Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Por falar em populismo

por josé simões, em 27.04.17

 

chemamadoz.jpg

 

 

Se fosse o governo da direita radical a anunciar serviços da Caixa Geral de Depósitos em instalações de juntas de freguesia o PS fazia um escarcéu no Parlamento e "saía para a rua" como fez, por exemplo, com os serviços dos CTT depois da sua privatização, certo?

 

É que depois andamos todos muito assustados a debater a ascensão dos populismos na Europa por os eleitores, por saturação de contorcionismo e de double standards, já não se reverem nos partidos políticos todos iguais.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Fake news

por josé simões, em 05.04.17

 

sérgio-monteiro.jpg

 

 

Novo Banco: Esquerda é responsável por esta “má venda”

 

[Ler: Levar Portugal a sério (a sério)]

 

 

 

 

 

Recapitulando

por josé simões, em 05.04.17

 

 

 

Caso BPN: Ministério Público arquiva inquérito contra Dias Loureiro e Oliveira e Costa

 

 

 

 

Normalidade democrática

por josé simões, em 31.03.17

 

A bull shark that was found in a puddle south of T

 

 

O Banco de Portugal [já] gastou 25 - vinte e cinco - 25 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes em assessoria para descobrir a solução para o imbróglio BES/ Novo Banco que consiste em o Estado injectar 4 000 000 000 000 - quatro mil milhões - 4 000 000 000 000 de euros do dinheiro do contribuinte no banco para o dar de mão beijada e sem direito de voto a um fundo "abutre".

 

Não há dinheiro para nada e ainda há a "sustentabilidade da Segurança Social" e o aumento da idade da reforma.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Não me lembro de ter visto isto nos telejornais...

por josé simões, em 27.03.17

 

naperon.jpg

 

 

O Governador do Banco de Portugal, que não vê motivos para abandonar o salário o posto,  reconduzido no cargo pelo primeiro-ministro, que não via necessidade de discutir em conselho de ministros o sector bancário, dos bancos resolvidos de cruz via e-mail com os pés de molho a partir do Algarve.

 

Portugal tem vindo a pagar a factura da decisão do Banco de Portugal sob a forma de juros mais altos na dívida soberana, dificuldade na venda de activos e maiores custos no financiamento da banca.

 

Não compramos Portugal. Não compramos dívida portuguesa. Vamos manter essa proibição com disciplina.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

#Sad

por josé simões, em 24.03.17

 

cross hell.jpg

 

 

Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal, finge não saber que já ninguém lhe tem respeito, nem mesmo aqueles que o reconduziram no cargo.

 

Parafraseando, Your organization's terrible. Sad.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

A insustentável leveza de Passos Coelho

por josé simões, em 20.03.17

 

Chuck Jones. Character layout drawing, Bugs Bunny,

 

 

Daí nem ser de gastar o precioso tempo do Conselho de Ministros com tamanha maçada:

 

Teríamos necessidade entre 40 a 50 mil milhões de euros para poder imunizar o sistema bancário dos riscos mais elevados

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

Era só já o que restava no "pote"

por josé simões, em 14.03.17

 

 

 

Em 2015, depois de 4 - quatro - 4 anos passados sem que a questão da banca tivesse sido abordada em Conselho de Ministros, logo por azar o segundo "pilar" do memorando de entendimento com a Troila, Pedro Passos Coelho do programa do PSD "compatível com o memorando da Troika", o primeiro-ministro do "ir além da Troika", mostrava grande preocupação com a Caixa Geral de Depósitos, logo também por azar o banco do Estado.

 

Era só já o que restava no "pote" e havia que arranar uma forma de meter os contribuintes a pagar do seu próprio bolso a privatização.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

"A credibilidade do banco de Portugal"

por josé simões, em 06.03.17

 

in flames.png

 

 

"A credibilidade do Banco de Portugal". Carlos Costa faz-de de desentendido e desvia o foco com um "defender a reputação" do Banco de Portugal quando o que está em causa é a reputação do Governador do Banco de Portugal, nada de misturas, galdeiragem à parte, como diz o pagode. A reputação do Governador que aceitou ser reconduzido no cargo depois do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES, com conclusões nada abonatórias para a sua pessoa, assinadas pelos representantes dos partidos que o reconduziram; a reputação de quem aceita ser reconduzido no cargo a poucos meses das eleições; a reputação de quem já Governador do Banco de Portugal não colocou o lugar à disposição do novo poder político. Não há "confiança do público na eficácia e na diligência da supervisão bancária" que resista a governadores desta estirpe.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 04.03.17

 

boom.jpg

 

 

Passos diz que o governador do Banco de Portugal tem condições para cumprir o mandato.

