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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Não perceber nada de nada

por josé simões, em 22.09.17

 

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Não perceber nada de nada é trazer o histriónico Paulo Rangel para a campanha da senhora Leal ao Coelho em Lisboa, para criar ainda mais anti-corpos no eleitorado, enquanto se sublinha a vocação cosmopolita de uma cidade, não só capaz de eleger alguém oriundo do Porto como presidente da Câmara, algo que o Porto, enredado nas teias do complexo regionalista-futeboleiro está longe de o conseguir fazer - eleger alguém nascido em Lisboa para o comando da autarquia, mas também de o adoptar como um igual - um "burocrata de Chelas" ou um amigo do Bairro São João de Brito, em campanha sem recurso à mentira.

 

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Mais um prego no caixão

por josé simões, em 03.11.16

 

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Mais um prego no caixão chamado União Europeia.


um livro sobre o Presidente francês, François Hollande, que revela a existência de um "pacto" entre a Comissão Europeia e as autoridades francesas, que permitiu a França escapar a sanções por défice excessivo nos últimos anos, através de uma "maquilhagem" das contas públicas divulgadas


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||| Sim, camarada senhor doutor

por josé simões, em 03.04.16

 

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O doutor Paulo Rangel não quer que o doutor Luís Montenegro chame doutor ao doutor Passos Coelho. Miguel Relvas sorri.

 

 

 

 

||| Conta-me como foi

por josé simões, em 31.03.16

 

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Começam as homenagens sentidas a Aníbal Cavaco Silva.


"O PSD tem de fazer o seu trabalho e não esperar nada do Presidente"



 

 

||| Continua sem perceber nada do que aconteceu

por josé simões, em 24.02.16

 

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Eu sou muito patriota, muito muito muito, e muito respeitador, muito muito muito, e não recebo lições de ninguém, de ninguém de ninguém de ninguém, nem com um desenho, apesar de 5 – cinco – 5 meses depois das eleições continuar sem perceber o que aconteceu no dia 4 de Outubro do Ano da Graça de 2015. E, como não percebo, não percebo não percebo não percebo, apareço muito aflito, muito aflito muito aflito muito aflito, a dar a notícia em primeiríssima mão em Bruxelas, que eles não sabiam e as novas levam tempo a chegar, que o Governo português é apoiado por duas forças da esquerda radical, uma delas claramente anti-europeia – o PCP, e a outra – o Bloco, com concepções económicas incompatíveis com a economia social de mercado que está na base da União Europeia tal como a conhecemos, ao invés de me dedicar a estudar o sistema parlamentar constitucional português e tentar perceber porque é que o povo – os eleitores, os cidadãos, as pessoas anónimas, os que não escrevem nos jornais nem são pagos para dar bitaites em programas de televisão, depois de 4 – quatro – 4 anos Governo do meu partido, PSD – europeísta convicto, em coligação com um partido com concepções compatíveis com a economia de mercado – o CDS, sob a batuta da Europa do Partido Popular Europeu a que pertenço, decidiram com o seu voto, em eleições livres e democráticas, "engordar" as bancadas parlamentares dessas duas forças políticas, "anti-europeias" e "anti-economia social de mercado", se bem que nem eu saiba o que é que o "social" ali faz, mas que fica bem a enfeitar, fica, e ainda soa melhor quando dito. Esta é a versão bondosa que se espalha ao comprido na própria semântica e argumentação, já que continuo sem respeito nenhum, nenhum nenhum nenhum, pelo país, nem pelos cidadãos nem por quem, com o seu voto, decidiram colocar à frente do destino do país. Ai custa, custa, Dr. Rangel!


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo IV]

por josé simões, em 29.08.15

 

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Depois da aula sobre Estado de direito, separação de poderes e partidarização da Justiça, sob a égide de um Governo PSD em coligação com o CDS, dada pelo stôr Paulo Rangel na Universidade [cof, cof] de Verão.


Era mais, muito mais, honesto terem convidado um juiz jubilado dos Tribunais Plenários da justiça do fascismo para dar a prédica.


[Na imagem o julgamento do pintor Dias Coelho]


Capítulo I
Capítulo II
Capítulo III

 

 

 

 

||| Qual é a pressa?

por josé simões, em 26.05.14

 

 

 

O Partido Socialista com uma derrota estrondosa no dia em que a aliança de direita do governo de 3 anos de direita teve uma derrota histórica. Se não tiveres nojo bebe.

