"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
08
Fev 13
Por josé simões, às 08:01 | comentar

 

 

 

 

 

Merece uma resposta à la Álvaro, ministro que o tutela. Consegue Trotski explicar o que sucedeu às suas fotografias?

 

«Franquelim Alves não consegue explicar o que sucedeu ao seu currículo»

 

Se o naïf senhor Alves dispensar 3 minutos da sua vida à leitura da Fernanda, hoje no Diário de Notícias, talvez encontre umas pistas sobre o que na realidade sucedeu ao seu currículo. É só uma dica, escusa de agradecer.

 

 

 

 

 

 

 


Trotsquê? nunca houvi falar nem sei quem ouvesse houvido o nome desse gaijo

tudo se apaga no mundo

na internet atão

pelo menos o frank-xelim do selim turco continua a trabalhar aos 58 e não foi prá reforma

aqui o je tá na reserva territorial do exército vermelho vai pra 80 anos e picos

se um tipo de 58 annos quer trabalhar num governo que já ardeu

em vez de ir prá reserva territorial do exército laranja com 100% do vencimento

é deixá-lo ir que na reserva territorial fica mais caro

há almirante na reserva que arranja consultadorias de 1 milhão

e quem paga o milhão ao consultor quem paga?

vai prá reserva territorial dos terroristas

e deixa o boss do frank-xelim in pax
TROTSKY a 8 de Fevereiro de 2013 às 20:40

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
twitter / der_terrorist
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