O deputado do Partido da Nova Democracia eleito para a Assembleia da República e candidato pelo PSD à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
[Imagem de autor desconhecido]
O deputado do Partido da Nova Democracia eleito para a Assembleia da República e candidato pelo PSD à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
[Imagem de autor desconhecido]

Sim, que a equipa joga futebol bonito e ao ataque e marca golos, e que consegue fazer jogadores improváveis para jogar e vender, se nos esquecermos dos prováveis de todos os cantos do mundo ao peso do ouro que entram e saem sem que ninguém nunca mais se lembre deles, e que também inventa linhas e estratégias nos jogos decisivos e que acaba sempre por falhar nos momentos cruciais, com o pormenor de não ser a falha dele mas a derrota da equipa e os títulos do clube.
Para o currículo de Jorge Jesus fica, não que ganhou um campeonato e duas canecas de Carlsberg pelo SL Benfica, mas que em quatro anos conseguiu perder dois – 2 – dois campeonatos seguidinhos para um FC Porto treinado por Vítor Pereira. Num ia com cinco pontos de avanço com a meta à vista, noutro com quatro quase ao ligar do photo finish. E vai renovar por mais não sei quantos anos. Por vontade do presidente são quatro. Força e siga!
E como se não bastasse o que basta ainda em riscos de contrair o "The Peseiro Syndrome".
[Béla Guttmann na imagem]
O drama de Vítor Pereira não é ir atrás do SL Benfica na tabela classificativa apesar, e usando uma expressão muito em voga, "da mão atrás do arbusto" que o acompanha desde o dia em que caiu, sem saber ler nem escrever, de pára-quedas no banco do Fóculporto. Não. O Drama de Vítor Pereira é ter a consciência plena das suas limitações e que daqui vai para lado nenhum ou, na melhor das hipóteses, cair num banco da 2.ª ou 3.ª divisão de onde nunca mais vai sair para todo o sempre. E só por isso merece um pouco mais de respeito, afinal não é tão burro quanto o pintam.
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Não deixa de ser irónico que, e nos tempos que correm na Europa, duas equipas alemãs de futebol [Bayern de Munique e Borussia Dortmund], eliminando sistematicamente todas as equipas de futebol da Europa continental que apanharam pela frente, cheguem à final da competição, a disputar em pleno coração do "porta-aviões" de Churchill. Über Alles e sorriso amarelo.
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Jorge Jesus faz lembrar aquele dj que guarda na mala os hits para o calor da noite, que nunca chega a acontecer porque ele não usa os hits que tem guardados na mala.
Acabar por ganhar um a zero, e à rasquinha, um jogo que era para goleada.
Em momentos críticos, ler: em jogos decisivos, Jorge Jesus inventa linhas, adapta jogadores, inventa tácticas de jogo e o Benfica perde. Não, ainda não me esqueci do jogo da Liga Europa em Liverpool. Se o Benfica ganhasse Jorge Jesus era o mestre da táctica e da estratégia, o problema é que o Benfica nunca ganha e há carradas de treinadores disponíveis no mercado.
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Ainda sou do tempo de Durão Barroso levar uma monumental assobiadela no estádio da Luz. Just saying…
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José Mourinho começa a sofrer da síndrome do ditador que vê em todos os que o rodeiam potenciais conspiradores e assassinos. Ainda vai acabar com um provador de água de garrafa ao lado no balneário [se entretanto não acabar com o balneário].
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[O discurso… aaa… o discurso intermitente… aaa… do seleccionador… aaa… nacional, já indiciava, já indiciava… aaa… qualquer, qualquer coisa. Não ligam… aaa… não ligam aos sinais…]
[Não é o equipamento da Selecção na imagem, é "Black Square" de Kasimir Malevich]

Franky Vercauteren, que não percebe nada de mind games manhosos, típicos dos latinos do sul da Europa, veio dizer que uma equipa profissional tem de estar preparada para jogar dois jogos em três dias e que o problema era mental, «estávamos focados para jogar esta noite, vamos ter de nos focar amanhã outra vez e na segunda-feira outra vez».
Só que, e para superar o tal do "problema mental" está cá [lá] a direcção do Sporting. Lança para cima da mesa a bisca do adiamento do jogo com o eterno rival - que sabe ser impossível à luz dos regulamentos, como última esperança para acirrar o ânimo a uma equipa psicologicamente destroçada ao mesmo tempo que aquece os ânimos aos trogloditas, vulgo claques, e, se pegar, se o Sporting ganhar, ganhou contra tudo e contra todos e ainda contra o tempo horário e o tempo meteorológico e, mais importante que tudo, ganhou contra o SL Benfica. Se perder, perdeu contra tudo o que pode ser invocado em caso de vitória, em futebolês corrente, foi roubado na secretaria.
Como diria o Jaime Pacheco, é uma faca de dois legumes. Tens muito que aprender, oh Franky.
O futebol praticado pela Selecção Nacional, resumido exemplarmente numa só frase, por um daqueles senhores que fazem ruído de fundo durante as transmissões – e a que se convencionou chamar de “comentador” – de serviço ao jogo na RTP:
"Este tipo de relvado não se adequa ao futebol de Hélder Postiga"
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O Barcelona de Tito Vilanova joga com os peças nos lugares para os quais nasceram, o Benfica de Jorge Jesus adapta peças e inventa linhas, com especial apetência pelos jogos "a doer".
O Barcelona de Tiro Vilanova joga 90 minutos com Leonel Messi, o Benfica de Jorge Jesus joga 30 minutos com Pablo Aimar. Depois de estar a perder. Por dois a zero. Em casa.
Num curso para treinador de futebol, os alunos de Jorge Jesus, completamente ignorantes por não conseguirem perceber que quando a táctica não se adequa à realidade do jogo é porque a realidade do jogo está mal, não passariam o primeiro ano do curso.
Com pastilha elástica. Muita pastilha elástica. Só o stôr é quem tem autorização para comer pastilha elástica dentro da sala de aula.
[Imagem via Things Organized Neatly]

O Conselheiro de Estado, e futuro candidato autárquico fora-da-lei, depois de ter malbaratado 16 milhões de euros dos impostos dos contribuintes a patrocinar o futebol profissional com salários pagos a peso de ouro, continua embalado fora-da-lei como futuro ex-presidente.