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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Nunca morrem sozinhos

por josé simões, em 30.06.14

 

 

 

||| O liberalismo e o neoliberalismo como obstáculos epistemológicos

por josé simões, em 30.06.14

 

 

 

«"Os grandes avanços da civilização", escreveu Milton Friedman em Capitalismo e Liberdade (1962), "na arquitectura ou na pintura, ciência ou literatura, indústria ou agricultura, nunca tiveram origem no governo". Não explicou onde é que inseria a arte patrocinada pelo Estado na Atenas de Péricles, nem os Médicis que, enquanto banqueiros dominantes e dirigentes florentinos, encomendaram e financiaram tanta da arte do Renascimento. Ou a corte espanhola, que nos deu Velázquez. Ou o Manhattan Project do governo norte-americano, que originou a produção da bomba atómica, ou os Institutos Nacionais de Saúde, cujas bolsas concedidas conduziram a muitas das mais importantes inovações farmacêuticas.» [Continuar a ler]

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Viviam acima das suas possibilidades

por josé simões, em 30.06.14

 

 

||| Perdidos e achados

por josé simões, em 29.06.14

 

 

 

O partido político global há mais tempo no activo e com a base eleitoral de apoio em perda constante para os partidos e grupelhos radicais, também do Deus de Abraão, andou um ror de tempo entretido a carregar ricos para o céu enquanto contava aos pobres histórias com camelos e buracos de agulhas e, eis senão quando, olha a toda a volta e pensa que o esquecimento foi roubado. Tomassem mais atenção à imensa sabedoria dos pobres, a quem contavam as histórias com animais de jardim zoológico e instrumentos de costura, e tinham aprendido que "quem não é visto não é lembrado", que é como quem diz é esquecido, e esquecido é como perdido e achar uma coisa perdida não é roubar nada a ninguém.

 

«Comunistas roubaram a nossa bandeira», diz papa Francisco

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Fim-de-semana

por josé simões, em 29.06.14

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

Purple  Rain ~ Prince and The Revolution

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

 

 

||| A Voz do Povo

por josé simões, em 29.06.14

 

 

 

Ao balcão do café: "Faz sentido o Dia do Peregrino aprovado pelos deputados, sempre em peregrinação dos escritórios de advogados com avenças com o Estado para o Estado para negociar avenças com os escritórios de advogados".

 

 

 

 

 

 

||| Ódio aos sindicatos

por josé simões, em 29.06.14

 

 

 

O que está aqui em causa não é, segundo palavras do próprio, onde antes havia duas organizações sindicais passar agora a haver três, o que está aqui em causa é haver organizações sindicais, o que está aqui em causa é o direito à organização por parte dos trabalhadores, sejam eles médicos ou varredores da rua, o que está aqui em causa é haver quem se organize e defenda direitos e garantias e se insurja contra a prepotência, é o ódio aos sindicatos e ao sindicalismo e as saudades do Estado das corporações com as direcções dos sindicatos por nomeação do ministro da tutela:

 

«Fernando Leal da Costa, secretário de Estado adjunto da Saúde: Ordem dos Médicos até parece "um sindicato"»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| O Barreiro é vermelho

por josé simões, em 28.06.14

 

 

 

Assisti ontem no Barreiro a um concerto, pacífico, de Rodrigo Leão no mausoléu de Alfredo da Silva. em pleno coração do ex-complexo industrial e actual parque empresarial, no encerramento, não um dia, não um fim-de-semana, mas de uma semana, pacífica, de homenagem a Alfredo da Silva, o capitalista fundador da CUF e do Barreiro tal e qual o conhecemos hoje, grande impulsionador das lutas operárias na então vila e "pai" da implantação do Partido Comunista na região. "Um grande senhor" disse Rodrigo Leão a meio do concerto, pacificamente aplaudido por milhares na assistência. O Barreiro é vermelho.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| In Memoriam

por josé simões, em 28.06.14

 

 

 

Bobby Womack

 

1944 – 2014

 

 

 

 

 

 

||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 28.06.14

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

||| Porque hoje é sábado

por josé simões, em 28.06.14

 

 

 

Little Sparrowsint

 

Jill Freedman

 

 

 

 

 

 

||| Um peneirento contrariado é melhor ou pior para o Governo da Nação?

por josé simões, em 27.06.14

 

 

 

Paulo Portas a Comissário Europeu? "Não tomei nenhuma decisão". Irrevogavelmente "tudo o mais é tão especulativo que até parece a abertura oficial da silly season". Não é defeito é feitio e é mais forte do que ele.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Desculpem qualquer coisinha

por josé simões, em 27.06.14

 

 

 

Pela destruição causada por, e contra as opiniões mais avisadas e pela arrogância do "nós é que sabemos", vos termos arrasado o país, pelos mortos e feridos provocados, pelo êxodo de refugiados, por uma geração sem futuro. Desculpem qualquer coisinha, não se volta a repetir, não se fala mais nisso, ok?

 

«FMI diz que afinal teria sido melhor reestruturar a dívida de Portugal»

 

[Imagem de M. S. Corley]

 

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.06.14

 

 

 

«O governo da Madeira vai gastar mais de 550 mil euros com um estudo, encomendado por Alberto João Jardim em 2002 e que é apresentado esta sexta-feira em Lisboa, com o objectivo de contrariar "a ideia de despesismo que se associa a esta Região Autónoma"».

 

O "Deve e Haver das Finanças da Madeira" começa no século XV, que foi quando os portugueses chegaram às ilhas e, de chicote na mão, começaram a escravizar os nativos nas plantações de bananas, a impor-lhes os costumes trazidos do continente e o português como língua oficial, proibindo o uso da língua materna, o madeirense, e vai até ao século XXI, já na última fase, a da queda, depois da ascensão e apogeu de Alberto Simão Bolívar Jardim, líder e herói da luta da libertação contra o colonialismo.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

||| Agora vamos brincar aos presidentes da República

por josé simões, em 26.06.14

 

 

 

Ataques cerrados ao Tribunal Constitucional passaram-lhe ao lado porque o homem é imune a pressões e guia-se sempre pelo que considera ser o "superior interesse nacional" e coise. E como é chefe de facção e só faz o que lhe convém, por interposta pessoa o Governo do seu partido e lhe entra por um lado a 100 para lhe sair pelo outro a 200, vai de encher chouriços para debater o que já está mais que debatido e decidido entre o Governo e o Presidente da República, a "situação económica, social e política, face à conclusão do Programa de Ajustamento e ao Acordo de Parceria 2014-2020 entre Portugal e a União Europeia para os Fundos Estruturais", com o conselheiro Marques Mendes na véspera a avisar, na avença que tem na televisão, o que vai acontecer no dia a seguir, mais o Expresso, do também conselheiro Francisco Balsemão, a publicar as "actas" do Conselho de Estado, de "fontes fidedignas", claro, e o conselheiro Marcelo Rebelo de Sousa a badalar, na avença que tem no outro canal de televisão, com grandes esgares para cima da dona Judite, as peripécias do evento. Salva-se Mário Soares, que não vai em grupos do ponham lá aí a vossa assinatura por baixo para isto ficar com uma cara de consenso e de sabedoria de senadores, sai a meio da peça e vai de fim-de-semana para o Algarve.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

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