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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Também era só o que faltava

por josé simões, em 30.03.17

 

 

Prometo mais assiduidade como presidente da Câmara

 

Teresa Leal Coelho, candidata pelo PSD à Câmara Municipal de Lisboa, em entrevista ao diário Observador, transmitida via Twitter.

 

[Clara Bow na imagem]

 

 

 

 

 

A raça de uns e a rafeirice de outros

por josé simões, em 30.03.17

 

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Que o PSD no Parlamento vote ao lado do Bloco de Esquerda e do PCP para a reposição de direitos e rendimentos dos trabalhadores da administração local depois de quase 5 anos a cortar na "despesa do Estado" é, como diz o povo, a raça deles. Que com isso vá buscar votos em ano de eleições autárquicas é a rafeirice de outros.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

...

por josé simões, em 24.03.17

 

 

 

Serei, dentro de alguns meses, presidente da Câmara de Lisboa

 

 

 

 

Como diria a direita radical

por josé simões, em 18.03.17

 

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Como diria a direita radical - PSD/ CDS, se fosse no privado tinha sido despedida sem apelo nem agravo:

 

Teresa Leal Coelho falhou 91 reuniões como vereadora em Lisboa

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"Eu Não Fico"

por josé simões, em 06.01.17

 

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Se eu ganhar Lisboa, o candidato do CDS a primeiro-ministro será outra pessoa


[Imagem]

 

 

 

 

Exactamente

por josé simões, em 05.01.17

 

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Marco António Costa faz uma breve sinopse de como foi a sua ascensão dentro do PSD, do seu percurso político e enquanto autarca e governante, de como funciona o PSD quando é poder.


[Imagem]

 

 

 

 

Para bom entendedor

por josé simões, em 15.12.16

 

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Dirigentes do PSD apelam a Passos para candidatar-se à Câmara de Lisboa


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Aproveita-se isto

por josé simões, em 30.05.16

 

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Em 22 519 caractreres de entrevista aproveita-se isto e é com isto que vamos ter de contar:


Assume desde já que não vai sentir-se derrotado se perder, e que não vê razões para se ir embora se não correr bem. “Fazer pior do que em 2013 em termos de score é muito difícil”, deixa escapar, lembrando as 106 câmaras (20 das quais em coligação com CDS) que os sociais-democratas tiveram nas autárquicas de há três anos, contra as 150 socialistas. É tudo, de resto, uma questão de perceção, e sobretudo de gestão de expectativas.


Não tenho falta de confiança nem tenho medo. Não estou agarrado ao meu lugar. Se o PSD achar que há outro líder melhor do que eu, façam favor, eu não fico zangado.


Escrevia Pacheco Pereira em 2008 a propósito do consulado de Luís Filipe de Menezes no PSD que para o tirar de lá tinha de ser à bomba "dado que em 2009 [ano de eleições] há dezenas de lugares apetecidos para distribuir e para cada lugar há cinco pessoas da 'situação' a quem este foi prometido e dez que acham que lá podem chegar no meio da guerra civil". Parecia então que Luís Filipe de Menezes tinha sido o pior pesadelo da história do PSD. Parecia. Porque agora, além dos lugares para distribuir nun hipotético regresso do PSD ao poder, por via de legislativas antecipadas pelo fracasso da 'Geringonça' e com uma mãozinha da Europa do Partido Popular Europeu, há também um 'predestinado', um homem que tem uma missão a cumprir, um desígnio na passagem pela vida terrena – resgatar Portugal da revolução comunista de Abril de 1974 e reescrever a História. Vai ser terrível.


[Imagem]