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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Os adeptos do futebol são todos uma cambada de imbecis?

por josé simões, em 17.05.17

 

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O personagem que nestes últimos anos deliberada, voluntaria e metodicamente nestes melhor encarnou ["enverdou", para o caso] o que de mais perverso o Facebook tem, abandona a espelunca a lastimar-se da perversidade das "redes sociais".

 

O personagem que quando acordava de manhã o primeiro pensamento que lhe ocorria era "ora vamos lá ver como é que hoje vou chatear o meu vizinho do lado..." abandona a espelunca a pedir que o deixem em paz.

 

O personagem que todos os dias ultrapassava fronteiras com opiniões despropositadas sobre tudo o que respirava e intromissões na vida do vizinho do lado, abandona o espelunca cabisbaixo e chateado por ser alvo de opiniões despropositadas e vítima de intromissões na vida pessoal.

 

Os adeptos do futebol são todos uma cambada de imbecis?

 

[Imagem]

 

Adenda: Como alguém escreveu na outra rede, a que não teve o prazer de receber as iluminadas e eruditas dissertações do presidente do Sporting CP, Bruno de Carvalho abandona o Facebook na mesma altura em que as pessoas deixam de assinar a Sport TV.

 

 

 

 

 

Tempos modernos

por josé simões, em 13.03.17

 

25 Lessons in Hypnotism, 1935.jpg

 

 

O aparecimento da memória na política, ler: a internet, o Facebook e o Twitter, revelou-se um problema para os partidos do parlapiê sem mestre, mestres na arte do hipnotismo e da "malabarice", o  PSD [especificamente Pedro Passos Coelho] e o CDS.

 

 

 

 

 

Os agarrados

por josé simões, em 10.09.16

 

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Quando 3 – três – 3 jornais, três referências do jornalismo escrito e da imprensa mundial, vêm os três no mesmo dia fazer primeira página com um acto de censura do big brother Facebook à icónica foto "A Menina do Napalm" - o apocalypse now tal e qual ele foi e que Copolla havia de passar para o grande ecrã e que valeu um Prémio Pulitzer ao foto jornalista Huynh Cong Ut, diz muito do nonsense que é a sociedade rede social globalizada neste início do séc. XXI, quando tudo se podia resolver com um simples acto de desprezo pelo login e um puro e simples deixar de frequentar aquele café virtual. Mas vá-se lá dizer isto à turba de arrumadores [virtuais de fotos e comentários] agarrados ao pó net.

 

 

 

 

 

 

Guardar

||| Como diz o outro, uma democracia avançada para o século XXI

por josé simões, em 13.05.15

 

 

 

«Por estas e por outras é que eu tenho licença de uso e porte… nunca posso ter armas porque em dias como estes iam Claras Ferreiras Alves, Sousas Tavares, e no Rato só ficava a porteira…»


«…não se esqueçam que o PS vai para o Governo e aí é q vamos ver…Estão ansiosos por nos pôr a pata no pescoço…Daí que quem estiver na ASJP e no SMMP tem de ter a força suficiente para os bloquear. Em altura de eleições isto também é uma coisa para nos fazer pensar.»


«Joana Marques Vidal defende procuradores que fizeram troça da prisão de Sócrates


Procuradora-geral diz que comentários de um grupo de magistrados no Facebook são exercício de "liberdade de expressão". Mas votou vencida.»

 

 

«Sofia Fava ficou furiosa com o facto de Joana Marques Vidal ter defendido magistrados do MP que produziram comentários jocosos sobre Sócrates. E usou o Facebook para atirar impropérios à PGR.


Por volta das 22:45, a ex-mulher de Sócrates escreveu um outro texto: "Reconheço que me excedi e que não queria, em boa razão, que tal acontecesse, pelo que, mesmo nunca tendo querido que o meu post saísse do âmbito de uma abordagem privada, como deveria ter acontecido, penitencio- me publicamente."


Por difamar publicamente uma procuradora, Sofia Fava arrisca nove meses de prisão.»


