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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.07.17

 

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Apenas quatro dia depois de ter feito gordas de primeira página para uma notícia baseada na boataria e no diz que disse do Facebook o Expresso faz um multimédia "acredita mesmo em tudo que lê na internet?"

 

[Imagem]

 

 

 

 

A Voz do Povo

por josé simões, em 26.07.17

 

 

 

Ao balcão do café: "A Procuradora do PSD nomeada pelo PSD safou o líder para lamentar do PSD com uma pinta do caraças"

 

 

 

 

 

O PSD tal e qual ele é

por josé simões, em 26.07.17

 

 

 

Nem Pedro Passos Coelho nem Hugo Soares vieram pedir desculpa aos portugueses por durante três dias terem andado a alimentar uma teoria da conspiração, uma espécie de "x-files" à portuguesa, com base no jornalismo do "diz que disse" nas "redes sociais" e de uma "empresária" contadora de cadáveres, do Expresso, amplificado pela SIC e pela SIC Notícias, instrumentalizando as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, e seus familiares, com o intuito de capitalizar politicamente. Escroques.

 

 

 

Um cómico este Hugo Soares

por josé simões, em 25.07.17

 

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Se o PSD não sabe se a lista das vítimas do incêndio em Pedrógão Grande está ou não em segredo de justiça primeiro pede um esclarecimento à Procuradora-Geral da República e depois, consoante a resposta recebida, pede ou não ao Governo para o levantar, não faz chicana política nem tenta capitalizar com a desgraça e o sofrimento alheios. E, em caso de dificuldade, faz pedagogia e pede ajuda à comunicação social militante que desconhece a separação de poderes num Estado liberal democrático, acampada à porta do primeiro-ministro e da ministra da Administração Interna,  ao invés de ir bater às portas certas [que não são propriamente as das "redes sociais" e as das empresárias elaboradoras de listas].

 

 

 

 

Jornalismo rasca

por josé simões, em 25.07.17

 

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[Clicar na imagem].

Sábado o dia todo, domingo o dia todo, segunda-feira o dia todo, todo o santo dia à roda de uma suposta notícia na primeira página do Expresso de sexta-feira à meia-noite. A todas as horas certas em todos os telejornais "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "segundo o Expresso", "as listas que circulam nas redes sociais", "uma empresária que fez uma investigação". O verdadeiro jornalismo rasca neste momento tem casa no Expresso e na SIC e SIC Notícias, já que o Correio da Manha não tem pretensões a "jornalismo de referência".

 

[Gravação]

 

 

 

 

 

As coisas como elas são

por josé simões, em 24.07.17

 

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Os critérios para contabilizar as vítimas de incêndios deixaram de ser os definidos pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses para passarem a ser os que dão jeito ao PSD e CDS na oposição, amplificados pela comunicação social militante.

 

Não há indemnizações pagas por os nomes das vítimas do incêndio se encontrarem em segredo de Estado que não é violado como nos casos mais mediáticos a envolverem políticos por ser uma violação que não rende primeiras páginas nem aberturas de telejornais.

 

O Governo não se marimba para a separação de poderes e não interfere no trabalho do Ministério Público e da Polícia Judiciária.

 

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Um fim-de-semana em beleza

por josé simões, em 16.07.17

 

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   - Aquilo é o Monte do Tempo, o local da "Pedra do Sacrifício", o Templo de David e Salomão, de Salomão o Rei dos Judeus, os judeus do judaísmo, a religião monoteísta mais antiga do mundo, e aparece um imbecil com a cabeça enrolada em trapos e com tempo de antena global nas televisões de todo o mundo a falar em "potência ocupante".

 

   - Pedro Passos Coelho, que foi a Pedrógão Grande ainda o fumo saía das brasas do incêndio e que logo aproveitou a tournée para anunciar urbi et orbi o suicídio de cidadãos anónimos movidos pelo desespero e pelo abandono a que foram votados pelo Governo socialista, vem agora bramar para as televisões contra o "aproveitamento político" e o indecoro que é a presença na região dos ministros do Governo socialista no exercício da função para a qual foram investidos, serem ministros e resolverem os problemas das pessoas.

