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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O dia seguinte

por josé simões, em 14.11.17

 

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As primeiras páginas dos jornais no dia a seguir ao Público ter feito manchete com a fraude no valor de 6.747.462 € [seis milhões setecentos e quarenta e sete mil quatrocentos e sessenta e dois euros] com fundos comunitários, era Miguel Relvas secretário de Estado da Administração Local no Governo de Durão Barroso e Pedro Passos Coelho administrador da Tecnoforma, a empresa beneficiária dos fundos.

 

 

 

 

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|| Posso?

por josé simões, em 17.11.12

 

 

 

Não uso gravata mas também vou fazer uma análise bonita e cheia de "sentido de Estado", posso?

 

Uma "sondagem" publicada ao final da tarde do dia 21 de Junho de 2011, a mais fiável que tivemos no último ano e meio, porque foi de eleições para a Assembleia da República que se tratou, disse-nos, textualmente e sem margem para pitonisas, que o povo queria que o PSD e o PS se entendessem, e não Pedro Passos Coelho e José Sócrates porque em Portugal não se vota em pessoas mas em partidos políticos, e porque foram, respectivamente, o primeiro e o segundo classificados na pole position para o Governo da Nação, e ainda porque nenhum dos partidos obteve a maioria absoluta. No entanto o PSD, vencedor das eleições, e o CDS, terceiro classificado, apressaram-se a apresentar uma proposta de Governo, legitima também no quadro constitucional, mas pervertendo o resultado da "sondagem", perante o beneplácito de um Presidente da República ressabiado e o aplauso e o amém dos comentadeiros e paineleiros de serviço, que só se 'alembram' de São Povo quando faz trovoada. E agora chamem-me o que quiserem.

 

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