"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
22
Nov 14
publicado por josé simões, às 00:02link do post | comentar

 

Junku Nishimura.jpeg

 

 

 

Escort

 

Junku Nishimura

 

 

 

 

 

 


21
Nov 14
publicado por josé simões, às 18:39link do post | comentar

 

 

 

 

E a esquerda tem fobia e horror ao lucro e estigmatiza o lucro e condena quem ousa ter lucro e negócios que dão lucro e o coise e tal. À falta de melhor argumento para contrapor e como justificação mal-amanhada ao por-cima-de-toda-a-folha e vale-tudo-e-até-arrancar-olhos neoliberalista, em prol da mais-valia do patrão e do accionista, é lengalenga que os ideólogos de Pedro Passos Coelho e os apóstolos de Paulo Portas costumam atirar à cara dos oponentes em qualquer frente-a-frente ou debate ou fórum nas televisões e nas rádios. Mas como a mentira tem perna curta e, ao contrário do que dizem, uma mentira não passa a verdade mesmo que mil vezes repetida, basta introduzir na equação uma empresa pública, num concurso público, em pé de igualdade com outras privadas da mesma área, para se perceber que há lucro e lucro e lucro mais lucro do que o lucro, quem na realidade tem fobia e horror ao lucro e estigmatiza o lucro e condena quem ousa ter lucro e negócios que dão lucro, numa empresa pública, de serviço público, gerida por um privado – o supra-sumo da gestão que ia acabar com o regabofe e com o despesismo, de nomeação governamental, do Governo que luta, contra a esquerda, pelo lucro, e que faz contas - outra coisa que a esquerda não sabe fazer, o argumento a seguir ao argumento do lucro, e que percebe que as receitas em publicidade e revenda de direitos compensam o investimento na compra.

 

Da próxima vez que os ideólogos de Pedro Passos Coelho, os apóstolos de Paulo Portas - e os próprios, vierem, enfunados, com a máxima reluzente de que “o lucro é bom” acrescentamos à frente "alínea a)".

 

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 11:50link do post | comentar

 

Toothdecay.png

 

 

 

Não serve para nada, dói que se farta, dói ainda mais ao arrancar e de siso não tem nada. "Em nome do bom senso os proponentes da proposta 524-C pedem para que seja retirada". Eles sabem que nós sabemos que eles sabem e a the million-dollar question é: quem é que ficou mal na fotografia do despesismo, da irresponsabilidade, da falta de respeito pelos sacrifícios dos cidadãos e da equidade e da justiça social, não necessariamente por esta ordem? "Foi esta maioria que suspendeu as subvenções vitalícias. É por esta maioria que elas não serão repostas".

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 08:00link do post | comentar

 

 

 

 Substituir United Kingdom por Portugal:

 

"Foreign governments are making hundreds of millions of pounds a year running British public services, according to an Independent investigation highlighting how privatisation is benefiting overseas – rather than UK – taxpayers.

 

Swathes of Britain’s energy, transport and utility networks are run by companies owned by other European governments – meaning foreign exchequers reap the dividends while UK customers struggle with increasing fares and bills."

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


20
Nov 14
publicado por josé simões, às 22:15link do post | comentar | ver comentários (1)

 

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"PSD e PS juntam-se para repor subvenções vitalícias a políticos"

 

Ou, como disse o vazio técnico que ocupa a cadeira da Presidência da República no dia 5 de Outubro que-já-foi-feriado-nacional, é urgente os partidos reflectirem sobre a realidade política nacional e que, urgentemente, cheguem a um consenso de modo a responder aos cada vez maiores níveis de abstenção causados pela insatisfação dos cidadãos com a classe política porque, caso contrário, o regime corre o risco de implodir. E tal. E até porque anda por aí o Marinho e Pinto e outros que tais e apesar de antes de haver o Marinho e Pinto ter havido, e há e se calhar vai continuar a haver, Paulo Portas, sem que ninguém alguma vez tenha mostrado preocupações com populismos [esta parte já disse eu].

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 20:24link do post | comentar | ver comentários (1)

 

circo-chen.jpeg

 

 

 

Descontando o facto de o Governo que o CDS-PP integra não ter "um modelo de baixos salários e de desemprego para o país", descontando o ministro do CDS-PP, Pedro Mota Soares, se esforçar por apoiar a  criação de “empregos de futuro e bem remunerados” para os mais jovens numa multinacional e maior cadeia de restaurantes do país, descontando a aposta do ministro do CDS-PP, Paulo Portas, nos comissionistas avençados de uma multinacional e maior imobiliária do país, a gente ouve coisas e não acredita. Foram ditas por um ministro do Governo da Nação ou são só o animador do circo de Natal a entreter a audiência enquanto recolhem o trapézio e montam as grades para as feras?

 

"Quem é que cria mais postos de trabalho? a Remax ou o BE?"

