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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

100 anos depois

por josé simões, em 07.11.17

 

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100 anos depois, o que resta na imprensa europeia: uma referência de primeira página em dois jornais alemães e outra em dois jornais portugueses.

 

 

 

 

 

A morte matou a morte

por josé simões, em 18.06.17

 

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"A morte matou a morte" podia muito bem ser o título desta imagem de Adriano Miranda no Público.

 

O respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 18.01.17

 

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Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condena Portugal por violação da liberdade de expressão. Outra vez

 

 

 

 

Expressionismo alemão

por josé simões, em 01.12.16

 

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Esta foto de Jerónimo de Sousa na primeira página do Público ou  Nosferatu por Friedrich Wilhelm Murnau.

 

 

 

 

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Tudo numa imagem

por josé simões, em 23.06.16

 

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O jornal Público à procura do bloco central de interesses. David Dinis, fundador do órgão oficial da direita radical, ladeado por Francisco Assis, cruzado contra a "esquerda radical" e a "Geringonça", e Paulo Rangel, cruzado contra a "esquerda radical" e a "geringonça".

 

 

 

 

Descubra as diferenças

por josé simões, em 22.06.16

 

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Primeira página do jornal i

 

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Print screen do jornal Público online

 

 

 

 

 

E o problema é precisamente esse

por josé simões, em 19.06.16

 

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Ainda sou do tempo em que o que vinha nos jornais era letra de lei, papel de Bíblia, "como é que podes afiançar semelhante coisa? Vinha no jornal". Ponto. Pronto. E pronto, não se falava mais nisso, e as costas das mãos a baterem sincopadamente nas páginas abertas do jornal em cima da notícia, a prova provada, as tábuas do Moisés. Depois veio a net, e vieram os newsgroups e veio o hi5, e vieram os blogs, e veio o Facebook, e veio o Twitter, e veio o Google e o contraditório em milésimos de segundo, e os jornais e os jornalistas não vieram, ficaram lá atrás, no tempo do "veio no jornal", palavra do Senhor. E o problema, para os jornais, é precisamente esse.


[Imagem]

 

 

 

 

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E os espertalhões chutam para canto

por josé simões, em 19.06.16

 

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Fingindo não perceber que o que está em causa não são os 2 000 iniciais, nem os 15 000 da polícia nem tampouco os 80 000 da Fenprof, mas os 40 000, "não desmentidos pela polícia", metidos num Rossio metido dentro da Rua da Betesga, num milagre dos tempos modernos do jornalismo engagé, a chutar depois para canto à espera que o tempo passe.


[Imagem de Geoff Cordner]

 

 

 

 

Jornalismo engagé

por josé simões, em 18.06.16

 

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No dia 29 de Maio os colégios paralelos conseguiram meter 40 mil protestantes no quadrado vermelho na imagem, mais coisa menos coisa [atrás, de onde a foto foi tirada, há uma parede de casas], "segundo os números do movimento Defesa da Escola Ponto – que a PSP não desmente", já que uma das funções da polícia é tomar partido, mentir e desmentir, algo que não faz nem nos acidentes de viação, por exemplo.


No dia 18 de Junho a famosa organização e mobilização do PCP, que dá jeito invocar quando dá jeito desclassificar qualquer iniciativa, já que a Fenprof é do PCP e a CGTP é do PCP, como toda a gente aprende desde o dia em que nasceu, só consegue meter "alguns milhares" entre o Marquês e o Rossio em defesa da escola pública, apesar da ajuda dos esquerdalhos radicais do Bloco e dos radicais esquerdalhos que tomaram o PS por dentro – a Geringonça.

 

Jornalismo engagé é isto.

 

 

 

 

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||| aiôooooooo Silver!

por josé simões, em 16.01.16

 

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O Público tinha, a ilustrar esta notícia, uma grande foto de Sampaio da Nóvoa em cima do palanque onde, numa conjugação, numa feliz conjugação de luzes e sombras, o fotógrafo o captou com uma mascarilha de Lone Ranger nos olhos e, só quem em pequenino nunca leu bd do Mascarilha, do Lone Ranger, do Zorro é que pode ser pequenino ao ponto de dizer o contrário ou até ver alguma segunda intensão nisso, depreciativa da personalidade ou atentatória à imagem do candidato. E o facto de um par de horas depois o Público a ter substituído [por pressão da candidatura?] por outra, medíocre e com ar de parolo, diz mais do jornalismo que temos em Portugal do que do candidato à Presidência da República.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Pior que viver num universo paralelo

por josé simões, em 12.12.15

 

 

 

O Partido Socialista sobe nas sondagens, António Costa sobe nas sondagens que dão a maioria dos sondados a avisar um qualquer Presidente vedeta-interveniente que o Governo na base dos acordos parlamentares à esquerda deve concluir a legislatura. O Bloco de Esquerda sobe nas sondagens, Catarina Martins sobe nas sondagens que a põem à frente de Paulo Portas, ex-vice-primeiro-pantomineiro de Pedro Passos Coelho que continua a insistir na argumentação, a radicalizar o PS, a catalogar e etiquetar o PCP como extrema-esquerda, a radicalizar o Bloco de Esquerda, a radicalizar Catarina Martins, a colocar Catarina Martins como primeira-ministra sombra de António Costa, a mandante do Governo a par de Arménio Carlos da CGTP, nas ruas com a "tropa de choque". Pior que viver num universo paralelo é Pedro Passos Coelho não perceber que há um tempo para tudo e que o seu tempo já passou e que a cada dia que passa o seu tempo é mais passado. Ele que continue que vai no bom caminho.

 

 

 

 

||| Diz-me com quem andas...

por josé simões, em 03.12.15

 

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Na primeira quinta-feira pensei que fosse coincidência mas na segunda quinta foi assim e na terceira quinta foi assim e é assim todas as quintas no Público on-line, Assis e o contraditório ou Tavares e o contraditório ou Assis na twillight zone ou Tavares na twillight zone.

 

 

 

 

||| Pobres e mal agradecidos, é o que é

por josé simões, em 09.07.15

 

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Se, e segundo a agit-prop do Governo, Portugal é o país da União Europeia que mais cresce, se há mais empresas a abrir do que a fechar, o que não quer necessariamente dizer, e recorrendo a uma expressão cara a este Governo, empresas "a bombar", já que não nos é dito por quanto tempo é que as empresas abrem antes de tornarem a fechar e, como as empresas não podem falir ad eternum, tem de haver um ponto em que as empresas deixam de falir por já não haver mais "em stock" e portanto, a partir daqui, o saldo entre o deve e o haver só pode ser positivo, como e porque é que nos anseios do pagode para a nova legislatura surge, à cabeça, a criação de emprego pelo próximo executivo? Ou são pobres e mal agradecidos ou querem todos ter dois empregos para se empanturrarem em dinheiro, é o que é e só por si choca com a teoria vigente dos malandros do sul que não querem trabalhar.


[Imagem de Zuerichs Strassen]

 

 

 

 

||| Mitos urbanos

por josé simões, em 08.07.15

 

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[Aqui]

 

 

 

||| A diferença

por josé simões, em 07.12.14

 

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A diferença entre Mário Soares e Cavaco Silva é que Mários Soares já não sendo Presidente é o “senhor Presidente” e Cavaco Silva é Cavaco Silva, quando não só “o Cavaco”, a quem ninguém se levanta à chegada nem tira o chapéu à passagem.