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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Lobotomia

por josé simões, em 24.05.17

 

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É tempo de retirar aos opressores o poder de oprimir. E, na democracia, o poder se exerce pelo voto. A suspensão temporária do poder do voto dos homens brancos é a única chance de produzir uma real alteração no mundo no espaço de apenas uma geração.

 

[Imagem "Lord Snowdon's Mental Hospital"]

 

 

 

 

Genericamente, a direita

por josé simões, em 10.05.17

 

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[Aqui]

 

 

 

 

 

Os órfãos

por josé simões, em 16.04.17

 

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Acabaram os salazaristas em 2017?

 

Não. Os "órfãos" do ditador que ainda sobrevivem, já todos fora de prazo, foram integrados na ordem social estabelecida pela Constituição política de 1976, como aconteceu com o ex-ministro José Hermano Saraiva, tornado estrela de televisão. São totalmente inofensivos. O que existe, e requer alguma atenção, são adeptos das novas formas de populismo, como Jaime Nogueira Pinto, que tentam abrir caminho à criação de uma formação política neosalazarista, atualizada ao estilo da Frente Nacional de Marine Le Pen. Não creio que venham a ter sucesso.

 

[Charles Maurras na imagem]

 

 

 

 

 

Viva!

por josé simões, em 16.03.17

 

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Vamos todos fazer uma festa porque a extrema-direita adiou por mais 4 anos a resposta nas urnas aos extremismos que a Europa inventa, fomenta e paga a toda a roda com o dinheiro que não há para nada. Viva!

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Uma holandesa

por josé simões, em 15.03.17

 

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That's all folks!

por josé simões, em 13.03.17

 

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Eu, na minha santa ignorância, pensava que era assim, nós [eles], como genuínos anti-democratas que somos [são], apologistas da censura prévia e da supressão das liberdades cívicas, se nos [vos] censurarem ficamos [ficam] calados por uma questão de coerência argumentativa e de princípio. Mas não, afinal é se nos [vos] censurarem é um flagrante atentado à democracia que nós [eles] usamos como instrumento de trabalho para alcançar o poder e impor a censura e suprimir as liberdades cívicas.

 

 

 

 

 

A cadeia alimentar

por josé simões, em 12.03.17

 

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O islamofascismo que alimenta o fascismo que se alimenta do islamofascismo que se alimenta do fascismo.

 

 

 

 

 

Sturmabteilung

por josé simões, em 09.03.17

 

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Deu no telejornal? Alguém ouviu?

 

Na terça-feira, a direcção da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (AEFCSH) da Universidade Nova de Lisboa foi invadida por quatro dezenas de indivíduos afectos à extrema-direita, que se identificaram como tal

 

 

 

 

 

Válvula de escape

por josé simões, em 14.11.16

 

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Enquanto a tropa de choque da biqueira de aço, com as provocações avulsas e os raides cirurgicamente seleccionados, vai tomando o pulso ao fedback da rua e à reacção e capacidade de resposta do Estado pelas polícias, os engravatados e de cara lavada servem como válvula de escape à direita responsável do "sentido de Estado" e do "arco da governação" com o que insinua dizer e com o que não pode dizer aos ouvidos da opinião pública mas vai deixando escapar embrulhado em papel discurso de economês e competitividade.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Tess Asplund é o nome da senhora

por josé simões, em 04.05.16

 

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"Tess Asplund, 42, stepped out in front of 300 Nazis marching through the city of Borlange, Sweden, and faced its leaders with her fist in the air"

 

 

 

 

 

 

 

||| 11 de Setembro de 1973

por josé simões, em 11.09.15

 

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[Imagem]

 

 

 

 

||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 31.05.14

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

 

||| Ó tempo volta para trás

por josé simões, em 12.04.14

 

 

 

Já nem vou pela 4.ª classe como escolaridade mínima e o saber de cor e salteado as linhas de caminho-de-ferro de Angola e as culturas agrícolas praticadas no Brasil, que era um país independente desde 1822, tudo a toque de reguada na palma da mão ou de cana da Índia nos nós dos dedos; já nem vou pelos índices de analfabetismo, por atacado na população e entre os homens e as mulheres, em separado, assim como o ensino separado para homens e mulheres; já nem vou pelo filho do doutor que havia de ser doutor e pelo filho do médico que havia de ser médico e pelo filho do arquitecto que havia de ser arquitecto e pelo filho do engenheiro que havia de ser engenheiro e pelo filho do cavador que havia de ser cavador e pelo filho do pescador que havia de ser pescador e pelo filho do carpinteiro que havia de ser carpinteiro e o do pedreiro e o do padeiro e de todas as artes e ofícios conhecidas à face de Portugal, do Minho a Timor; já nem vou pelo pão-nosso de cada dia que era o assinar com o dedo molhado num frasco de tinta para carimbo, marca Cisne; já nem vou pelos liceus para os filhos dos doutores e pelas escolas industriais e comerciais para os filhos da ralé, abertas contra vontade de Salazar, condicionado pela sua política do condicionamento industrial e porque eram precisos técnicos com mais do que a 4.ª classe e a saber mais do que contar até 100 e assinar o nome num papel selado e fazer trocos de tostões nas mercearias e tabernas, para trabalhar com as máquinas nas fábricas dos Alfredos da Silva e dos Mellos, com dois eles; já nem vou pelos cursos de lavores e de cozinha para mulheres, nas escolas industriais e comerciais para os homens que haviam de ir para as fábricas, higienicamente separadas dos machos por um muro ou por uma rede. Não. Este é o homem que no dia a seguir ao 25 de Abril andou a espalhar a revolução maoista pela universidade, a agredir adversários políticos, a praticar a caça ao bufo e a sanear os professores que até esse dia praticavam "a cultura de excelência" que tantas saudades lhe deixa:

 

«Durão Barroso elogia «cultura de excelência» nas escolas antes do 25 de Abril»

 

 

 

 

 

 

||| O mundo gira

por josé simões, em 30.03.14

 

 

||| 'Memory Wound'

por josé simões, em 06.03.14

 

 

 

Em memória dos 77 assassinados, pelo activista de extrema-direita e fundamentalista cristão Anders Behring Breivik, na ilha de Utøya, Noruega, em 22 de Julho de 2011.

 

'Memory Wound', por Jonas Dahlberg.