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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Parabéns ao PCP

por josé simões, em 23.11.17

 

 

 

Parabéns ao PCP, o da boca cheia de "piquenas" [não é gralha] e "micro" empresas. Com a pressão que a medida coloca na tesouraria das empresas, em meses fixos do ano, o que vai acontecer é um a dois meses de salários em atraso, na maioria das vezes nunca recuperáveis. Então no pequeno comércio, cada vez mais pressionado por hipers, promoções, shoppings e black fridays, e dependente das vendas do dia-a-dia para cumprir obrigações salariais, obrigações com a Segurança Social e obrigações com a Autoridade Tributária, vulgo fisco, vai ser o descalabro total.

 

O pagamento dos subsídios de Natal e de férias no sector privado vai deixar de ser feito parcialmente em duodécimos e voltará a ser feito de uma só vez, em 2018, depois da aprovação de uma proposta do PCP.

 

 

 

 

O Grande Líder

por josé simões, em 22.11.17

 

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Estaline também mandava as pessoas, contra sua vontade, "trabalhar" para outras cidades. Famílias inteiras, departamentos inteiros, agências inteiras, localidades inteiras. A diferença é que como iam a pé alguns morriam pelo caminho e a deslocalização, contabilizada no deve e haver do economês que rege a política nos tempos que correm, era um sucesso pela limpeza que provocava nos "cadernos eleitorais" e no "monstro" do Estado.

 

Nada de mais violentador da liberdade individual do que o Estado decidir, a seu bel-prazer, da liberdade individual de cada um, com implicações directas nas famílias e naqueles que os rodeiam. E isto tanto é válido para a direita radical como para os liberais de pacotilha como para a esquerda, mais ou menos radical. E isto tanto é válido seja uma localidade inteira, seja uma agência governamental, seja uma só pessoa. E isto tanto é válido debaixo da bandeira dos amanhãs que cantam, da emancipação do proletariado, da construção do homem novo e do caminho para o socialismo, como é válido para a descentralização do Estado e para o combate a macrocefalia da capital.

 

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Espelho meu, espelho meu, existe alguém mais populista que eu?

por josé simões, em 21.11.17

 

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Um dia depois de se saber que a Agência Europeia do Medicamento ia para Amesterdão o Governo anuncia a ida do Infarmed para o Porto, numa luta taco-a-taco com o populista do regionalismo-futeboleiro Rui Moreira para ver quem ganha o prémio do populista mais populista de Portugal e antes que comecem a vir a terreiro as vozes que insinuaram a desistência de Lisboa ser devida à percepção de que a derrota seria estrondosa e copiosa e assim que se lixassem os parolos do Porto, como se a descentralização e a regionalização [até ver chumbada em referendo exigido pelo actual Presidente da República enquanto líder do PSD] se resumisse à transferência de competências e de centros de decisão de Lisboa para o Porto, da capital para a vice-capital.

 

E que se lixem os parolos que trabalham no Infarmed, com vida feita e mulher e marido e filhos e casa montada em Lisboa, que chalé com piscina, 4 topos de gama à disposição, seguro de vida no valor de um milhão, mais salário, como as mordomias do administrador da Caixa Geral de Depósitos para Vale de Lobo, como compensação para o estar a semana toda fora da família e de não ver os filhos a crescer de segunda a sexta, vezes 400, que são os trabalhadores, perdão, colaboradores do Infarmed, isso foi no tempo das vacas gordas que agora o contribuinte vai pagar a capitalização do banco público e o dinheiro não chega para nada quanto mais para compensar quem viu a vida interrompida a meio porque sim e porque dá jeito a quem ocupa temporariamente a cadeira do poder de decidir sobre a vida de cada um.

 

Agora que Santana Lopes anda por aí é ir recuperar o que o PS disse aquando da deslocalização da secretaria de Estado da Agricultura para Santarém, que era já ali, às portas de Lisboa, não era no Porto.

 

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Da instrumentalização polítca da morte

por josé simões, em 21.11.17

 

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Diz ela, enquanto, sem qualquer pudor, instrumentaliza politicamente a morte.

 

Esta indiferença à morte não é normal e tem muito a ver com a forma como o próprio Governo vai reagindo

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 20.11.17

 

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Quando tocou a eliminar feriados e dias de férias, sem qualquer compensação salarial para os trabalhadores, não veio daí grande mal para as "confederações patronais"; quando tocou em a baixar o preço da hora extra, os dias de férias e as indemnizações por despedimento, em nome da criação de emprego que nunca aconteceu, não veio daí grande mal para as "confederações patronais"; já baixar a mais-valia aos patrões e accionistas é que não pode ser, a menos que se baixem os impostos às "confederações patronais" de modo a pôr os contribuintes, e os trabalhadores que auferem o salário mínimo nacional, a pagar o aumento do salário mínimo nacional que as "confederações patronais não podem aumentar nem pagar.

 

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Ainda que mal pergunte

por josé simões, em 20.11.17

 

 

 

Como é que estamos de campos de golfe no Allgarve? [com dois éles e 9 milhões de euros a voarem do bolso do contribuinte].

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 19.11.17

 

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A capa da The New Yorker

 

 

 

 

Homeless chic, Capítulo III, next level

por josé simões, em 19.11.17

 

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Em última instância serve para isolar a parede exterior do prédio das intempéries e da acção dos elementos.

 

Homeless Chic I

 

Homeless Chic II

 

Favela Chic 

 

 

 

 

Fim-de-semana

por josé simões, em 19.11.17

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

Baby Please Don't Go ~ Georgie Fame

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

Um porco na chafurda

por josé simões, em 19.11.17

 

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Ou a teoria das mulheres assediadas e violadas por culpa própria, não se vestissem assim, sluts, de calções e mini-saia, badalhocas oferecidas, com as mamas quase à mostra, estão mesmo a pedi-las, do que é que se queixam, bitches?

 

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In Memoriam

por josé simões, em 18.11.17

 

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Azzedine Alaïa

 

1940 - 2017

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 18.11.17

 

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Malcolm Young

 

1953 - 2017

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 18.11.17

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Porque hoje é sábado

por josé simões, em 18.11.17

 

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Women with cameras, Milan 1981, Dolce Via series

 

Charles H. Traub

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 17.11.17

 

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Ou quando o presidente do Supremo Tribunal de Justiça se vê na obrigação de vir a público sublinhar o óbvio:

 

a independência dos juízes não pode significar a desconsideração da lei nem a interpretação ou aplicação por acto de vontade

 

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