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 20:22link do post | comentar

 

Mike Nichols – Who’s Afraid of Virginia Woolf-

 

 

 

Mike Nichols

 

1931 – 2014

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 08:21link do post | comentar

 

BOOMPopularComics72.jpeg

 

 

 

A especulação imobiliária continuou de vento em popa, os preços não caíram para o seu real valor, antes pelo contrário, "o metro quadrado em Lisboa, mesmo nas zonas mais nobres" manteve o preço ou até subiu, criou empregou que se fartou onde fazia falta - na construção civil, e não nos avençados à comissão sobre as vendas - nas imobiliárias.

 

A gente vai pelos arrabaldes e pelos subúrbios das cidades – não pelos centros, que nos centros está o comércio moribundo no rés do chão e no primeiro andar mora o armazém do comércio moribundo do rés do chão, e vê ruas, praças, avenidas inteiras com prédios inteiros de T dois e T três e T quatros à venda e que foram, que vão ser salvos pelos chineses e pelos russos, que estão mortinhos por comprar habitação na Damaia ou em Santo António dos Cavaleiros ou no Poço Mouro e na Reboreda, em Setúbal, salvando assim muitas famílias que "conseguiram negociar imóveis que, se o preço caísse a abaixo do valor de compra original, ficariam ainda em maiores dificuldades. Assim puderam vender bem e depressa, reajustando as suas vidas à nova realidade", que é como quem diz continuaram a viver dentro das suas possibilidades, agora sem os anéis mas com os rendimentos dos anéis, e continuaram a poder continuar a exortar os da Damaia, de Santo António dos Cavaleiros, da Reboreda e do Poço Mouro a viver dentro das suas e a entregar as casas ao banco.

 

Podem continuar a rebuscar ainda mais os argumentos. A gente promete não se rir.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


19
Nov 14
publicado por josé simões, às 18:21link do post | comentar

 

 

 

 Para secretário-geral da Justiça ou director-nacional dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras ou director do Serviço de Informação de Segurança, por exemplo.

 

"Funcionários municipais devolveram 4407 euros encontrados no lixo"

 

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 07:04link do post | comentar

 

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Como é no Expresso, que deixou cair o ridículo que era na era da net e da bloga e do tuita e do feiçe "Há 40 anos a fazer opinião" para o "Liberdade para pensar" como justificação para os ridículos Henriques diários, ninguém se indigna nem o problema da ética e da deontologia e dos segredos e das vidas privadas se coloca, nem há promiscuidade entre jornalistas e não sei quem, e até é absolutamente normal que um email entre dois ministros venha escarrapachado na edição online do jornal.

 

"Não consegui contactar o Paulo Portas, liguei muitas vezes e enviei sms, mas sem sucesso", escreve a ministra num e-mail a que o Expresso Diário teve acesso. Destinatário do correio eletrónico: Luís Marques Guedes, ministro da Presidência do Conselho de Ministros. Hora: 6h15 da manhã de 3 de agosto.

 

"Xpresso, há 40 anos a plantar spin". E a fazer jeitos. E tal.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 00:05link do post | comentar

 

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«Confrontada com as declarações de Teixeira da Cruz, a CRESAP desmente a ministra. Fonte oficial assinalou que foi a ministra quem "procedeu à designação por escolha da sua inteira responsabilidade". De acordo com a CRESAP, no concurso para o cargo de presidente do IRN, aberto em outubro de 2013, "não foram encontrados pelo júri três candidatos com mérito", condição exigida para serem apresentados três nomes à tutela. Refira-se que o mesmo já tinha acontecido num primeiro concurso. 

 

De acordo com documentos que a CRESAP facultou ao DN, neste concurso houve apenas quatro candidatos, entre os quais o próprio António Figueiredo, que estava à frente do instituto (antes direção-geral) desde 2004. Um dos quatro membros do júri era Maria Antónia Anes, que subscreveu também a ata a informar da ausência de três candidatos com mérito. 

 

"Isto significa", sublinha a negrito o porta-voz do organismo, "que a CRESAP não indicou o nome do Dr. António Figueiredo à Senhora Ministra da Justiça porque não chegou a apresentar uma proposta de designação, pelas razões apresentadas".»

 

[Imagem]

 

 

Canalhocracia, Capítulo I

 

Canalhocracia, Capítulo II

 

 

 

 

 

 


18
Nov 14
publicado por josé simões, às 07:59link do post | comentar

 

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A gente não se ri, a gente faz um ar muito sério, um ar de quem acredita no Pai Natal e que os banqueiros, além de dinheiro e de dinheiro dos outros, até têm moral. E uma moral muito forte, passível até de ser sujeita a persuasão.

