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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Em 5 minutos

por josé simões, em 12.11.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

O imposto Pedro Mortágua

por josé simões, em 20.09.16

 

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

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Estamos todos bem

por josé simões, em 19.09.16

 

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Quarta semana do mês de Setembro do ano de 2016 e andamos todos a debater o que é ser rico em Portugal.


Estamos todos bem, pobres e remediados incluídos.
Parabéns à direita radical que consegue sempre definir a direcção do carreiro.


[Imagem]

 

 

 

 

Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria

por josé simões, em 19.09.16

 

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Podia Mariana Mortágua ter dito "há que ir buscar o dinheiro do contribuinte, que não há para pagar a saúde, a educação, as reformas e pensões e a sustentabilidade da Segurança Social, mas que foi usado para resgatar bancos e manter o statos quo de gerações de uma elite que, não só acumula riqueza, como vampiriza riqueza", que tinha soado muito melhor e toda a gente percebia. Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria e a direita radical aproveita.


[Imagem]

 

 

 

 

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||| Ele a fazer-se de desentendido

por josé simões, em 09.09.14

 

 

 

A questão colocada pela deputada Mariana Mortágua ao vice-primeiro-ministro Paulo Portas, "Como é que a troika não deu pelo BES?", e  que o vice-pantomineiro Paulo Portas logo tratou de devolver à deputada Mariana Mortágua, "Como é que a troika não deu pelo BES?", falha na forma como foi elaborada e colocada e que devia ter sido: "Como é que a troika, vinda do "nada" e poucos dias após ter caído de para-quedas na Portela, já tinha um "caderno de encargos" elaborado, minucioso e detalhado ao ponto de ir desde os administradores das malfadadas fundações até aos pacemaker usados nos hospitais passando pelos rolos de papel higiénico da casa de banho de uma qualquer subsecretaria de Estado do ministério da ida ao pote, e o BES lhe passou ao lado? Se calhar por ter havido um "lapso involuntário" da parte dos homenzinhos do "sentido de Estado" a caminho do ministério das Finanças, naquele frenético leva e trás de segredinhos aos ouvidos do "senhor olhos azuis", imbuídos da responsabilidade de "haver dinheiro para pagar salários e pensões" mas  não querendo fazer muitas ondas esquecidos sobre o pagamento do salário e da pensão do líder e mais contribuições avulsas com nomes de trocadilhos de anedotas brejeiras.

 

 

 

 

 

 

||| O défice como mecanismo de controlo social

por josé simões, em 05.09.14

 

 

 

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|| O Sistema

por josé simões, em 06.03.12

 

 

 

Incapaz de subverter "O Sistema", ou de sequer pensar em subverter [educação católica, família "da situação" / educação "na situação", família católica], limita-se a jogar o jogo consoante as regras que lhe são ditadas, sem nunca questionar os regulamentos nem quem faz os regulamentos.

Sempre assim foi, não é defeito é feitio, é a natureza das coisas, e é também por isso que, com mais ou menos "primaveras marcelistas" de aberturas à Esquerda, o professor nunca receberá o meu voto.

 

«"em muitos aspectos o sistema é o que é", mas considerou que "no quadro desse sistema" é preciso "não ir para posições que seriam questionáveis"»

 

[Imagem de Alex Beker]

 

 

 

 

 

 

|| Alexander Sack [*] revisited

por josé simões, em 03.03.12