 

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||| Em verdade vos digo

por josé simões, em 20.05.14

 

 

 

Em verdade, em verdade vos digo que tenho as minhas mais sérias dúvidas sobre alguém que faz uma campanha eleitoral toda ela alicerçada na difamação e na mentira, até que a mentira se transforme em verdade [exemplo], não estar contaminado pelo vírus alemão dos anos 30 do século XX.

 

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||| Quem diz a verdade não merece castigo. Ou merece?

por josé simões, em 17.05.14

 

 

 

Alguém lhes encomendou o sermão, para recorrer a outra expressão popular, e cumpriram à linha, ainda mais vox pop, chamaram a troika para lhes fazer um programa de governo a que acrescentaram o "para o infinito e mais além", arrasaram a economia, no lugar da classe média ficou uma Fossa das Marianas entre os pobres, mais pobres e os ricos, mais ricos, provocaram um êxodo bíblico de novos emigrantes, empobreceram o país, regressámos aos níveis dos 60s. "Demos conta do recado". Assim mesmo, no pretérito perfeito. Parabéns.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| Aliança Portugal, "Pátria! Serás celebrada, E por nós serás erguida, Erguida ao alto da Vida!"

por josé simões, em 15.04.14

 

 

 

 

A gente sabe que à medida em que cresce uma discussão online a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Estaline ou Pol Pot ou a Coreia do Norte ou o comunismo se aproxima de 1 (100%), sem que isso signifique que quem fez a comparação tenha ficado sem argumentos e tenha perdido a discussão, antes pelo contrário, é a Lei de Godwin ao contrário e é o pão nosso de cada dia, ou o pai-nosso de cada dia, em todas as discussões e quando a direita já não tem argumentos. Mas a gente também se está borrifando para o excelentíssimo senhor Godwin que devia ter simpatias pelo facho e pela cruz retorcida nas pontas e que inventou a Lei para se precaver. Vem isto a propósito do baptizado [mas quem será o padrinho da criança?] da aliança, oca de ideias velhas e candidata às eleições europeias: é impressão minha ou o nome Aliança Portugal tem assim a modos que uma conotação fascista- nacionalista, um cinto com um S na fivela, obediência ao líder, fé cega nos predestinados e "lá vamos cantando e rindo"?

 

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||| O medo que os consome

por josé simões, em 13.04.14

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.03.14

 

 

 

E, na direita da família e dos bons costumes, a escolha só podia recair sobre uma história Disney onde há Complexo de Édipo, ao contrário das outras, onde as relações parentais são de tios para sobrinhos:

 

"organizado em 101 pontos, tantos como os dálmatas"

 

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|| Agora só em modo futeboleiro-regionaleiro…

por josé simões, em 28.12.12

 

 

 

Porque a diferença entre "cortes na despesa" e "centralismo de Lisboa" são os Carlos Abreus Amorins deputados pelos partidos da maioria que suportam o Governo. Quiçá meia avenida, e em modo futeboleiro-regionaleiro…

 

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|| Rewind / Fast Forward buttons

por josé simões, em 23.05.12

 

 

 

«"um conjunto de audições" com a editora e a jornalista de política do PÚBLICO, com a direcção do jornal e com o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas»

 

 

«Não, não são só os media; é também a sociedade portuguesa que está condicionada.
Nunca, como hoje, se sentiu este ambiente de condicionamento da liberdade. Do ponto de vista dos valores processuais da liberdade de opinião e da liberdade de expressão, vivemos, aqui e agora — ai de nós! —, num tempo de verdadeira «claustrofobia constitucional», de verdadeira «claustrofobia democrática».

 

[…]

 

Como aperfeiçoar um sistema democrático, se, ao fim de 30 anos de experiência e maturação, esse sistema declina, desliza e derrapa para um modelo simplista e «concentracionário» do «Grande Intendente», que tudo supervisiona, tudo tutela, tudo vigia?

 

Vozes do PSD: — Muito bem! Aplausos do PSD»

 

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|| O Paulo Rangel não gosta

por josé simões, em 12.05.12

 

 

 

By the way, é unipessoal [e intransmissível]