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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Descubra as diferenças

por josé simões, em 27.07.17

 

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A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, afirmou hoje que "não exclui nenhum tipo de instrumento parlamentar", incluindo uma moção de censura ao Governo, na exigência de "toda a verdade" a propósito da tragédia do incêndio de Pedrógão Grande.

 

A líder do CDS-PP disse esta quarta-feira que o partido tem tido "sentido de Estado" na questão dos incêndios e lamentou a ausência de uma campanha de prevenção de comportamentos negligentes.

 

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As coisas como elas são

por josé simões, em 24.07.17

 

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Os critérios para contabilizar as vítimas de incêndios deixaram de ser os definidos pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses para passarem a ser os que dão jeito ao PSD e CDS na oposição, amplificados pela comunicação social militante.

 

Não há indemnizações pagas por os nomes das vítimas do incêndio se encontrarem em segredo de Estado que não é violado como nos casos mais mediáticos a envolverem políticos por ser uma violação que não rende primeiras páginas nem aberturas de telejornais.

 

O Governo não se marimba para a separação de poderes e não interfere no trabalho do Ministério Público e da Polícia Judiciária.

 

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Uma puta de gema

por josé simões, em 21.07.17

 

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"Outros feirantes, portugueses de gema". Separava assim, na Quadratura do Círculo na SIC Notícias, o Conselheiro de Estado António Lobo Xavier os ciganos feirantes dos outros feirantes, mais claros e que não cheiram a fumo, deduz-se. 500 anos de gerações nascidas em território nacional sem direito a nacionalidade. Nem portugueses de clara nem portugueses de gema. De gema, como o Conselheiro António Lobo Xavier, daquela categoria que nos 80s se ria muito com a anedota da mulher do Samora Machel apresentada ao Presidente português em visita de Estado.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Nunca mais chega o Verão

por josé simões, em 07.07.17

 

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Quatro anos de cativações, dez chumbos pelo Tribunal Constitucional, oito orçamentos rectificativos, nenhuma meta cumprida. Vamos lá então falar de cativações.

 

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Jacinto Leite Capelo Rego

por josé simões, em 09.04.17

 

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A Mota-Engil com Paulo Portas como "consultor" ganhou o concurso internacional para a construção da Escola da NATO em Oeiras com o diretor-geral de Recursos da Defesa Nacional, Alberto Coelho, responsável pelo lançamento do concurso, presidente do Conselho de Fiscalização do CDS.

 

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Os malucos do riso

por josé simões, em 28.03.17

 

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A direita radical do micro Estado-Estado mínimo desmantelado em favor de interesses privados com o argumento do "aliviar o peso do Estado na economia" preocupada com a falta de investimento público.

 

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Cada cavadela cada minhoca

por josé simões, em 26.03.17

 

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Se não fosse mulher, Paulo Portas não teria reparado em mim

 

[Imagem de Ruth Orkin]

 

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 25.03.17

 

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Assunção Cristas e Maria Luís ficaram a uma falta de perder mandato

 

 

Se fosse vereadora, daria o mínimo de faltas possível

 

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Velhos tiques

por josé simões, em 16.03.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

Tempos modernos

por josé simões, em 13.03.17

 

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O aparecimento da memória na política, ler: a internet, o Facebook e o Twitter, revelou-se um problema para os partidos do parlapiê sem mestre, mestres na arte do hipnotismo e da "malabarice", o  PSD [especificamente Pedro Passos Coelho] e o CDS.

 

 

 

 

 

Os malucos do riso

por josé simões, em 13.03.17

 

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Não há responsabilidade política do "doutor Paulo Núncio" [deve, rapidamente, schnell, schnell, reassumir os cargos, importantíssimos, a que renunciou no CDS?] mas a haver responsabilidade política essa é de Pedro Passos Coelho e numa matéria muito mais grave e importante e que só vagamente foi abordada em Conselho de Ministros, "fazia parte da visão do primeiro-ministro", e ainda por cima foi enganada por Maria Luís Albuquerque, já que estava de férias e assinou de cruz por confiar na palavra.

 

É neste espécime que o PSD pondera votar para a Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas que se avizinham.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Mais offshore menos offshore

por josé simões, em 03.03.17

 

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Mais fuga ao fisco menos fuga ao fisco, podemos voltar àquela parte do banco que ia pagar o salário do líder?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os truques

por josé simões, em 01.03.17

 

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Decorria no Parlamento a audição a Paulo Núncio quando, depois de Eurico Brilhante Dias, deputado do PS, "levar várias vezes ao tapete" o ex-secretário de Estado, entra em cena Mariana Mortágua, do Bloco de Esquerda, para os mais distraídos o 3.º partido mais votado nas últimas legislativas, e, com meia dúzia de perguntas simples e sem levantar a voz, apanha Paulo Núncio em sucessivas contradições e obtendo o silêncio como resposta a algumas questões colocadas. Penoso de se ver, vergonha alheia e a televisão do militante n.º 1 a SIC Notícias não está com meias medidas, vai para estúdio para ouvir David Dinis, director do jornal Público. Do estúdio de onde só havia de sair para regressar à Assembleia da República mesmo a tempo de ouvir o ensaio de bajulação e puxada de lustro ao seu camarada de partido pela deputada do CDS Cecília Meireles. É que dois KO's seguidos era demais para tão nobre audiência.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.03.17

 

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Achei que a publicação podia dar algum tipo de vantagem ao infrator, que podia prejudicar o combate à fraude e evasão fiscal

 

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A direita do "sentido de Estado" e da marcha do balão do "arco da Governação"

por josé simões, em 26.02.17

 

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"Grande elevação de carácter" era Paulo Núncio, quando foi convidado para secretário de Estado, ter dito "desculpa lá ó Paulo" ou, como a direita muito gosta, cheio de forma e salamaleque, "o doutor Paulo queria desculpar mas dado o meu passado ao serviço de offshores não me é eticamente permitido aceitar, vou ter de declinar o convite".

 

"Grande elevação de carácter", e uma vez que o leque da direita do "sentido de Estado" e da marcha do balão do "arco da Governação" para a ética tem uma abertura "de costa a costa", era Paulo Núncio ter sido imparcial e independente e não ter metido 10 mil milhões de euros na gaveta do esquecimento. Mas, como sói dizer-se, é mais forte do que ele, é a raça dele.

 

Não, doutora Maria de Assunção, isto não demonstra uma "grande elevação de carácter" coisíssima nenhuma, demonstra outra coisa completamente diferente e que me abstenho, aqui e agora, de nomear.