Filho de pobre ou remediado é para trabalhar – e barato porque temos de competir com a China, ou para fazer estatística no banco de desempregados que é para os que estão a trabalhar não se esquecerem de que têm o lugar por "caridade cristã". Ide para o dual, aprender a ser um homenzinho ou uma mulherzinha, que é bem bom. E além disso vem aí a reindustrialização do ministro da Economia que não gosta de ovos estrelados e todos os braços são poucos.
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