[Imagem]

 

 

 

 

25 de Abril sempre, Facebook nunca mais

por josé simões, em 06.10.14

 

 

 

«Facebook has become a dream space of judgment—a place where people you may know only in the most casual way suddenly reveal themselves to be players in a pervasive system of discipline.»


Social Reich

 

 

 

 

||| "É preciso ajudar o senhor Presidente da República a terminar o seu mandato com dignidade"

por josé simões, em 14.05.14

 

 

 

||| Tempos perigosos, estes

por josé simões, em 21.01.14

 

 

 

Do mata-esfola e em que os bárbaros têm seguidores mais bárbaros que os próprios bárbaros. Daqui até à publicação de um índex com a "arte degenerada" vai um espacinho assim.

 

[A imagem é do Independent, ao feiçe coise Camilo Lourenço cheguei através do Cláudio]

 

 

 

 

 

 

|| Liking Isn’t Helping

por josé simões, em 23.06.13

 

 

 

 

 

 

 

Leão de Ouro no Festival de Cannes [Via]

 

 

 

 

 

 

|| Um telemóvel e ligação à rede, é o que basta

por josé simões, em 21.06.13

 

Por estes dias o Twitter tem sido uma autêntica mina de anónimos cidadãos fotojornalistas.

 

 

 

 

Em Gôiania ontem, os polícias juntam-se à manif e distribuem flores, via RevolucioMari.


 

 

Início da manif, ontem no Rio de Janeiro, via Bráulio Silveira.

 

 

 

 

 

 

|| Falam os gordos pançudos, de pantufas enterrados no sofá

por josé simões, em 07.02.13

 

 

 

Depois do chamado boom do também chamado rock português, quando o mercado saturou devido à aposta das editoras em toda a merda que alinhavasse 3 acordes numa guitarra e dissesse yeah baby em mau português, que coincidiu com o também chamado boom das rádios piratas, em que qualquer maluco das engenhocas electrónicas num qualquer sótão tinha uma rádio e emitia para o seu bairro, e até para a sua cidade, quando bandas, como por exemplo os Xutos & Pontapés, não consigam gravar uma merda dum singlesito que fosse em vinil, porque o mercado estava saturado devido à ganância das editoras pelo lucro fácil, atrás do filão, foram essas mesmas rádios piratas, sempre um passo à frente das rádios mainstream, que se começaram a aperceber do sucesso que bandas, como por exemplo os Xutos & Pontapés, tinham, mesmo já fora do chamado circuito alternativo e, munidos de um gravador de cassettes roskof, começaram a gravar os concertos por esse país fora, que depois passavam nas suas rádios de sótão, e que fizeram que bandas, como por exemplo os Xutos & Pontapés, fossem talvez triplo disco de platina mesmo sem o terem alguma vez gravado, e que serviu como forma de pressão sobre as editoras, que tinham saturado o mercado e o ouvinte com a aposta em qualquer merda que alinhavasse 3  acordes numa guitarra e dissesse yeah baby em mau português, se vissem na obrigação de recomeçar a gravar bandas em português, como por exemplo os Xutos & Pontapés, para não perderem o filão que se adivinhava, assim a modos que uns Arctic Monkeys à dimensão nacional e antes da net.

 

Foi esta parte que o gordo pançudo Tim, de pantufas enterrado no sofá, se esqueceu de contar no ponto 8 de uma merdice que escreveu no Feiçe Coiso. Moral da história – o Tim não tem moral, tem uma conta choruda no banco, apesar de ser pobre e mal-agradecido.

