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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Boring

por josé simões, em 29.02.12

 

 

 

De assinalar só o visual afro, Black Power/ Black Phanter, de Manuel Fernandes. Não vamos lá por um lado vamos por outro. Também veio a consciência, e o gang é coisa da juventude nos subúrbios, ou é só mais futebol fashion?

 

[Kathleen Neal Cleaver na imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Contas de subtrair

por josé simões, em 29.02.12

 

 

 

Se é legítimo defender que a dívida dos municípios deve ser analisada «tendo em conta o número de habitantes dos mesmos», é também legitimo argumentar que a dívida dos municípios deve ser paga pelos respectivos habitantes, a dividir pelas cabeças dos munícipes, segundo uma fórmula [a inventar] em que entrem as variáveis "permilagem ocupada" e "rendimento mensal ilíquido", por exemplo? Não. Por todas as razões e pelo princípio da coesão e da unidade do território nacional, e da solidariedade inter-regiões.

 

E é nestas alturas que a regionalização deixa de ser a salvação da pátria, e é também nestas alturas que os cidadãos deviam pensar duas vezes, antes de fazer a cruzinha no boletim de voto, no quadradinho do campeão da betonização do espaço público, a que se convencionou chamar de progresso e desenvolvimento.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Ópera joco-séria

por josé simões, em 29.02.12

 

 

 

Na caça aos dotes de Clóris e Nise, curiosa a bicada dada por Gil Vaz em Fuas, que é como quem diz, a farpa do Correio da Manhã, em editorial, no "rival" Jornal de Notícias, na guerra pela conquista do nicho de mercado.

Ficamos todos a saber que, para o Correio da Manhã, há nichos de mercado, o do crime, do populismo, e o da fixação psicótica em determinados políticos, mais nobres que outros nichos, o da futebolite-regionaleira, inevitavelmente com sotaque.

E ainda mais curioso é a bicada vir quando o Jornal de Notícias abdica, por vontade própria, de ser um jornal de dimensão nacional para passar a ser um jornal regional com tiragem nacional.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Numa coisa estamos de acordo

por josé simões, em 29.02.12

 

 

 

"é preciso olhar às pessoas". E, antes de ler ou ouvir a entrevista, a gente vai olhar para a pessoa que a concede. Para ver se é coisa para se levar a sério ou se é coisa para se dar o desconto.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| The Lively Morgue

por josé simões, em 28.02.12

 

 

 

O New York Times "abriu" um tumblr. A seguir.

 

 

 

 

 

 

|| As palavrinhas mágicas

por josé simões, em 28.02.12

 

 

 

"ajuste directo"

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

 

|| In Memoriam

por josé simões, em 28.02.12

 

 

 

Jaime Graça

 

1942 – 2012

 

A legenda na foto diz "Glória ao vencedor! Triunfo do Vitória sobre o Benfica, na final da Taça de Portugal", o texto que a acompanha remata "Jaime Graça ergue a Taça de Portugal, e, desportivamente, Mário Coluna aplaude". O futebol já foi assim. Glória a Jaime Graça!

 

 

 

 

 

 

|| Sturmabteilung [SA]

por josé simões, em 28.02.12

 

 

|| Eu hoje acordei assim

por josé simões, em 28.02.12

 

 

 

 

 

 

 

|| Nem chove, nem a economia cresce, nem o Benfica é campeão

por josé simões, em 27.02.12

 

 

 

Adenda: O Diabo é vermelho. Sempre foi. Com excepção da paleta cromática que vigorou entre 28 de Maio de 1926 e 25 de Abril de 1974, em que foi encarnado, apesar de usar bivaque verde e uma cruz da Ordem de Avis no braço esquerdo. Por isso…

 

 

 

 

 

 

|| Noite dos Óscares

por josé simões, em 27.02.12

 

 

 

O Resgate do Soldado Manning / Saving Private Manning

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Por falar em liberalismo

por josé simões, em 27.02.12

 

 

 

[…] fomos campeões do liberalismo, na nossa região, e da desmontagem do Estado. […] fomos excelentes alunos das ideias do denominado Consenso de Washington. […] Houve um aumento da desigualdade e uma situação muito grave, a debilitação do Estado. Os períodos de violência – que foram muito intensos e cruéis – têm a ver com a ausência do Estado no território nacional… (…) O que temos de fazer, agora, é reconstruir o Estado, porque não há uma dicotomia entre o Estado e o mercado, é o contrário: onde chega o Estado, chega o mercado. […] Não se trata de criar um Estado burocrático e pesado, mas permitir que a segurança do cidadão, a educação, a saúde possam chegar à totalidade do território nacional. Isso vem em conjunto com o objectivo de ter uma sociedade menos desigual, uma sociedade com uma melhor distribuição de rendimentos. […]

 

Desmantelar o Estado e a iniciativa privada e as ruas a arder. Depois não digam que não foram avisados. Rafael Roncagiolo, ministro dos Negócios Estrangeiros do Peru, a partir do minuto 12:51.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Edvard Munch, merchandising

por josé simões, em 26.02.12

 

 

|| Fim-de-semana

por josé simões, em 26.02.12

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

SoonYes

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 

|| A Campanha do Trigo, reloaded

por josé simões, em 26.02.12

 

 

 

Quando o problema é os campos de cultivo que não são cultivados e o porquê de o não serem, meia dúzia de maduros que, arrisco, até já se sabe quem vão ser, vai ter, do dia para a noite, o património substancialmente aumentado, a bem da auto-suficiência alimentar, da balança de pagamentos, ou de coisa que o valha.

 

[Na imagem Benito Mussolini participa na Batalha do Trigo, uma campanha dinamizada com o objectivo de aumentar a produção de cereais. Não, a Campanha do Trigo não foi um exclusivo de Salazar]

 

 

 

 

 

 

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