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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Professor Astromar Junqueira

por josé simões, em 27.05.17

 

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Estamos em condições de servir as pessoas sem narcisismo e com abertura democrática.

 

Pedro Passos Coelho

 

 

 

 

Conta-me como foi

por josé simões, em 25.05.17

 

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Passos chora a rir na estreia de Centeno.

Era a primeira intervenção do ministro das Finanças no Parlamento. Passos, na primeira fila, não perdeu uma palavra. E riu. Riu muito.

 

E ainda no próprio dia, ideólogos, apóstolos e escudeiros do personagem que é o que escolheu ser, inundaram a rede, e no Twitter e no Facebook o ministro Centeno levou com o trocadilho e passou a ser o "ministro Semtino". E riram. Riram muito.

 

O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, disse esta terça-feira que Mário Centeno é "o Ronaldo do Ecofin", grupo de ministros das Finanças da União Europeia.

 

 

 

 

Procedimento Por Défice de Memória

por josé simões, em 22.05.17

 

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A novidade não é a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo, a novidade é a saída de Pedro Passos Coelho do Procedimento Catastrófico Excessivo e um ainda titubeante discurso positivo, afinal em Outubro há eleições legislativas, que se lixem as eleições.

 

Entre meia dúzia de banalidades, lugares comuns e alguns dados adquiridos, que podiam ter saído da boca de Jerónimo de Sousa, Assunção Cristas ou Catarina Martins, o personagem continua a insistir que o corte em salários e pensões e uma legislação a favorecer a rigidez patronal são "reformas", não é defeito é feitio, e que temos de avançar para a "reforma da Segurança Social", que é uma forma artística de introduzir o plafonamento, transformar a Segurança Social numa espécie de seguro dos miseráveis e entregar o remanescente aos privados.

 

O personagem que em vésperas de eleições criou um simulador online para a devolução da sobretaxa de IRS e que no dia a seguir às ditas já estava em resto zero reclama “menos calculismo eleitoral”.

 

O personagem que lamentou publicamente não ter conseguido baixar o custo do trabalho para as empresas, a reforma que ficou por fazer, considera fundamental gerar mais "emprego [...] melhor remunerado".

 

O personagem que é contra a devolução de salários e pensões, o fim da sobretaxa de IRS, a reposição de feriados e a actualização do preço da hora extra para valores pré 2011 mostra-se satisfeito pelos resultados alcançados e cumprimenta o Governo por isso.

 

Quão curta é a memória do povo?

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 20.05.17

 

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[O PSD no Twitter]

 

 

 

 

 

Pinóquio a ser ele próprio

por josé simões, em 07.05.17

 

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Baixar os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer. Pedro Passos Coelho em 9 de Abril de 2015.

 

«o país está "melhor" por ter "mais gente com emprego, mesmo que possa ser com o salário mínimo nacional", mas recusou a promoção de políticas "que convidem as empresas a contratar pelo mais baixo preço"». Pedro Passos Coelho em 5 de Maio de 2017.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Transtorno obsessivo-compulsivo

por josé simões, em 01.05.17

 

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"O transtorno obsessivo-compulsivo, distúrbio obsessivo-compulsivo ou Perturbação Obsessivo-Compulsiva é um transtorno de ansiedade caracterizado por pensamentos obsessivos e compulsivos, no qual o indivíduo tem comportamentos considerados estranhos pela sociedade ou por si próprio; normalmente trata-se de ideias exageradas e irracionais de saúde, higiene, organização, simetria, perfeição ou manias e "rituais" que são incontroláveis ou dificilmente controláveis"

 

O atual primeiro-ministro ainda não digeriu o facto de se ter candidatado às últimas eleições e não ter tido mais votos do que eu

 

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Das raras vezes que fala verdade as coisas até nem lhe saem mal

por josé simões, em 30.04.17

 

 

 

Curioso não é que enquanto haja quem se preocupe em encontrar uma solução para o problema da dívida pública e para o peso do serviço da dívida no bolso dos portugueses que a primeira reacção e o primeiro pensamento de Pedro Passos Coelho seja para o dinheiro que os países que nos emprestaram vão deixar de ganhar com um perdão, uma renegociação, or ever, curioso é que diga isto com a maior das naturalidades, de ar grave e voz de barítono, e nem jornalistas, nem outras forças políticas, nem comentadores, nem politólogos, nem ninguém reaja.