 

"O poder de persuasão moral existia, funcionou, e fez com que em Abril fosse apresentado o plano de sucessão que foi aplicado em Junho. Entretanto vieram ao conhecimento do BdP novos elementos sobre a gestão que permitiram avançar com essa retirada do estatuto de idoneidade"

 

E a gente continua a não se rir e a fazer um ar muito sério e pensa que se calhar os banqueiros, no país do vende-nacionalidade-por-um-punhado-de-euros, além de moral até têm religião, que não a da cor do dinheiro, e passam para o céu por um buraco mais pequeno que o do cu de uma agulha.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


17
Nov 14
publicado por josé simões, às 23:00link do post | comentar

 

Lucien_Clergue.jpeg

 

 

 

Lucien Clergue

 

1934 – 2014

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 19:42link do post | comentar

 

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"Facilitava alguns processos porque "tinha instruções políticas para tudo fazer para dinamizar os vistos gold" [...].

 

[...] o gabinete do vice-primeiro-ministro, Paulo Portas - grande impulsionador dos vistos gold -, garantiu: "Daqui não houve certamente nenhuma instrução política".

 

[Imagem]

 

Canalhocracia, Capítulo I

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 08:15link do post | comentar

 

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"[...] tendo em conta a especial responsabilidade que recai sobre um ministro como o da Administração Interna, e a necessidade de manter uma inquestionável autoridade política no exercício dessas funções [...]" que não é a mesma especial responsabilidade que recai sobre um ministro como o da Justiça, por exemplo, ministério onde não há a necessidade de manter uma inquestionável autoridade política no exercício de funções, para já não falar do ministério dos Negócios Estrangeiros, o tal, o da "nossa imagem no estrangeiro". Vai acabar, mais cedo ou mais tarde, ministro. À frente de um ministério com "especial responsabilidade" a necessitar de "inquestionável autoridade política".

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


16
Nov 14
publicado por josé simões, às 21:58link do post | comentar

 

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Um país que, a troco de um punhado de euros, dá a nacionalidade e um livre-trânsito para o espaço de Schengen a todo o mafioso branqueador de capitais que lhe bata à porta, em casos do foro judicial e não, nunca, em tempo algum, do foro político, como se não fossem de nomeação política e da confiança dos políticos que os nomearam os suspeitos investigados.

 

"A nossa imagem no estrangeiro", eis uma expressão que, subitamente caiu em desuso neste Governo.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 20:01link do post | comentar

 

Cure, The - Killing An Arab.jpeg

 

 

Este fim-de-semana foi assim.


Killing An Arab ~ The Cure


[7" vinyl]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 00:44link do post | comentar | ver comentários (2)

AlCaponemugshot.jpeg

 

 

 

Tudo boa gente a dar idoneidade e seriedade, vender não que, para o caso, estragava tudo.

Tudo gente seríssima, com um azar do caralho nas sociedades em que se vê envolvida, diz-me com quem andas não se aplica aqui.

Ex-ministros e ex-outras-coisas-e-cargos-ligados-aos-partidos-dos-ex--e-dos-actuais-ministros que vêem o nome envolvido em sociedades que não lembram ao Diabo nem aos próprios, aquela coisa da memória aliada ao comer queijo, muito.

Ministros amigos de detidos, detidos sócios de ministros, directores-gerais, e outros directores mais ou menos gerais, nomeados por ministros que são ministros por nomeação partidária do partido que nomeia directores-gerais que estão ali à mão do partido.

E o caso que diz respeito à justiça e não há política porque os cargos são de nomeação judicial e não de nomeação política e aé porque todos os envolvidos chegaram até onde chegaram por mérito e competência e não por serem militantes do partido político que os nomeou.

E depois há o populismo. A espreitar, à coca, é preciso ter cuidado. Com o populismo, que é contra os partidos. E tal.

E ainda há a teoria da conspiração, que estas coisas só são estas coisas porque o ministro é sócio do detido e o detido é sócio do ex-ministro que não se lembra de ser sócio do detido e que vê o seu nome envolvido porque é do partido que nomeou o ministro que nomeou o director-geral que é próximo do partido.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 


15
Nov 14
publicado por josé simões, às 11:58link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

 

 

O concerto começa, devagar, com “Jesus died for somebody's sins but not mine, Meltin' in a pot of thieves, Wild card up my sleeve, Thick heart of stone, My sins my own, They belong to me, me” e termina em apoteose com a sala de pé a entoar “Jimi Hendrix was a nigger, Jesus Christ and Grandma, too. Jackson Pollock was a nigger, Nigger, nigger, nigger, nigger, Nigger, nigger, nigger”?

 

Papa Francesco sorprende la Curia e chiama Patti Smith al suo concerto

 

[A imagem é fanada deste filme]

 

 

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 11:56link do post | comentar

 

CHARLIE RIVEL.jpeg

 

 

 

"O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, apelou hoje ao combate à evasão fiscal a nível global, à margem da reunião do G20, marcada para Brisbane, na Austrália"

 

 

 

 

 

 


"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
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