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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.05.17

 

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Maria Luís questiona atraso do processo de venda do Novo Banco

 

[Na imagem "Psycho Anet Leigh's shower scene scream"]

 

 

 

 

 

Fake news

por josé simões, em 05.04.17

 

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Novo Banco: Esquerda é responsável por esta “má venda”

 

[Ler: Levar Portugal a sério (a sério)]

 

 

 

 

 

Chapéu!

por josé simões, em 03.04.17

 

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Tiro o meu chapéu a esta direita que, depois de quase 5 anos de Governo a esconder a banca da troika, a adiar uma solução para não sujar a saída limpa, a lavar as mãos atrás do biombo do Banco de Portugal para não comprometer a campanha eleitoral, a ter um vendedor, amigo, para o BES, repescado entre os secretários de Estado desempregados do Governo pelo Governador, amigo, reconduzido no Banco de Portugal, não só fazer passar para a opinião pública que tudo isto é obra dos socialistas, do Governo socialista, da esquerda radical, da Geringonça, como ainda meterem o primeiro-ministro e o ministro das Finanças a defender a solução. Chapéu!

 

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Normalidade democrática

por josé simões, em 31.03.17

 

A bull shark that was found in a puddle south of T

 

 

O Banco de Portugal [já] gastou 25 - vinte e cinco - 25 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes em assessoria para descobrir a solução para o imbróglio BES/ Novo Banco que consiste em o Estado injectar 4 000 000 000 000 - quatro mil milhões - 4 000 000 000 000 de euros do dinheiro do contribuinte no banco para o dar de mão beijada e sem direito de voto a um fundo "abutre".

 

Não há dinheiro para nada e ainda há a "sustentabilidade da Segurança Social" e o aumento da idade da reforma.

 

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Os ilusionistas

por josé simões, em 12.01.17

 

 

 

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, a 3 de Agosto de 2014: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes". Passos Coelho, a 4 de Agosto: [A solução] é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas". Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a 7 de Agosto: "Aconteça o que acontecer ao Novo Banco, [o Estado] não vai ser chamado a pagar eventuais prejuízos. Isso tem de ficar muito, muito claro". Cavaco Silva, presidente da República, a 26 de Setembro de 2014: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".

 

 

 

 

||| A fórmula mágica

por josé simões, em 25.02.16

 

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O Novo Banco, que só tem "colaboradores", quer despedir 500 "trabalhadores" com o apoio do Banco de Portugal para o despedimento de 500 "pessoas".


Subimos no rating da "pessoa humana", como agora se usa, na medida de desumanidade exactamente inversa: colaborador > trabalhador > pessoa. Despedida.


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||| PAF TREK. Episódio 1 - O Plano Juncker

por josé simões, em 24.02.16

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

||| Passos Coelho acusa António Costa de falta de transparência na TAP

por josé simões, em 14.02.16

 

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"Uma mudança na lei do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras permitiu que o Novo Banco negociasse a venda do Banco Internacional de Cabo Verde (BICV) diretamente e só com um interessado, neste caso José Veiga."


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||| A vaquinha

por josé simões, em 16.12.15

 

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Quase tão importante como a interrogação de Jerónimo de Sousa hoje no debate no Parlamento, "onde é que está o dinheiro a perder de vistas ganho com os juros do erário público empatado no fundo de resolução?" é saber em que teta ponto é que está a "vaquinha" que Pedro Passos Coelho se propôs encabeçar para ajudar os lesados do BES.


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||| Pornografia

por josé simões, em 05.11.15

 

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Pornografia é, por todos os motivos legais e mais alguns, alguém não ver devolvidos os 90 mil que, levado ao engano, investiu num banco falido pelo senhor que recebe 90 mil de pensão do banco que faliu.
Que o fundo de pensões não é o banco nem o banco é o fundo de pensões e que o dinheiro do fundo de pensões não é pago pelo contribuinte. Do fundo de pensões "esburacado".
Tal e qual o BES não era o GES nem o GES era o BES e as pessoas que tirem o cavalinho da chuva porque não tiveram uma carreira contributiva que justifique os 600€ mensais que recebem de reforma da Segurança Social, dito por um fulano que não sabia que tinha de descontar para a dita como forma de esta poder continuar a pagar os 600€ de pensões que as pessoas não podem continuar a receber porque para tal não descontaram.