 

]Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

"Não há problema nenhum"

por josé simões, em 03.03.17

 

 

 

E depois disto o senhor continua como director-adjunto, com programa semanal de autor e a dar a sua douta opinião, todos os dias e a todas as horas, sobre tudo o que mexe à face do planeta. Já lá vão quase 3 anos.

 

[Via]

 

 

 

 

 

As alcoviteiras

por josé simões, em 17.02.17

 

jogo-do-monopolio.jpg

 

 

Discrição, recato, fiabilidade, boca cerrada, três das qualidade exigidas a um banqueiro. Como António Domingues manchou a sua reputação por andar, ressabiado, com segredinhos de pé de orelha a António Lobo Xavier, administrador da sua entidade patronal - o BPI, Conselheiro de Estado nomeado por Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.

 

 

 

 

 

As coisas são o que são

por josé simões, em 15.02.17

 

believe.jpg

 

 

Que foi António Lobo Xavier quem mostrou ao Presidente da República os sms trocados entre o ministro Centeno e o banqueiro Domingues. António Lobo Xavier do conselho de administração de um banco privado concorrente do banco do Estado. Do banco privado BPI  onde o Governo do Partido Socialista foi buscar o banqueiro Domingues para pôr na linha a Caixa Geral de Depósitos, em nome de quem andou por Bruxelas a negociar, na posse de informação privilegiada, em modo antes de o ser já era. Privado também o escritório de advogados onde o Governo do Partido Socialista foi encomendar um fato por medida para que o banqueiro privado escapasse ao controlo público. O público anónimo que via o banco do Estado recusar um crédito de uns milhares de euros para fazer obras na casa ou para abrir um pequeno negócio, mãos largas com milhões a fundo perdido para privados em negócios privados que o meteram no buraco em que se encontra, em 40 anos de administrações do "arco da governação", albergue de nomeações PS/ PSD/ CDS. Digam o que disserem as coisas são o que são e não há volta a dar-lhe, continuemos pois a discutir sms entre ministros e banqueiros e continuemos a enterrar ainda mais a Caixa Geral de Depósitos até ao ponto em que seja o contribuinte a pagar do seu próprio bolso a sua privatização.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

O Marcelo das lamentações

por josé simões, em 06.02.17

 

know.jpg

 

 

Meia-dúzia de maduros, originários de nenhures a milhares de quilómetros de distância, aterram na Portela e, semanas depois, já sabiam desde o número de funcionários da limpeza nos ministérios às fundações gordurentas, das escolas com telhados de amianto aos enfermeiros nos hospitais, das obras públicas às estradas sem portagem, do número de alunos por turma ao valor do IMI arrecadado pelas câmaras municipais, de tudo e mais alguma coisa, onde cortar e taxar, e ninguém se pergunta como, a razão desde conhecimento detalhado.

 

A gente lamenta que o Presidente não tenha detectado que a troika só detectou o que lhe disseram para detectar as embaixadas do arco da governação, semanas a fio em romagem ao quartel-general instalado no Terreiro do Paço.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

 

Ulrico strikes back

por josé simões, em 19.01.17

 

trapezista.jpg

 

 

Independentemente das contas do banqueiro Ulrico estarem ou não certas e de os contribuintes terem ou não salvo a banca, em Portugal, o que o banqueiro Ulrico não diz é que lamenta o contribuinte ter gasto um cêntimo de euro que seja para salvar a banca; que lamenta a banca não ter sido salva na íntegra pelos seus accionistas; que um cêntimo de euro que seja retirado ao contribuinte para salvar a banca é um cêntimo de euro retirado à economia do país por causa dos desmandos dos accionistas banqueiros; que quando os accionistas dos bancos se andaram a lambuzar com dividendos pornográficos, proveito de uma economia de casino e especulativa, não tenha havido dos accionistas dos bancos um reconhecimento para com o contribuinte, sempre ali à mão de semear para a salvação terrena; que ele, Ulrico, enquanto banqueiro nunca tenha dado um passo que lhe seja publicamente conhecido para poupar o contribuinte e evitar todas estas situações.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Guardar