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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.05.17

 

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Maria Luís questiona atraso do processo de venda do Novo Banco

 

[Na imagem "Psycho Anet Leigh's shower scene scream"]

 

 

 

 

 

Os malucos do riso

por josé simões, em 13.03.17

 

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Não há responsabilidade política do "doutor Paulo Núncio" [deve, rapidamente, schnell, schnell, reassumir os cargos, importantíssimos, a que renunciou no CDS?] mas a haver responsabilidade política essa é de Pedro Passos Coelho e numa matéria muito mais grave e importante e que só vagamente foi abordada em Conselho de Ministros, "fazia parte da visão do primeiro-ministro", e ainda por cima foi enganada por Maria Luís Albuquerque, já que estava de férias e assinou de cruz por confiar na palavra.

 

É neste espécime que o PSD pondera votar para a Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas que se avizinham.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Já se fazia um Congresso dos Jornaleiros

por josé simões, em 27.01.17

 

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Coisa verdadeiramente surpreendente é a condenação do marido de miss Swaps pelo Tribunal da Secção Criminal da Comarca de Lisboa com uma multa 15 euros diários durante oitenta dias [num total de 1 200 euros] e ainda a assumir as custas do processo, por coacção sobre o jornalista e actual director de O Jornal Económico, Filipe Alves, não ter sido notícia de primeira página nem abertura de telejornal, só merecendo uma nota de rodapé, ao pé de As Previsões da Maya, no online do campeão da transparência e da independência do jornalismo face aos poderes instalados, em geral, e ao político, em particular, desde que o particular envolva nomes ligados ao Partido Socialista.

 

Já se fazia um Congresso dos Jornaleiros para debater estas questões.

 

[Imagem]

 

* Jornaleiro

 

 

 

 

Os ilusionistas

por josé simões, em 12.01.17

 

 

 

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, a 3 de Agosto de 2014: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes". Passos Coelho, a 4 de Agosto: [A solução] é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas". Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a 7 de Agosto: "Aconteça o que acontecer ao Novo Banco, [o Estado] não vai ser chamado a pagar eventuais prejuízos. Isso tem de ficar muito, muito claro". Cavaco Silva, presidente da República, a 26 de Setembro de 2014: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".

 

 

 

 

Mais tabaco

por josé simões, em 14.12.16

 

 

 

E se a ideia fosse deixar a Caixa Geral de Depósitos de tal maneira de rastos que a solução fosse pôr o contribuinte a pagar os tais dos 5 mil milhões para a privatizar, sabendo-se que Pedro Passos Coelho e o inner circle neoliberal que tomou o PSD por dentro sempre se manifestaram a favor da privatização do banco? Ainda "era um favor que o comprador nos fazia", pagarmos-lhe para ficar com aquele cancro, o argumento usado nas "redes sociais" pelos ideólogos de Passos Coelho para justificar a oferta do BPN ao testa de ferro Mira Amaral.


[Vídeo]

 

 

 

 

A Verdadeira Trafulhice

por josé simões, em 21.10.16

 

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[Daqui]

 

 

 

 

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É o desvario e o descrédito total

por josé simões, em 18.10.16

 

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O PSD chuta com o pé que tem mais à mão, convoca a comunicação social e manda Maria Luís Albuquerque, do corte de 600 milhões de euros nas pensões a pagamento, mostrar a indignação do partido por não haver uma subida das pensões mais baixas e pelo mísero aumento de 10 € nas outras.


Se fosse no jogo do pontapé-na-bola era urgente uma "chicotada psicológica", assim é só o desvario e o descrédito total.


[O Diabo que não chegou em Setembro na imagem]

 

 

 

 

Por uma vez miss Swaps fala verdade

por josé simões, em 03.07.16

 

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Por uma vez miss Swaps fala verdade quando diz "se eu fosse ministra as sanções não se colocavam" porque Maria Luís no ministério das Finanças servia para sentar ao lado de Wolfgang Schäuble nas reuniões do Eurogrupo como exemplo do bom aluno e do virtuosismo da austeridade expansionista a atirar à cara da Grécia de Varoufakis, e porque as sanções não são contra o Governo da direita radical PSD/ CDS de que foi ministra das Finanças, nem sequer contra Portugal e contra os portugueses, as sanções são contra um Governo de esquerda, suportado por uma maioria de esquerda no Parlamento, que ousa seguir uma política económica oposta à linha definida pelo Eurogrupo, uma instituição que legalmente não existe dentro da União Europeia, um eufemismo para legitimar o pensamento de Wolfgang Schauble.

