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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Terrorismo

por josé simões, em 21.04.17

 

Iraqi prisoners held by 1QLR in 2003 in a photogra

 

 

Recapitulando, o terrorista de Dortmund afinal não é um fundamentalista islâmico, é um fundamentalista do capitalismo finamceiro especulativo, vulgo liberalismo.

 

[Na imagem "Iraqi prisoners held by 1QLR in 2003", autor desconhecido]

 

 

 

 

 

||| Isso agora é o que menos importa

por josé simões, em 10.07.15

 

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Como o quando e o onde já sabemos, o que interessava agora saber é o "quem, como e porquê" ganhou 100 milhões de euros sem mexer uma palha, sem criar um posto de trabalho, sem investir na economia real, sem produzir absolutamente nada, sem beneficio para a economia e para a sociedade, sem sair de casa, só com especulação. Pedro Passos Coelho gosta disto, é o mercado a funcionar, diz. E estas, sim, é que são as "regras do jogo" que importa mudar.


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|| O país dos prodígios

por josé simões, em 24.10.13

 

 

 

É o país onde é "tão natural como a sua sede" um ex-primeiro-ministro futuro Presidente da República lucrar 140% com a venda de acções de uma sociedade não cotada em bolsa, e tão natural como respirar o banco do Estado perder dinheiro com a venda da sua participação numa cotada em bolsa por 3,48 euros abaixo do valor de fecho dos títulos e vir-nos dizer que lucrou não sei quantos milhões.

 

Parafraseando Paulo 'irrevogável-patriota' Portas, "um negócio é bom quando ambas as partes ficam a ganhar", e a gente, mesmo com muito boa vontade e um bocado grande de esforço, não consegue perceber como é que ambas as partes ficaram a ganhar quando uma parte vende abaixo do valor de mercado… Mas se calhar ajudava a perceber, não explicava tudo mas ajudava, saber em tempo em útil, qual foi a outra parte, a parte compradora, porque uma coisa a gente já percebeu, sem ajuda e sem esforço, com este Governo a administrar a cousa pública o Estado deixa sempre de ganhar, que é como quem diz, fica sempre a perder.

 

Eu era capaz de jurar que ontem ouvi o primeiro-ministro dizer que não tinha amigos...

 

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|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 04.06.13

 

 

 

"a Europa tem estado a pôr a casa em ordem, algo que os Estados Unidos ainda precisam fazer"

 

"admitiu a existência de problemas, como o crescimento da taxa de desemprego, mas […] a situação podia ser "rapidamente" ultrapassada se "fosse mudado o ambiente dominado pela regulação e a ideia de que é preciso proteger o empregador do funcionário e o funcionário do empregador".

 

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|| "A bosta de boi é mais útil que os dogmas; serve para fazer estrume", Mao Tse Tung

por josé simões, em 05.04.12

 

 

|| Falar verdade a mentir

por josé simões, em 28.09.11

 

 

 

«A peça contém apenas um acto (acto único) que é composto por dezassete cenas» diz a página da Wikipédia. Vinte e seis anos depois nascia a Goldman Sachs mais as suas “dezassete” ressurreições, entre crises económicas e políticas, jogadas de bastidores e zangas temporárias com as administrações norte-americanas. [Curioso, ou nem por isso, o termo usado ser quase sempre administração e muito raramente Governo].

 

«Mas no fim do dia, o pai de Amália descobriu que o seu futuro genro tinha mentido, apesar das suas mentiras terem acabado por ser verdade. Como agradecimento pela sua ajuda e pela "lição" que ele lhe deu, Duarte oferece um saco de dinheiro a José Félix.» também diz a Wikipédia.

 

«Alessio Rastani admite ser un fraude: "Invierto como hobby, sólo busco atención y soy un charlatán"»

 

Só o final da peça não faz sentido, Garrett não teve “dezassete vidas” como a Goldman Sachs para fazer as devidas actualizações e correcções, daí o «"vício" de mentir emendado e […] o desejo de José Félix pelo dinheiro satisfeito». A peça não acaba assim.

 

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|| American Psycho

por josé simões, em 27.09.11

 

 

 

No passado dia 18 de Agosto escrevi que o Departamento de Justiça norte-americano «andava a dar “tiros” ao lado enquanto a Goldman 'fénix' Sachs vai passando pelos intervalos da chuva», pouco mais de um mês passou e, como que a confirmar o que tinha escrito, chega Alessio Rastani.

 

Vou reler o grande Brett Easton Ellis.

 

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Para grandes males grandes remédios

por josé simões, em 11.03.09

 

 

 

Um dos indicadores para medir o pulso à economia é o mercado bolsista. Este último ano foi para esquecer, e o ano em curso – aposto – vai ser para não lembrar.

Meia dúzia de recuperações logo seguidas de quedas ainda mais acentuadas, e uma euforiazita depois da tomada de posse de Obama.

 

Não se pode aplicar às bolsas o remédio que o Governo português aplicou aos tribunais após os sucessivos roubos às caixas Multibanco?

Roubam as caixas Multibanco nos tribunais? Retiram-se as caixas Multibanco dos tribunais. As Bolsas não recuperam? Suspendam-se as bolsas até a crise passar.

 

Provérbio do dia: “Quem não vê é como quem não sabe”

 

(Foto de Nino di Paolo)