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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Velhos tiques

por josé simões, em 16.03.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

Tempos modernos

por josé simões, em 13.03.17

 

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O aparecimento da memória na política, ler: a internet, o Facebook e o Twitter, revelou-se um problema para os partidos do parlapiê sem mestre, mestres na arte do hipnotismo e da "malabarice", o  PSD [especificamente Pedro Passos Coelho] e o CDS.

 

 

 

 

 

Os malucos do riso

por josé simões, em 13.03.17

 

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Não há responsabilidade política do "doutor Paulo Núncio" [deve, rapidamente, schnell, schnell, reassumir os cargos, importantíssimos, a que renunciou no CDS?] mas a haver responsabilidade política essa é de Pedro Passos Coelho e numa matéria muito mais grave e importante e que só vagamente foi abordada em Conselho de Ministros, "fazia parte da visão do primeiro-ministro", e ainda por cima foi enganada por Maria Luís Albuquerque, já que estava de férias e assinou de cruz por confiar na palavra.

 

É neste espécime que o PSD pondera votar para a Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas que se avizinham.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Mais offshore menos offshore

por josé simões, em 03.03.17

 

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Mais fuga ao fisco menos fuga ao fisco, podemos voltar àquela parte do banco que ia pagar o salário do líder?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os truques

por josé simões, em 01.03.17

 

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Decorria no Parlamento a audição a Paulo Núncio quando, depois de Eurico Brilhante Dias, deputado do PS, "levar várias vezes ao tapete" o ex-secretário de Estado, entra em cena Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, para os mais distraídos o 3.º partido mais votado nas últimas legislativas, e, com meia dúzia de perguntas simples e sem levantar a voz, apanha Paulo Núncio em sucessivas contradições e obtendo o silêncio como resposta a algumas questões colocadas. Penoso de se ver, vergonha alheia e a televisão do militante n.º 1 a SIC Notícias não está com meias medidas, vai para estúdio para ouvir David Dinis, director do jornal Público. Do estúdio de onde só havia de sair para regressar à Assembleia da República mesmo a tempo de ouvir o ensaio de bajulação e puxada de lustro ao seu camarada de partido pela deputada do CDS Cecília Meireles. É que dois KO's seguidos era demais para tão nobre audiência.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.03.17

 

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Achei que a publicação podia dar algum tipo de vantagem ao infrator, que podia prejudicar o combate à fraude e evasão fiscal

 

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A direita do "sentido de Estado" e da marcha do balão do "arco da Governação"

por josé simões, em 26.02.17

 

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"Grande elevação de carácter" era Paulo Núncio, quando foi convidado para secretário de Estado, ter dito "desculpa lá ó Paulo" ou, como a direita muito gosta, cheio de forma e salamaleque, "o doutor Paulo queria desculpar mas dado o meu passado ao serviço de offshores não me é eticamente permitido aceitar, vou ter de declinar o convite".

 

"Grande elevação de carácter", e uma vez que o leque da direita do "sentido de Estado" e da marcha do balão do "arco da Governação" para a ética tem uma abertura "de costa a costa", era Paulo Núncio ter sido imparcial e independente e não ter metido 10 mil milhões de euros na gaveta do esquecimento. Mas, como sói dizer-se, é mais forte do que ele, é a raça dele.

 

Não, doutora Maria de Assunção, isto não demonstra uma "grande elevação de carácter" coisíssima nenhuma, demonstra outra coisa completamente diferente e que me abstenho, aqui e agora, de nomear.

 

 

 

 

 

Por falar em "claustrofobia democrática"

por josé simões, em 25.02.17

 

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Corria o Ano da Graça de 2014 quando no dia 1 de Outubro a direita, a maioria de direita, deu por encerrada a Comissão Parlamentar de Inquérito que investigava o negócio dos submarinos porque a maioria dispunha do poder de aceitar ou não as propostas da oposição - a minoria, a esquerda, as "esquerdas unidas" como diria Assunção Cristas. Escreveu na altura o jornal Público que "Nunca se esteve tão perto de perceber o destino final da comissão de 30 milhões de euros pagos pelos alemães à Escom e que levantou suspeitas". As suspeitas que linkavam [de link] para o CDS e para Paulo Portas e para as offshore, que voltaram à ribalta por via de um ex-secretário de Estado do CDS, do CDS de Paulo Portas, de Paulo Portas dos submarinos, dos submarinos das comissões, das comissões que a maioria de direita PSD/ CDS se recusou saber o destino final em Comissão Parlamentar de Inquérito Mas isso foi no tempo da maioria boa, a maioria de direita, o tempo em que o ar democrático era puro e respirável, sem asfixias e claustrofobias, sem a necessidade do líder do CDS pedir audiências ao Presidente da República.

