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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Como diria a direita radical

por josé simões, em 18.03.17

 

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Como diria a direita radical - PSD/ CDS, se fosse no privado tinha sido despedida sem apelo nem agravo:

 

Teresa Leal Coelho falhou 91 reuniões como vereadora em Lisboa

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Para bom entendedor

por josé simões, em 15.12.16

 

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Dirigentes do PSD apelam a Passos para candidatar-se à Câmara de Lisboa


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"E os símbolos estão datados e até podem ser ofensivos"

por josé simões, em 20.07.16

 

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Não estamos a apagar nada, nem a recuperação da memória significa a recuperação de determinada simbologia.

 

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Que outro valor mais alto se alevanta

por josé simões, em 09.06.16

 

Proposta-Concurso-Sardinhas-Festas-Lisboa.png

 

 

A revista Visão já tinha anunciado em Abril a ida de Maria Luís e também do presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, à reunião. No entanto, Medina não consta da lista que a organização enviou ao DN e fonte do gabinete do autarca garante nunca ter tido conhecimento desta visita. Até porque há vários compromissos no âmbito dos santos populares.


[Imagem e título]

 

 

 

 

||| Outros arquitectos de regime

por josé simões, em 23.06.15

 

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[Imagem]

 

 

 

 

||| Polícias e papagaios, a mesma luta

por josé simões, em 22.05.15


Como as imagens o comprovam, a PSP no Marquês de Pombal em Lisboa, por ordem do Comando do Corpo de Intervenção, sem o equipamento de protecção indicado e adequado para fazer frente às hordas de hooligans.

 

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Como também as imagens comprovam, a PSP em Guimarães, por ordem do Comando do Corpo de Intervenção sem o equipamento de protecção indicado e adequado, vê-se em palpos de aranha para controlar e manietar um facínora infiltrado numa claque de futebol.

 

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 E os papagaios repetem e repetem e repetem e tornam a repetir isto sem que ninguém lhes diga para olharem para as imagens que eles próprios colocam no ar pelos écrans das próprias televisões ou sequer lhes diga que em Londres os 'bobbies' nem arma usam...

 

 

 

 

||| Grandes títulos do Correio da Manha

por josé simões, em 06.04.15

 

 

 

«O filho de comunistas que vai mandar na maior Câmara do país». Há 40 anos a fazer opinião, liberdade para pensar e o coise.


[Imagem]

 

 

 

 

||| cc Turismo de Lisboa e Turismo de Portugal, não necessariamente por esta ordem

por josé simões, em 28.11.14

 

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Symmetric Lisbon Series

 

 

 

 

 

 

 

 

||| Eu que nasci em Setúbal, moro em Setúbal, trabalho em Setúbal e voto em Setúbal

por josé simões, em 14.10.14

 

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Não deixo de me maravilhar com as críticas ao presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, por causa da maré cheia no Tejo, da parte daqueles que deram sucessivas maiorias a Nuno Abecasis. Só lhes falta acrescentar um "o arquitecto Ribeiro Telles é que tinha razão" para a filha da putice ser ainda maior.


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||| A moda é do povo não é de Moscovo

por josé simões, em 20.09.14

 

 

 

Desta nem o PCP ou o Bloco se lembravam:

 

«CDS defende que os desfiles da ModaLisboa devem ser abertos à população»

 

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||| É muito mais do que isso

por josé simões, em 28.08.14

 

 

 

«Que dizer desta esta escolha dos centros comerciais, que são de alguma forma espaços apropriados pela classe média…
Porquê o Vasco da Gama? Porquê o Colombo? Porque são espaços de consumo e de grande visibilidade, onde vai muita gente e que são, de certo modo, símbolos. Mas eu até diria que os centros comerciais são transclassistas. Há gente que vai lá para fazer compras, porque eles teoricamente são comerciais, mas, muito mais do que isso, eles hoje são lugares onde as pessoas vão para verem e para serem vistos. Diria que os centros comerciais são os novos lugares de cruzamento das pessoas.

 

Seria abusivo presumir-se que haveria na escolha dos lugares alguma intenção de entrar e "contaminar" os tais espaços da classe média?
Eu acho que há uma intenção de os adolescentes se visibilizarem aos olhos das classes que eles suspeitam ou que imaginam que estão nestes espaços que são as classes médias. Acho que é só isso. [...]»

 

 

São as novas praças e avenidas, espaços públicos mas de direito privado, higienizado de todo o debate e opinião crítica e onde a única linguagem tolerada é a linguagem do marketing. Fecha-se a porta, acaba-se a contestação. Assim o pensaram e delinearam as corporações, no percurso pela hegemonia das marcas na sociedade,  ao juntarem a oferta consumista num mesmo espaço, fechado e atractivo, porque protegido dos humores do clima, numa oferta aparentemente diversificada e desferindo um golpe nos pequenos negócios e negócios independentes. Genial.

