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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Princípios básicos da ascenção do populismo

por josé simões, em 08.05.17

 

 

 

Porque assim as pessoas vão ficar a saber os nomes da[s] razão[ões] por detrás de não haver dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para pensões e reformas, enquanto continuam a ser impostadas e taxadas para pagar créditos ruinosos concedidos sem garantias que não fossem as do amiguismo, do compadrio e do clientelismo partidário, enquanto lhes apregoavam as virtudes das boas contas, da sobriedade e da vida regrada e austera.

 

CGD: Divulgar grandes devedores tem "efeitos extremamente perniciosos"

 

 

 

 

Por falar em populismo

por josé simões, em 27.04.17

 

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Se fosse o governo da direita radical a anunciar serviços da Caixa Geral de Depósitos em instalações de juntas de freguesia o PS fazia um escarcéu no Parlamento e "saía para a rua" como fez, por exemplo, com os serviços dos CTT depois da sua privatização, certo?

 

É que depois andamos todos muito assustados a debater a ascensão dos populismos na Europa por os eleitores, por saturação de contorcionismo e de double standards, já não se reverem nos partidos políticos todos iguais.

 

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Era só já o que restava no "pote"

por josé simões, em 14.03.17

 

 

 

Em 2015, depois de 4 - quatro - 4 anos passados sem que a questão da banca tivesse sido abordada em Conselho de Ministros, logo por azar o segundo "pilar" do memorando de entendimento com a Troila, Pedro Passos Coelho do programa do PSD "compatível com o memorando da Troika", o primeiro-ministro do "ir além da Troika", mostrava grande preocupação com a Caixa Geral de Depósitos, logo também por azar o banco do Estado.

 

Era só já o que restava no "pote" e havia que arranar uma forma de meter os contribuintes a pagar do seu próprio bolso a privatização.

 

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Carta aberta ao Diretor de Informação da SIC Notícias

por josé simões, em 02.03.17

 

Meu caro Ricardo,

 

