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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 17.03.17

 

Laurent Chéhère.jpg

 

 

Andamos, todos, desde pelo menos o dia 25 de Novembro de 1975 - e a data não é "inocente", a ouvir que o PS, o PSD e o CDS são "partidos de Governo". A seguir vão descobrir que os jogadores que ganham a partir de um salário mínimo por dia, para cima, não jogam por amor à camisola.

 

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||| Sofisma

por josé simões, em 23.10.15

 

 

 

Este é o tempo dos deputados. Desde que os deputados cumpram o tempo do Presidente.


[Relógio de sombras na imagem]

 

 

 

 

||| Nós também estamos muito preocupados

por josé simões, em 13.07.15

 

Alyssia-McGoogan-by-Alessandro-Casagrande.jpg

 

 

À parte o topete de quem, durante 4 anos, votou acéfalamente favoravelmente sucessivos Orçamentos do Estado sucessivamente declarados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional [e projectos de lei vários, enriquecimento ilícito, por ex.], sem nunca se lhe ter ouvido uma palavra e ainda o ter ouvido, calado e consentido as pressões sobre o Tribunal Constitucional de Pedro Passos coelho, líder do partido, primeiro-ministro do Governo, mais os ataques de Luís Montenegro, líder da bancada parlamentar do maior partido que suporta a coligação, o PSD, a sua bancada parlamentar, sobre o Tribunal Constitucional, vir agora invocar a Constituição e a liberdade do deputado eleito, esta intenção da democrática aliança que vai pôr Portugal à frente só surpreende os mais distraídos ou quem, durante estes últimos 4 anos, não seguiu os trabalhos parlamentares do PSD e do CDS, com o zénite a cada 15 dias nos debates no Parlamento com os líderes das duas bancadas parlamentares – PSD e CDS a tecerem loas e a entoarem árias ao primeiro-ministro e ao Governo disfarçadas de interpelações que, quando não eram interpelações disfarçadas, eram as deixas, como o homenzinho escondido dentro da caixinha à frente do palco – o ponto, para o discurso propagandístico que se iria seguir. No fundo é só consignar no papel o que na prática já acontece por livre e espontânea vontade dos visados.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Ética republicana

por josé simões, em 17.09.14

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.09.14

 

 

|| Da série "Coisas Verdadeiramente Importantes"

por josé simões, em 06.10.12

 

 

 

«"Até ao final do ano [o PS vai apresentar] uma proposta de alteração da lei eleitoral para a Assembleia da República" com o intuito de reduzir o número de deputados»

 

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|| Coisas que escapam à compreensão do comum dos mortais

por josé simões, em 07.06.11

 

 

 

Os imigrantes votam 15 dias antes da data marcada para o acto eleitoral e a contagem dos votos é tornada pública 15 dias depois do dia das eleições, e quando já é sabido qual o partido vencedor e que os 4 deputados a atribuir pelos círculos da Europa e Fora da Europa não vão alterar em absolutamente nada a composição do futuro Parlamento, da(s) maioria(s) parlamentares e a indigitação do futuro primeiro-ministro pelo Presidente da República. Entretanto passaram 3 – três – 3 meses desde que o anterior primeiro-ministro apresentou a demissão. Nem o pai morre nem a gente almoça.

 

 

 

 

 

|| Life goes on

por josé simões, em 07.02.11

 

 

 

 

 

Capoulas Santos diz que as criticas de Ana Benavente são ressentimento por ter sido excluída das listas de deputados do PS. Não sei o que os outros, os excluídos e os incluídos, pensam disto. Mas sei o que pensa Jorge Lacão.

 

«mesmo a república mais pequena» devia ter um número de deputados suficientemente grande «para impedir as cabalas entre poucos»

 

(Imagem de Llandudno Pier via Getty-Images)

 

 

 

 

 

 

 

|| “Quem não tem nada para fazer faz colheres”, vox populi

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

Verdadeiramente surpreendente seria a preocupação sobre os critérios de escolha dos candidatos a deputados (a começar pelo próprio PS), sobre a falta de ligação dos deputados aos círculos eleitorais pelos quais foram eleitos, sobre a elaboração das listas e sobre a constituição dos grupos parlamentares. Assim parece mesmo o que é: arrumar de vez com os pequenos partidos (CDS/ PP, BE, PCP) e transformar o Parlamento num clube privado de “elite” para o PS e o PSD.

 

(Na imagem o cerco à Assembleia Constituinte em 12 de Novembro de 1975)

 

 

 

 

 

|| Jurassic Park

por josé simões, em 27.05.10

 

 

 

 

Eu iria mesmo mais longe: Renovação.

Por exemplo, este senhor (deputado), já por lá andava no dia 24 de Abril de 1974.

 

(Imagem)

 

 

|| Curtas no Twitter (A Vanguarda da Classe Operária)

por josé simões, em 06.04.09

 

Sobre o Regime de Presenças e Faltas dos deputados à Assembleia da República, António Filipe, Jurista, Deputado do PCP e Vice-Presidente da AR, ontem no Twitter:

 

António Filipe update:

«Notícia do DN sobre a justificação de faltas dos dep. Não tenho pachorra para a demagogia salazarenta contra o parlamento»

 

«Os deputados são ELEITOS e integram um órgão de soberania. Não são trab. por conta de outrém. Goste-se ou não, só respondem perante o povo»

 

Der Terrorist reply to António Filipe:

Para memória futura, registe-se: @AntonioFilipe Os deputados são ELEITOS (...) Goste-se ou não, só respondem perante o povo.

 

António Filipe reply to Der Terrorist:

@der_terrorist Claro. Não faltam oportunidades para que os partidos sejam responsabilizados pelos actos dos seus eleitos. Só este ano há 3.

 

Der Terrorist reply to António Filipe:

@AntonioFilipe uma maneira ardilosa de contornar a questão é quando o partido é a "vanguarda da classe operária"

@AntonioFilipe passam a responder ao povo, por interposta pessoa, o partido.

 

(Noticia no Público sobre a expulsão da militante do PCP Luísa Mesquita e deputada eleita pelo círculo eleitoral de Santarém, e Nota do Secretariado da Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP.)