
O talhante de Kampala, admirador de Hitler e canibal nos intervalos das matanças contra o seu próprio povo, era um tipo porreiro, “um grande nacionalista, um patriota”.
O mercenário-assassino sem escrúpulos Carlos, afinal é o Chacal Guevara, um revolucionário vanguardista, quiçá um socialista bolivarista do século XXI avant-garde.



