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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Uma história de amor

por josé simões, em 08.01.18

 

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The Tattooist of Auschwitz - and his secret love

 

O Mal

por josé simões, em 31.01.17

 

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Poland's Institute of National Remembrance has published details of 9,686 guards who worked at Auschwitz.

 

The names of almost 10,000 Nazi SS commanders and guards who helped in the extermination of more than a million Jews at Auschwitz have been posted online for the first time.

 

The huge searchable database, which includes hundreds of photographs, has been uploaded by Poland's Institute of National Remembrance (INR) in an attempt to dispel false claims that many of the guards were Polish.

 

The list of 9,686 names are predominantly German and their pre-war occupations are listed as farmers, butchers, teachers, cobblers and all manner of jobs.





 

 

 

Hollywood liberta

por josé simões, em 30.07.16

 

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O Papa foi sozinho a Auschwitz? Não.
O Papa chegou sozinho Auschwitz? Não.
O Papa estava sozinho em  Auschwitz? Não.


Chegou um magote de gente, comitiva, representantes oficiais, representantes do Governo polaco, a comunicação social, fotógrafos, bajuladores vários e emplastros diversos, com o Papa lá no meio. Passaram todos para o outro lado. Passou depois o Papa, fotografado visto de baixo, visto de cima, visto dos lados, filmado de todos os ângulos possíveis e imaginados por câmaras previamente instaladas em braços de gruas e em drones. Não se lembraram de o fazer no Inverno, um Papa todo de branco num campo de extermínio coberto de neve, o efeito visual ainda era infinitamente maior.


Bardamerda para o Vatiwood [Vaticano + Hollywood] rodado no "cu do mundo" e na falta de respeito pela memória de um milhão e trezentos mil mortos.


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Guardar

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||| In Memoriam

por josé simões, em 31.03.16

 

Imre-Kertész-as-a-child-in-the-German-concentrati

 

 

Imre Kertész


1929 – 2016


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||| Nunca mais [III]

por josé simões, em 27.01.15

 

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«About 1.5 million people, most of them Jews, were killed at the Nazi camp, which has became a symbol of the horrors of the Holocaust and World War II, this ravaged Europe. The camp was liberated by Soviet Red Army troops on Jan. 27, 1945, and about 200,000 camp inmates survived.


Here are some of the brave survivors of the Auschwitz death camp…»

 

 

 

||| Nunca mais [II]

por josé simões, em 27.01.15

 

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[Holocaust timeline]

 

 

 

 

 

 

||| Nunca mais

por josé simões, em 27.01.15

 

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27 de Janeiro de 1945 – 27 de Janeiro de 2015


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|| In Memoriam

por josé simões, em 01.10.13

 

 

 

Israel Gutman

 

1923 – 2013

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

 

|| Doentio

por josé simões, em 20.10.12

 

 

 

Os crematórios de Dachau, em puzzle para crianças a partir dos 8 anos, à venda no Amazon.

 

Adenda: Entretanto, e após uma googlada rápida, descobre-se que a mesma empresa também comercializa o portão de Auschwitz, e o tristemente famoso "Arbeit macht frei". Faltam-me as palavras.

 

 

 

 

 

 

|| Memória

por josé simões, em 25.01.10

 

 

 

Segundo os arquivos do KGB, entre 4 a 6 milhões de pessoas foram mortas em Auschwitz pelos nazis.

 

 

 

|| Puxar lustro à ferrugem

por josé simões, em 17.01.10

 

 

 

Recorrendo ao léxico politico-partidário tuga, “cooperação estratégica” entre Pio XII e Hitler, parece-me ser a expressão mais correcta:

 

«Bento XVI fala de acção "discreta" durante a II Guerra»

 

 

 

|| Revisão da matéria

por josé simões, em 20.12.09

 

 

 

«A célebre inscrição "Arbeit macht frei" (o trabalho liberta), afixada à entrada do campo de concentração nazi de Auschwitz, no sul da Polónia, foi roubada durante a noite»

 

«O Papa assinou ontem o decreto sobre as "virtudes heróicas" do italiano Eugenio Pacelli, que esteve à frente dos destinos da Igreja Católica entre 1939 e 1958.»

 

 

 

|| Become a fan

por josé simões, em 16.10.09

 

 

 

Desde os primeiros dias da criação deste blogue que as duas primeiras secções de links na barra da direita são respectivamente “conhece os teus direitos! / know your rights!” e “não esquecer! / do not forget!”; por isso fico muito agradado (era para ter escrito contente mas assim fica mais solene) por saber que o memorial museum at Auschwitz abriu uma página no Facebook. Ao mesmo tempo sinto-me desconfortável pelas opções e mecanismos inerentes ao funcionamento da rede: “Torna-te amigo” ou “Become a fan” é um bocado, e um bocado é favor, macabro…

 

 

 

|| La Memoria del Diablo

por josé simões, em 10.10.09

 

 

 

Quando no verão de 1941 recebeu de Himmler a missão de  preparar Auschwitz para o extermínio em massa, escreve Höss que sentiu que naquela ordem “havia algo monstruoso”, mas os argumentos fizeram-no pensar que as instruções eram perfeitamente justificadas. (Tradução minha)

 

«Hablar con Eichmann o tomar copas con Mengele ayudaba al comandante de Auschwitz a vencer los escrúpulos»

 

 

 

Acerto com a História

por josé simões, em 17.02.09

 

 

«París asume su responsabilidad por deportar a 75.000 judíos»