 

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Não é defeito, é feitio

por josé simões, em 29.04.17

 

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[Via]

 

 

 

 

"A verdade dos factos"

por josé simões, em 17.04.17

 

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Ver Pedro Passos Coelho à saída da audiência com o Presidente da República lamentar-se de que no "ano passado, em relação ao Programa Nacional de Reformas, apresentámos variadíssimas propostas de alteração no Parlamento" e que "a maioria chumbou a maioria delas". Pedro Passos Coelho líder do partido que, ainda na semana passada, mandou José Pedro Aguiar-Branco ao Observador proclamar "a verdade dos factos" e sublinhar que "convém relembrar: quem ganhou as eleições foi o PPD/ PSD". Se a honestidade fosse uma coisa que lhe assistisse podia vir ele próprio explicar isto aos portugueses, a "usurpação" do poder e como é que "usurpado" do poder queria governar.

 

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Em posição destacada para o prémio Tolo do Ano de 2017

por josé simões, em 10.04.17

 

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Depois as pessoas perguntam-se "e ainda assim ficaram abaixo da meta do défice exigida, puseram o país a crescer, o emprego a aumentar - que é substancialmente diferente do desemprego a descer, as exportações a crescer, sem medidas extraordinárias - ler sem Orçamentos rectificativos, sem chumbos do Tribunal Constitucional, sem o país todos os dias em greve e em manifs de rua e, pelo meio, ainda descalçaram a bota do sistema bancário?". Corre em posição destacada para o prémio "Tolo do Ano de 2017".

 

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Não é defeito, é feitio

por josé simões, em 09.04.17

 

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"Este Governo e esta maioria têm um único cimento, que foi repor rendimentos" e podia ter acrescentado "que foi, aliás, o único cimento que uniu a maioria anterior que eu liderei durante quase 5 anos, retirar rendimentos às pessoas e às famílias, e apesar de uma importante reforma estrutural o Governo PSD/ CDS deixar por fazer, a de baixar os custos do trabalho. Sim, acreditamos em todas as palavras que dizes.

 

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Registe-se

por josé simões, em 07.04.17

 

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Pedro Passos Coelho primeiro-ministro dava entrevistas à hora do jogo do Benfica. Pedro Passos Coelho primeiro-ministro no exílio reagenda a entrevista para o dia a seguir ao jogo do Benfica. De resto não há mais nada a assinalar, apesar do esforço dos avençados opinion makers das televisões em jurarem que o jogo à defesa, perante dois entrevistadores friendly com perguntas a roçar o imbecil, ter sido um "reformular" de discurso.

 

 

 

 

 

Chapéu!

por josé simões, em 03.04.17

 

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Tiro o meu chapéu a esta direita que, depois de quase 5 anos de Governo a esconder a banca da troika, a adiar uma solução para não sujar a saída limpa, a lavar as mãos atrás do biombo do Banco de Portugal para não comprometer a campanha eleitoral, a ter um vendedor, amigo, para o BES, repescado entre os secretários de Estado desempregados do Governo pelo Governador, amigo, reconduzido no Banco de Portugal, não só fazer passar para a opinião pública que tudo isto é obra dos socialistas, do Governo socialista, da esquerda radical, da Geringonça, como ainda meterem o primeiro-ministro e o ministro das Finanças a defender a solução. Chapéu!

 

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Dia das mentiras, 6 anos

por josé simões, em 01.04.17

 

 

 

 

 

 

Passos Dijsselbloem Coelho

por josé simões, em 23.03.17

 

 

 

[Daqui]