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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Twilight zone spiral tunnel

por josé simões, em 09.10.17

 

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"Progressões na carreira congeladas". É-se promovido não por mérito, não por uma avaliação de desempenho, é-se promovido porque sim, porque se está há xis tempo naquele posto e há que passar ao superior, já é tempo de ganhar mais ordenado, seja o melhor do mundo ou o maior calaceiro da repartição, câmara, ministério, junta de freguesia ou hospital.

 

 

 

 

Verdade alternativa

por josé simões, em 27.04.17

 

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O aspecto mais curioso, chamemos-lhe assim, do argumentário justificativo da tolerância de ponto dada aos funcionários públicos aquando da visita de Francisco, Papa, a Fátima, ou à cova Deiria, como dizem as televisões, argumentário comum ao Governo, aos partidos da 'Geringonça' e à direita radical beata, uma verdadeira 'união nacional', prende-se com o facto de "muitos portugueses manifestarem interesse em se deslocarem ao santuário", por coincidência, e só por coincidência, todos funcionários públicos, que no Estado laico o sector privado não tem tempo para terços nem se governa com Pais-Nossos e Avé-Marias.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Caladinhos

por josé simões, em 27.04.17

 

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Em nome da Função Pública e com a benção dos partidos da 'Geringonça', ateus-agnósticos-jacobinos-laicos e religiosamente multi coloridos mas com a base eleitoral de apoio à sombra do Estado.

 

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Nicho de mercado

por josé simões, em 18.11.16

 

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Diz que os funcionários públicos têm a progressão na carreira e os salários congelados desde 2009.


[O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, em trabalho voluntário na Festa do Avante! na imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 17.05.16

 

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A primeira página do jornal i

 

 

 

||| Ainda que mal pergunte

por josé simões, em 09.02.16

 

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Se em 2013 o horário de trabalho dos trabalhadores do Estado passou de sete para oito horas por dia e de 35 para 40 horas por semana sem que os abrangidos pela medida tivessem visto o seu salário aumentado na respectiva proporção, logo não havendo aumneto da despesa para o Estado, porque é que em 2016 o regresso a sete horas diárias/ 35 semanais vai implicar custos para o erário público?


[Imagem "An English Summers Day Southend on Sea, Essex, Saturday 17 August 1974", Homer Sykes]

 

 

 

 

||| "Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar durante estes quatro anos”

por josé simões, em 04.01.16

 

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«Quase metade dos funcionários públicos portugueses considera que o salário auferido "não é suficiente para viver com dignidade


"Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar durante estes quatro anos", baixar os custos do trabalho.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Mais "reformas estruturais"

por josé simões, em 28.08.15

 

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«A selecção dos novos 2882 funcionários das escolas já está a decorrer, e entre os candidatos, "estão a aparecer licenciados e até doutorados"»


«Alguns dos novos funcionários das escolas podem ser tratados por doutor»


[Imagem de Vincent Bousserez]

 

 

 

 

||| Em bancos e universidades

por josé simões, em 30.07.15

 

 

 

Em bancos, privados e em universidades, também privadas, por exemplo.


"Promover estágios para funcionários públicos em empresas privadas, sobretudo em áreas de forte desenvolvimento técnico e tecnológico, por forma a transpor conhecimento do setor privado para o setor público nos domínios da gestão, da inovação e das práticas de gestão em ambiente de mercado/concorrencial"


[Imagem]

 

 

 

 

||| A fórmula mágica

por josé simões, em 29.07.15

 

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A fórmula mágica para o crescimento supersónico de dois dígitos ao ano, para o infinito e mais além: baixos salários, ausência de direitos e garantias, reivindicações laborais e contestação social inexistentes, sectores chave da economia nas mãos do Estado [chinês], ginástica laboral e, tal como nas escolas, bicicletas para o povo.


«Os portugueses não comem estudos de 3 milhões de euros sobre a caracterização das deslocações dos funcionários públicos», podia ter dito Pedro Passos Coelho, mas não disse.


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||| Que se lixem as eleições

por josé simões, em 16.07.15

 

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Ainda para mais quando não é de saque ao Estado que se trata, via privatizações, schnell, schnell. É de contestação social, greves, barulho nas ruas, qual é a pressa? Pode esperar. E pode cair no colo do próximo. Que se lixem as eleições.


«[...] não seria “adequado” estar a discutir o processo com os sindicatos em plena campanha eleitoral». [...]. "Ficará para ser negociado depois das eleições".


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||| Da boca para fora

por josé simões, em 09.05.15

 

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Alguém devia aconselhar António Costa sobre o que deve ou não deve dizer em entrevistas ou em eventos com o microfone aberto para que um dia mais tarde não tenha de vir dar o dito por não dito num aqueles golpes de rins famosos nos políticos e que fazem os políticos famosos e que têm em Paulo Portas o expoente máximo, ou ter de recorrer ao chavão de que o relatório não é a Bíblia nem os economistas do relatório são os apóstolos e ter de explicar aos outros todos, os portugueses que trabalham, oficialmente, as 40 horas diárias no sector privado, com as extras não remuneradas nem descansadas compensatoriamente, que a reposição se enquadra no que está “previsto no relatório que nos foi apresentado pelos economistas”, ou pior ainda, começar já a ganhar anti-corpos ainda a campanha eleitoral não saiu do adro.


«Costa defende reposição do horário das 35 horas»


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| O dilema de Miguel Albuquerque

por josé simões, em 02.04.15

 

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Sendo o Governo Regional da Madeira o maior empregador das ilhas, directamente via serviços e administração pública, ou indirectamente por via de concessões várias e das obras públicas adjudicadas a empresas "do regime", e estando o PSD, e as vitórias eleitorais do PSD, dependentes da rede clientelar assente nesta relação promíscua, como é que Miguel Albuquerque vai implementar a sua reforma do Estado sem “exterminar” o partido que dirige?


«[...] o sucessor de Alberto João Jardim na liderança dos social-democratas diz que não deve haver "ilusões" sobre a reforma do Estado: "É despedir funcionários públicos, não vale a pena estar com ilusões, 78% da despesa do Estado é com pessoal".


Para Miguel Albuquerque, o Governo devia ter criado um fundo ou uma bolsa fora do quadro do Orçamento do Estado para pagar os despedimentos e nessa altura "tirava 10, 15, 20, 30, 40 mil pessoas" e fazia a reforma do Estado.»


[Imagem]

 

 

 

 

||| #facto

por josé simões, em 27.03.15

 

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Se controlasse, a existência da 'lista VIP' nunca teria vindo a público:


«Ministra [Maria Luís Albuquerque] diz que Governo não controla tudo o que se passa na Administração Pública»


[Imagem de William Lamson]

 

 

 

 

||| Tão medieval isto...

por josé simões, em 07.01.15

 

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«Cerca de 300 técnicos das Finanças vão ser aumentados


Depois de vários anos de reduções salariais, cerca de 300 técnicos do Ministério das Finanças vão ter um aumento mínimo de 52 euros.


A Antena 1 apurou que a proposta do Governo já foi enviada aos sindicatos e deve ser discutida na próxima semana.


Os técnicos vão transitar da carreira geral para uma carreira especial que terá 14 níveis remuneratórios, desde os 1.252 euros até aos 3.622 euros.


A medida é justificada com a dificuldade em contratar técnicos para as várias direções do Ministério das Finanças e com a exigência das funções desempenhadas por estes trabalhadores.


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