 

 

 

 

 

Só estou a ler jornais

por josé simões, em 24.02.17

 

 

 

A gente lê no jornal que Paulo Portas e Abel Pinheiro foram escutados no âmbito do "Processo Portucale" a discutir o pagamento do salário do futuro líder do CDS por parte de um banco [não nomeado]. Depois o CDS chega ao Governo e mete um homem - Paulo Núncio, à frente do Fisco e a primeira medida é criar  o terceiro Regime Especial de Regularização Tributária [RERT III], que permitiu a quem escondeu dinheiro em contas no estrangeiro legalizar a situação e proteger-se de futuras condenações a troco de uma taxa de 7,5% sobre o montante declarado e que, entre outros negócios obscuros, o RERT III serviu para ilibar os dirigentes do Grupo Espírito Santo de qualquer acusação a respeito das luvas recebidas pela compra dos submarinos ao consórcio alemão Escom e depois a gente lê no jornal que a maioria de direita PSD/ CDS se recusou seguir o rasto do dinheiro em Comissão Parlamentar de Inquérito.

 

A gente lê no jornal que Paulo Núncio antes de ser colocado pelo CDS à frente do Fisco tinha sido advogado fiscalista na sociedade Morais Leitão, Galvão Teles & Associados onde esteve ligado ao ramo do escritório para o offshore da Madeira, sendo representante da MLGTS Madeira Management & Investment SA e que, pouco tempo depois de entrar no Governo, assinou o despacho sobre a tributação dos dividendos dos grupos com sociedades gestoras de participações sociais [SGPS] que isentou os grandes grupos económicos do pagamento de milhões de euros em impostos e depois a gente lê no jornal que "durante todo o tempo em que foi governante e tutelou a administração tributária, as estatísticas das transferências de dinheiro para contas offshores feitas a partir de Portugal" não foram publicadas.

 

Não estou a insinuar nada, nem sequer estou a levantar falsos testemunhos, longe de mim tal intenção, só estou a ler jornais.

 

 

 

 

 

O nosso homem na Madeira

por josé simões, em 22.02.17

 

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O advogado fiscalista, assessor de multinacionais no offshore da Madeira, responsável pelo Regime Especial de Regularização Tributária III que permitiu "ilibar os dirigentes do Grupo Espírito Santo de qualquer acusação a respeito das luvas recebidas pela compra dos submarinos", militante do partido onde o salário do líder era pago por um banqueiro, não explica por que razão o fisco não publicou, "durante todo o tempo em que foi governante e tutelou a administração tributária, as estatísticas das transferências de dinheiro para contas offshores feitas a partir de Portugal", vai-se ver também abrangidas por alguma "lista VIP", nem nenhuma televisão sabe fazer contas de somar ao senhor que é exímio em fazer contas de subtrair e lampeiro a largar postas de pescada na televisão sobre o ministro Centeno e as sms com o banqueiro Domingues.

 

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Isto está a pedir é uma Comissão Parlamentar de Inquérito ao acidente de Camarate

por josé simões, em 20.02.17

 

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[Via Twitter]

 

 

 

 

É...

por josé simões, em 09.02.17

 

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Ver um ex-secretário de Estado do Governo da direita radical, eleito com base numa mentira, a governar quatro anos pela mentira, invocar a mentira para apontar o dedo ao ministro das Finanças é...

 

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"Eu Não Fico"

por josé simões, em 06.01.17

 

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Se eu ganhar Lisboa, o candidato do CDS a primeiro-ministro será outra pessoa


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"Mandou-me procurar? Passe, Cidadão!"

por josé simões, em 04.01.17

 

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107 anos de República, no Parlamento português:


Queria perguntar ao senhor doutor.

Tem a palavra para responder o senhor doutor.


[ImagemTítulo do post]

 

 

 

 

Nem com um desenho lá vão

por josé simões, em 29.11.16

 

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Já refeitos da surpresa de há um ano, quando descobriram com mui grande espanto que no sistema constitucional parlamentar português se vota para eleger deputados que formem maiorias e não para eleger um primeiro-ministro que forme um Governo, mas sem mostrar sinais de terem aprendido o essencial da matéria, PSD e CDS vêm agora publicamente lamentar não ter consigo chegar à fala com o primeiro-ministro no debate do Orçamento do Estado para 2017, ficando-se apenas pelos secretários de Estado e ministros das diversas pastas, o que inviabilizou a estratégia idealizada do circo e da peixarada como forma de fugir ao essencial do debate. Nem com um desenho lá vão.


[Imagem de Otto Stupakoff]