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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 23.09.17

 

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[Daqui]

 

 

 

 

Do direito dos povos à autodeterminação e independência

por josé simões, em 11.09.17

 

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Dantes, um povo, uma região, decidiam a sua entidade própria, decidiam seguir o caminho que muito bem entendiam, declaravam a independência, cada um ia às suas e não se falava mais nisso. Ou falava-se. Uma guerra, mais ou menos prolongada no tempo, com mais ou menos mortos e feridos. Ou nem isso, já que tínhamos entrado na era da civilização sobre a barbárie e os checos separaram-se dos eslovacos na boa e as repúblicas soviéticas foram cada uma às suas a olharem de soslaio para a irracionalidade e na Jugoslávia de Tito. Era o chamado "direito dos povos à autodeterminação e independência", reconhecido pela Carta da ONU e por constituições de países vários, Portugal incluído.

 

Agora há um problema chamado "mercados". E há a "avaliação de risco"  e há o "risco negativo"  e há a "percentagem do PIB" e há a "economia do país" e há os milhões a pagar de indemnização ao parceiro de divórcio e há "o investimento", estrangeiro ou outro, e há o Banco Central Europeu e há o Fundo Monetário Internacional e há o "rating" atribuído. Um cataclismo medonho, a Besta do Apocalipse que faz os milhares de mortos e a destruição antes provocada por uma guerra da independência parecer coisa de limpar o rabinho a bebés e qualquer um com cu [quem tem cu tem medo] arrepiar caminho.

 

Se isto não é o triunfo do capitalismo financeiro global sobre o destino que as pessoas querem dar às suas vidas, às suas terras, às suas comunidades, não sei o que será mas coisa boa não é

 

[Imagem]

 

 

 

 

|| A Voz do Povo

por josé simões, em 26.11.12

 

 

 

Ao balcão do café: "Do que a Espanha precisava era de um marechal Tito"

 

 

 

 

 

 

|| Eu hoje acordei assim

por josé simões, em 26.11.12

 

 

 

 

 

 

 

 

|| USA, São Francisco, 26 de Junho de 1945; Portugal, Lisboa, 21 de Fevereiro de 1956

por josé simões, em 25.11.12

 

 

 

CAPÍTULO I


Objectivos e princípios


Artigo 1.º


«o respeito do princípio da igualdade de direitos e da autodeterminação dos povos»

 

Desculpem a minha ignorância mas não consigo perceber o que é que a Esquerda e a Direita têm a ver com isto [há povos de Esquerda e povos de Direita?]; o que é que a República e a Monarquia têm a ver com isto [uma pessoa é primeiro republicana ou monárquica antes de ser português, chinês, inglês, ou catalão?]; o que é que ser bom ou mau para Portugal e/ ou para a Europa tem a ver com isto [o bem estar de Portugal e/ ou da Europa é um valor mais alto que os anseios de um povo/ região?]; não percebo o argumento da junção das coroas de Aragão e Castela 500 anos antes de Madrid existir, como se a História dos povos e das nações fosse algo imutável, ao mesmo tempo que se passa ao lado da independência de Portugal em relação a Castela ter sido sempre impulsionada de baixo, pelo povo e pela burguesia, contra o desejo e a ambição das elites, da nobreza e algum clero, consumada em casamentos de conveniência, laços sanguíneos e alianças políticas diversas.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Avante camarada!

por josé simões, em 25.09.12

 

 

|| Sinais

por josé simões, em 10.01.12

 

 

 

O dia em que no Reino Unido um relatório do National Institute of Economic and Social Research diz não haver qualquer tipo de relação entre a imigração e o aumento do desemprego, mesmo em tempo de recessão e/ ou de baixo crescimento económico, antes pelo contrário, é o mesmo dia em que é posto à venda o livro `Els secrets dels noms catalans´, do especialista catalão em onomástica Josep Maria Albaigès, que nos dá conta que o nome Mohamed foi o mais escolhido na região catalã de Baix Empordà, e o dia em que o Ministério Público egipcío decide processar, por insulto ao Islão, o magnata das telecomunicações Naguib Sawiris, para o caso um cristão copta, por ter publicado via Twitter uma caricatura de Mickey e Minnie como fundamentalistas islâmicos.

 

Pontos de equilíbrio são necessários. Há muito trabalhinho a fazer. E o pior é que a altura, instabilidade económica numa frente, instabilidade política na outra, não parece ser é propícia.

 

 

 

 

 

 

|| In Memoriam

por josé simões, em 25.09.11

 

 

 

Os toiros não são tidos nem achados, não têm nada a ver com isto, é «uma estocada a um símbolo da cultura espanhola» e o resto é conversa para entreter totós.

 

[Na imagem cartel da última corrida de toiros na Monumental de Barcelona, pintado por Miquel Barceló]

 

 

 

 

 

 

|| Racismo, xenofobia e direito dos povos à autodeterminação e independência

por josé simões, em 16.11.10

 

 

 

 

 

 

Se o PCP ou o Bloco manifestarem o apoio a alguma acção mais “radical”, vem logo por aí abaixo o PPD e o PSD, com Pacheco Pereira à cabeça, mais o democrata-mor Paulo Portas, e os cães de guarda na blogosfera – insurgentes, blasfemos, cachimbeiros, e o caralho, todos num 31 armado – a ladrar às canelas:

 

«El PP catalán crea un juego para eliminar inmigrantes ilegales»

 

(Na imagem Franco en Xixón entre falanxistes, Mayo de 1947, autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

|| Como diz a "outra": "Eu hoje acordei assim"

por josé simões, em 29.07.10

 

 

 

 

 

|| Entretanto no coração da Europa

por josé simões, em 17.11.09

 

 

 

Step by step, enquanto a Igreja Católica anda entretida a convocar manifestações contra o aborto.

 

(Imagem Associated Press via Daily Telegraph)