 

 

 

 

||| PI – NÓ – QUI – O

por josé simões, em 24.09.15

 

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«Empréstimo ao Fundo de Resolução rende zero ao contribuinte


Juros pagos pelo Fundo ao Tesouro são despesa pública, anulando o ganho de 120 milhões de euros que Passos Coelho refere»


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||| O inominável primeiro-ministro de Portugal

por josé simões, em 23.09.15

 

Chuck Jones. Character layout drawing, Bugs Bunny,

 

 

«Pedro Passos Coelho frisou ainda que "quanto mais tempo demorar a vender o Novo Banco mais juros o Estado recebe desse empréstimo", explicando que já ganhou "mais de 120 milhões de euros no último ano"»


[Imagem "Chuck Jones. Character layout drawing, Bugs Bunny, production unknown"]

 

 

 

 

||| Da cobardia

por josé simões, em 15.09.15

 

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A gente até acreditava que o Governo não está escondido atrás do arbusto Banco de Portugal na trapalhada BES/ Novo Banco caso um juiz decretasse a proibição do primeiro-ministro, do vice-primeiro-ministro, da ministra das Finanças e restantes ministros e membros do Governo de contactarem Carlos Costa, governador do banco central. E mesmo assim...


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||| Na melhor das hipóteses

por josé simões, em 15.09.15

 

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Na melhor das hipóteses o Governo, escondido atrás do Banco de Portugal, vai acabar a entregar de mão-beijada a vender o Novo Banco à família Espírito Santo, já limpinho de dívidas, coberto pelo Fundo de Resolução dos milhões que os bancos não tinham, injectados pelo Estado, que é como quem diz o contribuinte, que vai mais uma vez salvar um banco e fazer disparar as contas do défice.


Não há dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para pagar pensões e reformas e a segurança social não é sustentável [repetir 10 vezes de manhã, ao almoço e ao deitar].


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||| Recapitulando

por josé simões, em 13.08.15

 

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O banco que não ia custar a ponta de um chavelho ao contribuinte:


Carlos Costa, governador do Banco de Portugal: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes."

 

Cavaco Silva, Presidente da República: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".


Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças: "A solução de financiamento encontrada – um empréstimo do Tesouro ao Fundo de Resolução a ser reembolsado pela venda da nova instituição e pelo sistema bancário – salvaguarda o erário público".

"Os contribuintes não terão de suportar os custos relacionados com a decisão tomada hoje. A nova instituição será detida integralmente pelo Fundo de Resolução".


Paulo Portas, vice-primeiro-ministro: : "É a mais aceitável das opções possíveis", [...] "basta" comparar com o caso BPN para chegar a essa conclusão. "O resultado da nacionalização do BPN foi que o contribuinte pagou milhares de milhões de euros. Isso seria uma tragédia", disse. Assim, diz, a medida de resolução que dividiu o BES num banco de transição (Novo Banco) e num banco mau (que ficou com os activos tóxicos) é "substancialmente diferente" e a "mais aceitável".

"Protege os depositantes, seja qual for o valor dos depósitos, protege os contribuintes, salvaguarda os postos de trabalho, evita rupturas de crédito à economia, contribui para a estabilidade do sistema financeiro como um todo", explicou Paulo Portas. Os accionistas e quem tinha dívida subordinada do BES são os que ficam com as perdas, já que ficam com o banco mau, que tem os activos tóxicos e de difícil recuperação.

 

O Governo em peso, um ano depois: "Governo conta com venda do Novo Banco para financiamento do Estado este ano.


Necessidades de financiamento do Estado já atingiram valor previsto para todo o ano. Governo conta receber empréstimo de 3900 milhões ao Novo Banco e espera venda o mais depressa possível.


No caso do governo é importante ir para a campanha eleitoral depois de cumprida a promessa, feita no quadro da resolução do Banco Espírito Santo, de que a solução para o BES não traria custos para os contribuintes, pelo menos directos."


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