 

O reverso é que o público alvo das corporações e das marcas são os jovens, os mesmíssimos jovens que são primeiros a sentir na pele a exclusão e a desigualdade, o fosso cada vez maior entre os cada vez menos, mais ricos, e os cada vez mais, mais pobres, vítimas do novo capitalismo financeiro, o desemprego e as dificuldades dos pais pelos baixos salários e pela precariedade, os jovens sem saída profissional, os jovens "no future" em casa dos pais até à velhice, os jovens com cursos superiores e trabalhos precários, ou em partime, mal remunerados, aos balcões dos centros comerciais... das marcas e das corporações.

 

É muito mais do que isso. É pior, ou melhor do que isso, dependendo do ponto de vista. Mesmo sem o saberem, mesmo que inconscientemente e sem o admitirem, os jovens direccionam o seu protesto e a sua revolta mesmo direitinho ao núcleo, ao "osso" que é onde dói mais, o centro comercial das marcas e das corporações que necessitam dos jovens para sobreviver. E isto é uma coisa maravilhosa, porque não "prevista" na sociedade higiénica, clean e de gente guapa. idealizada pelas corporações e pelas marcas.  

 

 "The Future's So Bright, I Gotta Wear Shades", Timbuk3.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| Coisas Verdadeiramente Estúpidas

por josé simões, em 27.08.14

 

 

 

Acabamos com os brasões na Praça do Império, limpamos o passado, purificamos a nossa história e não se fala mais nisso. O colonialismo nunca existiu e a prova disso é que nem há brasões das ex-colónias na Praça do Império. A seguir a câmara de Lisboa muda o nome da Praça do Império para "Praça do Futuro Radioso No País Sem Passado" porque "Praça dos PALOP", apesar de ser muito bonito e muito in, é um topónimo à partida excluído pelos engulhos que a Guiné-Equatorial causa à "esquerda" revisionista moderna e prá frentex, que pactuou com Hosni Mubarak e Ben Ali na Internacional Socialista, e que ainda tem muito trabalhinho pela frente, a começar logo por ali - Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos,  na [re]construção de um país inócuo, incolor e indolor, expurgado de todas as memórias que não cabem nos cânones do homem novo no país novo. Não se vê, não se lê, não se fala nisso, não existiu.

 

É uma chatice a cleptocracia angolana vir às compras a Lisboa, com os kuanzas esbulhados ao seu próprio povo, e dar de caras com os brasões das ex-colónias numa Praça de um Império. Não vamos chatear a máfia de José Eduardo e Isabel dos Santos com minudências da História de Portugal que o dinheirinho faz falta ao comércio da Avenida da Liberdade, sem a calçada portuguesa por causa dos stilettos heel das damas, e ainda há a Sonangol e os editoriais do Jornal de Angola e o MPLA na Internacional Socialista.

 

“Respondeu-me que os brasões são sinais do colonialismo e que não contasse com ele para tratar daquilo”

 

"Câmara de Lisboa vai acabar com brasões das ex-colónias no jardim da Praça do Império"

 

A câmara de Lagos, no Algarve, é que já derrubava de vez o Mercado dos Escravos. E aquela estátua do Infante D. Henrique também não está ali a fazer nada.

 

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||| "Não há almoços grátis"

por josé simões, em 06.08.14

 

 

 

«Segundo o despacho, Pedro Santana Lopes "não auferirá qualquer remuneração, correspondendo à disponibilidade manifestada pelo próprio em exercer a título gratuito" as funções de provedor da SCML [Santa Casa da Misericórdia de Lisboa].

 

O despacho aprovado pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e pelo ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, […]»

 

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||| A sabedoria popular nas expressões populares

por josé simões, em 06.08.14

 

 

 

Quando voltarem a ouvir a expressão "pensas que isto é a Santa Casa, ou o quê?!" como resposta a alguém que está a pedir mais do que lhe é devido, alguém que se está a esticar ou, como diria um personagem de má memória, alguém que quer viver acima das nossas possibilidades, lembrem-se disto:

 

«Lugares-chave da Misericórdia de Lisboa são ocupados por militantes do PSD e do CDS»

 

 

 

 

 

 

||| Misericórdia para a Misericórdia

por josé simões, em 05.08.14

 

 

 

"Não há almoços grátis". E não é o endereço de e-mail do abominável homem das Neves para aquelas coisas que escreve às segundas no Diário de Notícias. O homem até fez um figurão, que sim senhor, que aceitava o cargo, que até era um cargo não remunerado, altruísmo, caridade cristã e tal. E vai renovar. Mérito e competência. Como diria o vice-trampolineiro Paulo Portas, ex-partnair no Governo do berço onde o bebé levava caneladas e carolos e quanto mais chorava mais caneladas e carolos levava, também ele muito zeloso do dinheiro dos outros, sem segundas intenções, "o socialista é muito bom a gastar o dinheiro dos outros mas quando acaba o dinheiro chamam-nos a nosotros y a vosotros para compor as coisas"

 

«Futuro da Misericórdia de Lisboa pode estar em causa, dizem auditores

 

Pareceres que a instituição nunca tinha divulgado mostram preocupação com a evolução dos resultados e com a dimensão do recurso aos ajustes directos com consulta a um único fornecedor.»

 

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