No programa “Negócios da Semana” de ontem, 1 de Março de 2017, o jornalista José Gomes Ferreira, que é teu Diretor Adjunto, teve como convidados, entre outros, os ilustres Professor João Duque, académico, e Dr. Tiago Caiado Guerreiro, advogado fiscalista.
As grandes notícias do dia foram:
- A audição na AR dos secretários de estado, atual e antecessor, sobre uma colossal fuga de capitais do País, ao longo de anos, que não foi escrutinada pelas finanças;
- A emissão, pela SIC, canal do mesmo grupo, da primeira parte de um programa sobre o Banco de Portugal e a sua imensa responsabilidade em tudo o que a economia portuguesa e os portugueses, em geral, sofrem, têm sofrido e irão continuar a sofrer por muitos anos.
Apesar da relevância de qualquer destes temas, e até da sua potencial inter-relação, o programa “Negócios da Semana” escolheu como seu tema do dia a Caixa Geral de Depósitos, os SMS’s do Ministro das finanças, as opções (que são só do conhecimento de José Gomes Ferreira) da Administração Domingues que, de facto, praticamente nem esteve em funções e, prato forte, o programa de recapitalização da CGD.
Não há aqui nenhum problema deontológico. O canal SIC-Notícias, e o seu Diretor Adjunto José Gomes Ferreira, tem o direito de fazer as suas escolhas editoriais.
Seguramente que esta opção sistemática por fugir aos temas mais relevantes quando eles vão contra a orientação ideológica dos responsáveis nada tem a ver com a destruição do património de imagem que o canal tem vindo a sofrer, perdendo para a CMTV o lugar de canal informativo de referência no “cabo” em Portugal.
Mas, se as opções ideológicas na escolha dos temas é algo que só a vocês, internamente, diz respeito, o mesmo não se passa com o conteúdo dos programas em si.
E, neste caso, o programa de ontem constituiu um dos mais graves ataques que alguma vez foi feito em televisão em Portugal, ao regime democrático, à estabilidade do sector financeiro e à sustentabilidade da economia portuguesa.
Poderás, Ricardo, argumentar que as opiniões do João ou do Tiago são isso mesmo: opiniões. Que têm o valor que lhe quiser dar quem os estiver a ouvir. É verdade!
Mais, Ricardo, podes argumentar que o canal não é responsável, nem deve interferir, nas opiniões dos seus convidados. É verdade! Eu próprio já fui, mais que uma vez, convidado como comentador no teu canal e NUNCA fui condicionado nas minhas opiniões. E isso está correto.
Mas, se isto é verdade Ricardo, o mesmo já não se aplica a José Gomes Ferreira. Ele, além de responsável e pivot do programa em questão, é TAMBÉM, e acima de tudo, teu Diretor Adjunto.
Ao contrário do que acontece com a opinião dos convidados, João Duque e Tiago Caiado Guerreiro, a opinião de José Gomes Ferreira, quando veiculada pelos meios da SIC-Notícias, amarra e responsabiliza o canal (SIC-Notícias), a marca (SIC) e a empresa (IMPRESA).
O argumento de que José Gomes Ferreira atua, nestes casos, como Jornalista e não como teu Diretor Adjunto não pode ser usado à exaustão. Até porque, para quem está a ver e ouvir não é possível fazer a distinção, porque o próprio também não a faz.
Assim, o ataque cerrado que foi ontem feito à CGD e ao seu processo de capitalização, é uma opção editorial do canal de que és Diretor e, como tal, responsabiliza-te também a ti. Aliás o teu passado profissional e a forma exemplar como desempenhaste as tuas funções, até à atual, não permite, a ninguém, pensar o contrário: vais, também neste caso, assumir as tuas responsabilidades.
A Caixa Geral de Depósitos não é um nome (CGD) ou um Banco do Regime (seja qual for o regime vigente). A CGD é o Banco de confiança de uma miríade de Portugueses, de reformados, de funcionários públicos, de emigrantes, de pequenos empresários e empresas.
A CGD é o posto de trabalho de vários milhares de trabalhadores. Vários milhares de famílias, de progenitores a cargo, de crianças, dependem, direta e indiretamente, da CGD para a sua sobrevivência, para a sua dignidade enquanto seres Humanos.
Mais do que tudo isso a CGD é a instituição para a qual TODOS nós Portugueses vamos ter de contribuir com os nossos impostos e os nossos esforços e sacrifícios de vida para a salvar da terrível situação financeira em que foi deixada pela soberba de gestores, pela indecência de políticos e pela incompetência do Banco de Portugal.
Assim sendo, Ricardo, são do Canal as expressões ontem utilizadas pelo teu Diretor Adjunto José Gomes Ferreira, como por exemplo: “Vão roubar aos pobres”; ou “Vão enganar velhinhas”, relativamente ao processo de emissão de dívida da CGD.
Mas, principalmente, é TAMBÉM do Canal SIC-Notícias a posição oficial (e definitiva, de acordo com o programa de ontem) de que a CGD não vai sobreviver e todo o capital vai ser perdido (como aconteceu no BES).
Eu sei, Ricardo, que isso é o melhor que poderia acontecer a todos os que têm dívidas colossais para com a CGD e, principalmente, a todos os que defendem a sua privatização. Mas se é essa a posição oficial da SIC-Notícias então que o digam sem fingimentos.
Até lá, travestir de jornalismo as opiniões veiculadas (e com a terminologia com que o foram) tem como única consequência o enfraquecimento da democracia, da sociedade livre, da solidariedade e, principalmente, da dignidade de um povo em geral (e dos trabalhadores da CGD em particular).
Fiquei muito triste Ricardo. Vindo do José Gomes Ferreira, tudo bem. Tendo a tua cobertura, magoa qualquer cidadão de bem.


Um abraço,


Carlos Paz


Nota: esta carta será enviada como anexo a um conjunto de exposições sobre o tema à ERC (Comunicação Social), à CMVM (Mercados), ao BdP (Banca) e à Provedoria de Justiça.

 

 

Carlos Paz

 

 

 

 

 

Isto está a pedir é uma Comissão Parlamentar de Inquérito ao acidente de Camarate

por josé simões, em 20.02.17

 

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[Via Twitter]

 

 

 

 

As alcoviteiras

por josé simões, em 17.02.17

 

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Discrição, recato, fiabilidade, boca cerrada, três das qualidade exigidas a um banqueiro. Como António Domingues manchou a sua reputação por andar, ressabiado, com segredinhos de pé de orelha a António Lobo Xavier, administrador da sua entidade patronal - o BPI, Conselheiro de Estado nomeado por Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.