 

 

 

 

||| Dito assim até parece

por josé simões, em 13.05.16

 

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Não digo o patriotismo que podiam interpretar como uma indirecta para a máxima de Samuel Johnson e corria o risco de levar com um processo em cima, mas o sentido de Estado do ex-primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e da ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, palpita-me que ainda vamos ficar a saber que também o ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas afinou pelo mesmo diapasão, preocupados com a execução orçamental do Governo 'Geringonço', com os sacrifícios dos portugueses e com a imagem de Portugal nos mercados [a ordem é arbitrária]. "Se descontarmos uma medida que não foi tomada por nós [o Banif] tivemos um défice de 3%". Se descontarmos que 10 dos 12 meses do ano foram da sua [deles] responsabilidade; se descontarmos quem é que escondeu o Banif debaixo do tapete do Banco de Portugal para maquilhar as contas e não estragar a narrativa da saída limpa e do relógio de Aljubarrota em marcha à ré no Largo do Caldas; se descontarmos quem é que depois se escondeu atrás do biombo do Governador do Banco de Portugal, como já se tinha escondido com o BES;  se descontarmos isto tudo e ainda se descontarmos a comunicação social câmara de eco que vai repetir, subserviente, a lengalenga ad nauseam; se descontarmos os paineleiros-comentadeiros do pensamento único dominante, nas televisões a tecerem loas e a cantarem hossanas à atitude responsável e desprovida de calculismos eleitorais; se descontarmos até merece um elogio o voluntarismo e uma medalha no 10 de Junho e o nome numa praça ou numa avenida quando a história os julgar.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Da ética

por josé simões, em 09.03.16

 

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Na casa da democracia a sub-comissão de ética reune à porta fechada.


[Imagem]

 

 

 

 

||| “Não estraguem, por favor, não estraguem”

por josé simões, em 04.03.16

 

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"O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou esta sexta-feira que não está em condições de adiantar se as empresas públicas de transportes conseguirão pagar ao Santander Totta, depois de o Estado português ter sido condenado pelo Commercial Court de Londres a pagar 1,8 mil milhões de euros ao banco espanhol no âmbito do processo por quebra unilateral dos nove contratos swap celebrados entre 2005 e 2007."


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"Só peço uma coisa ao PS: Não estraguem, por favor, não estraguem"

 

 

 

 

||| "Todo o trabalho merece recompensa", voz pop

por josé simões, em 03.03.16

 

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Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças do Governo que injecta 800 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes no Banif, responsável pelo ministério que tutela a venda do crédito mal parado do Banif à Arrow Global, que contrata a ex-ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, como administradora não-executiva três meses depois de ter saído do Governo.


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||| "Não estraguem, por favor, não estraguem"

por josé simões, em 25.01.16

 

 

 

E é assim que, por via da austeridade muito bem explicadinha, tim-tim por tim-tim aos portugueses, como defendia Marcelo, O Comentador, nas conversas em família nas noites de domingo, e Marques Mendes em menor escala [não é piada à estatura física do senhor mas às audiências que o respectivo programa tinha], que é como quem dizia massivas doses de agit-prop do pensamento único dominante, e o que ainda continua com a televisão do militante n.º 1 à cabeça que, com mais Banif menos Banif, mais dias feriados repostos menos dias feriados repostos, mais salário mínimo aumentado menos salário mínimo aumentado, mais reposição da sobretaxa de IRS menos reposição da sobretaxa de IRS, os senhores continuam, ainda continuam com 35% das intenções de voto.


"Contribuintes não terão devolução da sobretaxa paga em 2015"


["Não estraguem, por favor, não estraguem"]

 

 

 

 

||| Saídas limpas e relógios em marcha à ré para lembrar 1640 que deixou de ser feriado

por josé simões, em 15.01.16

 

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«a solução permitiria "recuperar totalmente a ajuda concedida pelo Estado ou pelo menos remunerá-la adequadamente", numa referência aos 825 milhões de euros que o Tesouro tinha injectado no Banif»


«Bruxelas propôs a Maria Luís Albuquerque solução para o Banif em Dezembro de 2014»

 

 

 

 

||| Há aqui um padrão

por josé simões, em 22.12.15

 

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Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque escondidos atrás de Carlos Costa do Banco de Portugal no caso BES, Pedro Passos Coelho escondido atrás de Maria Luís Albuquerque escondida atrás de Carlos Costa do Banco de Portugal no caso BANIF, Paulo Portas o profissional da invisibilidade quando há gaivotas em terra. É o padrão mentira e cobardia.


Adenda: tem razão Maria Luís Albuquerque quando diz que "há um problema de supervisão" pelos sucessivos problemas que têm surgido na banca portuguesa. Só que não é desde a nacionalização do BPN em 2008, é desde a privatização do BES em 1991.


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