agenda"

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 25.08.13

 

 

 

A menos que o dinheiro seja a custo zero ou, menos plausível ainda, que o benemérito e altruísta mercado ainda pague para comprar a dívida, pelos lindos olhos do senhor Coelho e do senhor Moedas, pelo look esmerado do senhor Sacadura, por amizade ao senhor Borges, e por amor ao próximo [não necessáriamente por esta ordem]:

 

"A razão do rácio da dívida mais elevado é porque temos ido ao mercado buscar dinheiro para amortizar uma dívida do passado"

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Ainda havemos de chegar ao photo finish

por josé simões, em 13.08.13

 

 

 

Esta moda do crescimento e/ ou das perspectivas de crescimento serem medidas em décimas faz lembrar quando na Fórmula 1 as pole position se tornaram de tal forma difíceis de atribuir, ou quando no desporto os recordes mundiais se tornaram cada vez mais difíceis de bater, que houve a necessidade de se começar a medir por milésimos de segundo. Ainda havemos de chegar ao photo finish aplicado à economia para efeitos de propaganda governamental.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Como diz o povo, o que é que a gente faz a um gajo destes

por josé simões, em 22.07.13

 

 

 

Que se entretém a brincar com as palavras enquanto vai insultando a inteligência dos portugueses?

 

A dívida nacional atingiu os 127,2% do PIB, mas o Governo não tem culpa nenhuma, nada, 3 batidinhas com o nó dos dedos numa mesa com tampo de madeira e lagarto, lagarto, lagarto. Tudo se deve à maldita da flexibilização da meta do défice orçamental para este ano, que só foi flexibilizada porque o Governo falhou a meta. Mas isso agora não interessa nada logo, o Governo é inocente.

 

E depois ainda há os malandros dos portugueses que, ao não consumirem, não gastarem o seu rico dinheirinho, contribuem para a contracção da economia e para a diminuiição da receita fiscal. Uns 20% deles porque se encontram desempregados, outro milhão porque foi consumir para outras paragens por esse mundo fora, e depois os que por cá ficaram, uns porque viram o seu rendimento substancialmente reduzido por via do brutal aumento de impostos e do congelamento de salários, outros, porque com medo, se estão a guardar para um futuro incerto. Mas isso agora também não interessa nada, o Governo também é inocente.

 

Mas como os resultados alcançados têm sido excelentes, vai de insistir na receita, mais quatro vírgula sete milhões de cortes, e um Vítor Gaspar de saias nas Finanças, que já garantiu a continuidade das políticas. O Governo também não tem culpa de nada, obviamente.

 

O que é que a gente faz a um gajo destes?

 

 

 

 

 

 

 

|| É preciso mudar de paradigma, dizem “eles”

por josé simões, em 26.11.10

 

 

 

 

 

 

Se «menos pessoas conseguiram criar mais riqueza» com mais horas de trabalho e com «cortes do salário líquido mensal nominal», significa que há quem esteja a ganhar muito mais dinheiro e com muito menos encargos.

 

Mas como posso estar enganado vou esperar que os Medina Carreira deste país apareçam nas televisões a explicar que é "preciso mudar de paradigma" e que vivemos acima das nossas possibilidades e que é preciso trabalhar mais e produzir mais.

 

(Imagem A line-up of Bunny girls at the Playboy Club in 1963, Getty Images)