 

Um fim-de-semana em beleza.

 

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Reservoir Dogs

por josé simões, em 06.07.17

 

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Uma legenda para esta foto. Quentin Tarantino não teria feito melhor.

 

 

 

 

"Não faz sentido estar a demonizar o eucalipto"

por josé simões, em 29.06.17

 

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O problema do eucalipto é o minifúndio, principalmente, e por razões históricas, aprendia-se dantes na escola, a norte do rio Mondego. E depois meteram na cabeça das pessoas que podiam ficar ricas à conta do "petróleo verde", era só plantar, esperar que crescesse, chamar o lenhador e meter o dinheiro ao bolso. E agora temos um problema. Um problema de florestas cerradas em guarda de honra a estradas nacionais e municipais. Tão cerradas que nem os comandos lá conseguem entrar. Tão cerradas que eram bem capazes de servir como cenário a uma remake de Apocalipse Now. Portanto, e mais uma vez e outra vez e as vezes que forem necessárias, Pedro Passos Coelho é desonesto, não é defeito é feitio, quando diz que a floresta de eucalipto é a que arde menos e aquela onde o fogo se apaga com maior facilidade, a menos que ideia seja entregar todo o território nacional às celuloses, processo interrompido com a saída de Assunção Cristas do ministério da Agricultura e de Pires de Lima do ministério da Economia.

 

Entre o diabolizar o FMI, o Diabo que vem e o demónio no eucalipto, lá vai ele cantando e rindo.

 

[Na imagem um troço da EM 621 entre Vale de Cambra e o alto da Serra da Freita]

 

 

 

 

Ministro porque sim

por josé simões, em 29.06.17

 

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Nas democracias os cidadãos deviam ter o direito de saber qual/ quais os critérios subjacentes à a atribuição do cargo de ministro, e respectivo ministério, a determinada pessoa.

 

 

 

 

Descubra as diferenças

por josé simões, em 28.06.17

 

 

 

Queremos ter mais metros cúbicos de eucalipto mas na mesma área

 

Não haverá mais um único hectare de eucalipto em Portugal

 

 

 

 

Andam a gozar com o pagode?

por josé simões, em 28.06.17

 

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Gastamos 500 milhões de euros, do dinheiro que não há para nada, numa rede de emergência e segurança em parceria público-privada com um bando de gangsters - SLN/ BPN, PT, BES, e que mesmo antes de falhar já não merecia a confiança da Polícia Judiciária, e que depois de falhar em toda a linha, na maior tragédia de que há memória na história recente do país, se audita a si própria com nota máxima e resultados de "Excelente", recebe duas antenas novas, como consignado nos contratos de todas as PPP onde o Estado arca com o prejuízo e o privado com o lucro, aponta o dedo ao marido da culpa nesta história - a Protecção Civil, que desconfia, como todos os portugueses sem ligação ao bando de gangsters que ficou com o dinheiro dos nossos impostos que não há para nada, de que em situações mais complexas o sistema torne a falhar com resultados ainda mais catastróficos  Andam a gozar com o pagode?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Um canalha

por josé simões, em 26.06.17

 

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Todo lampeiro, sem respeito por ninguém, vivos e mortos, a chegar-se à frente para tirar dividendos das urnas nas urnas.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O dissimulado

por josé simões, em 26.06.17

 

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Que o Estado falhou. E que a falha do Estado foi colmatada pela "sociedade civil", esquecendo-se, o dissimulado, de referir que foi a "sociedade civil" sem qualquer apoio do Estado. Não só estragava a narrativa como inviabilizava o princípio ideológico de desmantelar e privatizar o Estado, nas sua função social, em benefício de determinada da "sociedade civil", continuando contudo o Estado a subsidiar com o dinheiro dos contribuintes com o álibi da "proximidade" de quem está no terreno.

 

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O PSD a arder

por josé simões, em 24.06.17

 

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[Sofia Vala Rocha no Twitter]