 

 

 

 

 

As coisas são o que são

por josé simões, em 15.02.17

 

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Que foi António Lobo Xavier quem mostrou ao Presidente da República os sms trocados entre o ministro Centeno e o banqueiro Domingues. António Lobo Xavier do conselho de administração de um banco privado concorrente do banco do Estado. Do banco privado BPI  onde o Governo do Partido Socialista foi buscar o banqueiro Domingues para pôr na linha a Caixa Geral de Depósitos, em nome de quem andou por Bruxelas a negociar, na posse de informação privilegiada, em modo antes de o ser já era. Privado também o escritório de advogados onde o Governo do Partido Socialista foi encomendar um fato por medida para que o banqueiro privado escapasse ao controlo público. O público anónimo que via o banco do Estado recusar um crédito de uns milhares de euros para fazer obras na casa ou para abrir um pequeno negócio, mãos largas com milhões a fundo perdido para privados em negócios privados que o meteram no buraco em que se encontra, em 40 anos de administrações do "arco da governação", albergue de nomeações PS/ PSD/ CDS. Digam o que disserem as coisas são o que são e não há volta a dar-lhe, continuemos pois a discutir sms entre ministros e banqueiros e continuemos a enterrar ainda mais a Caixa Geral de Depósitos até ao ponto em que seja o contribuinte a pagar do seu próprio bolso a sua privatização.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Vale tudo

por josé simões, em 14.02.17

 

 

 

Sem perceber porque é que as sondagens lhes continuam a ser adversas e no desespero de entalar o ministro das Finanças, o primeiro-ministro, o Governo, o Presidente da República [não necessariamente por esta ordem], e provocar a queda do Governo que desmontou o TINA [There Is No Alternative], alfa e ómega do Governo da direita radical durante quase cinco anos, a liderança do PSD insinua as semelhanças entre o Governo PS de António Costa, suportado pela esquerda no Parlamento, e o Governo PS minoritário de José Sócrates, já julgado e condenado nos jornais e televisões. Vale tudo.

 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 11.02.17

 

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Depois de oito Orçamentos do Estado em quatro anos de legislatura:

 

Nunca outro ministro errou tanto como Centeno diz Passos Coelho

 

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Piada feita

por josé simões, em 10.02.17

 

 

 

Pedro Passos Coelho acusa o ministro das Finanças de esconder ao Parlamento e de faltar à verdade.

 

 

 

 

 

É...

por josé simões, em 09.02.17

 

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Ver um ex-secretário de Estado do Governo da direita radical, eleito com base numa mentira, a governar quatro anos pela mentira, invocar a mentira para apontar o dedo ao ministro das Finanças é...

 

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"Mandou-me procurar? Passe, Cidadão!"

por josé simões, em 04.01.17

 

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107 anos de República, no Parlamento português:


Queria perguntar ao senhor doutor.

Tem a palavra para responder o senhor doutor.


[ImagemTítulo do post]

 

 

 

 

Mais tabaco

por josé simões, em 14.12.16

 

 

 

E se a ideia fosse deixar a Caixa Geral de Depósitos de tal maneira de rastos que a solução fosse pôr o contribuinte a pagar os tais dos 5 mil milhões para a privatizar, sabendo-se que Pedro Passos Coelho e o inner circle neoliberal que tomou o PSD por dentro sempre se manifestaram a favor da privatização do banco? Ainda "era um favor que o comprador nos fazia", pagarmos-lhe para ficar com aquele cancro, o argumento usado nas "redes sociais" pelos ideólogos de Passos Coelho para justificar a oferta do BPN ao testa de ferro Mira Amaral.


[Vídeo]

 

 

 

 

A coerência fica-vos tão bem

por josé simões, em 02.12.16

 

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Paulo Macedo confirmado na Caixa Geral de Depósitos


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 28.11.16

 

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Chegado de Marte na véspera, "António Domingues deixa a presidência da Caixa Geral de Depósitos por achar que o banco está a ser usado como arma política".


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