 

Cheguei a esta pérola, escrita ao xuto e ao pontapé, via Jonas no Tuita.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Sem querer ofender o 'camaleão do rock', Pedro Passos Coelho agora em modo David Bowie

por josé simões, em 29.12.12

 

 

 

O burlão que ocupa a cadeira de primeiro-ministro viu-se na necessidade de esclarecer que o major Pedro de O Pote Oddity, malgré a sua ambiguidade como Hunky Pedro, é exactíssimamente a mesma pessoa de The Man Who Sold Portugal e da 'trilogia de Berlim', produzida por frau Merkel, e apesar de fingir não perceber que The Rise and Fall of Passos Stradust vai descambar no caos e na anarquia punk social que se adivinha a seguir a dias de cão Diamond Dogs em 2013. É que a audiência começa a perceber que os Young Americans que o acompanham em digressão não são tão young quanto isso, já davam espectáculos no Chile em 1974. Pedro [in]Sane.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Cair em graça e ser engraçado

por josé simões, em 26.12.12

 

 

 

Ainda sou do tempo em que Pedro Passos Coelho, por oposição ao antecessor, era a next big thing da governação só porque tinha boa figura, uma óptima tonalidade de voz – à qual nunca subia os decibéis nem alterava o pitch, porque não usava teleponto, e nem sequer tinha uma coisa que aqueles que o incubaram descobriram agora ter: dificuldade de comunicação.

 

"Amigos" e "abraço". Sinto-me peganhento.

 

[Imagem de Anthony Burrill]

 

 

 

 

 

 

|| A estupidez humana não tem limites

por josé simões, em 13.12.12

 

 

 

Já nem indo pela estupidez e pelo desperdício que é monotorizar a rede, e as redes sociais, para perseguir e punir os cidadãos, no geral, e os próprios funcionários, no particular, ao invés da atitude inteligente que seria usar a monotorização da[s] rede[s] para, primeiro, corrigir erros e deficiências dos serviços e ir de encontro aos anseios e necessidades das populações com vista à prestação de um melhor serviço, e para, segundo, usar a rede como ferramenta de trabalho para melhor perceber a relação empregador-empregado e melhor proceder à optimização de desempenhos, com reflexos imediatos nos índices de produtividade, é a estupidez de não se aprender nada com o que a história nos conta e nos ensina, e não compreender que nunca em tempo algum, algum governo ou regime conseguiu suprimir a opinião crítica, e que, mais tarde ou mais cedo, o dique rebenta e a enxurrada que se lhe segue tem efeitos devastadores, como o demonstrou, por exemplo, o caudal de excessos nos dois anos seguintes à revolução de 25 de Abril de 1974 após 48 anos de ditadura.

 

Bem podem questionar o ministro da tutela, este ou outro qualquer, com outra qualquer tutela, que a resposta vai ser sempre a mesma, no mesmo jo go do empurra. O Governo das empresas e das marcas defende as empresas e as marcas contra os perigosos e subversivos cidadãos que o elegeram. E o exemplo parte do próprio Governo. A Direita no poder.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| O Feiçe Buque, o habitat natural da classe política

por josé simões, em 05.11.12

 

 

 

Disseram-lhe, uns que ouviram dizer e são pagos para isso, para ouvir dizer e dizer coisas a quem lhes paga, que há que estar atento às redes sociais e saber usar as redes sociais porque toda a gente que existe está nas redes sociais e as pessoas vivem e comem e dormem nas redes sociais e é muito in e muito moderno estar nas redes sociais e o Barack Obama até ganhou a Casa Branca porque soube ver o furo das redes sociais e soube usar as redes sociais melhor que os adversários.

 

E porque não é ele quem usa as redes sociais, nem tampouco é ele quem actualiza e faz a manutenção das suas contas nas redes sociais, mas sim os que são pagos para lhe dizer que deve usar as redes sociais, o que António José Seguro não sabe e devia saber e parar para pensar depois de saber, é porque é que o líder do maior partido da oposição, o líder do partido Socialista, um candidato natural ao cargo de primeiro-ministro, tem menos followers no Twitter do que, por exemplo eu, cidadão anónimo e candidato a coisa nenhuma.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Paz à sua alma

por josé simões, em 03.11.12

 

 

 

A mais importante conclusão a tirar é a do dia da morte política de Pedro Passos Coelho, expressa na imensa maioria dos comentários onde o primeiro-ministro é tratado por tu, sem o habitual senhor ou so-tôr antes do nome. E não é um tu "espanhol", de informalidade, mas um tu muito português, de falta de respeito e consideração. E isso é mortal. O cadáver Pedro Passos Coelho.

 

[Imagem]