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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Bruno Saraiva vs. Nuno Caravalho

por josé simões, em 27.09.16

 

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Se fosse um qualquer ministro era "a promiscuidade entre o jornalismo e o poder político", como é o presidente do Sporting a passar spin, antigamente conhecido como agit-prop, com o nome de "coluna de opinião", duas páginas de jornal, do jornal até há meses entidade patronal de Nuno Saraiva, actual responsável pela comunicação do clube, e a usar léxico, construção gramatical e semântica até hoje desconhecidas no discurso facebookiano e demais flash interviews trauliteiras de Bruno de Carvalho nos finais dos jogos e entrevistas mal-amanhadas em telejornais – uma revelação que surpreendeu até os mais desligados destas coisas do pontapé-na-bola, está tudo bem e não vem daí grande mal, nem ao mundo nem ao jornalismo, não necessariamente por esta ordem.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

O ódio dos sabujos e o revisionismo histórico

por josé simões, em 27.09.16

 

Fragment_du_Discours_sur_l’origine_de_l’inéga

 

 

Pessoas que apontam o ódio contra a liberdade nascido do fanatismo igualitário inspirado por Rousseau e materializado na mãe de todos os males do mundo moderno - a Revolução Francesa, também nos explicam que antes da dita cuja Revolução Francesa e antes do maldito-seja-o-seu-nome Rousseau tudo corria às mil-maravilhas na Europa, em geral, e em França, no particular; liberdade, igualdade e fraternidade, justiça social, educação e qualidade de vida, carga fiscal justa, tratamento digno para todos os súbditos [cidadãos é modernice revolucionária e adjectivo que se quer substantivo, logo subversivo], a normalidade a que os revolucionários vieram pôr termo, os revolucionários nascidos do nada, de geração espontânea, sem causas, só com efeitos e acima de tudo obstáculo epistemológico à evolução na continuidade.


Na imagem "Fragment du manuscrit du Discours sur l'origine et les fondements de l'inégalité parmi les hommes"]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 26.09.16

 

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Pedro Mota Soares, ministro do Governo que se propunha assegurar uma boa execução orçamental através do corte de 600 milhões de euros em pensões e reformas a pagamento, com o argumento da "sustentabilidade da Segurança Social", acusa o actual Governo de o conseguir por via de "645 milhões de euros cobrados a mais aos portugueses" [sic] no imposto sobre produtos petrolíferos [gasolina e gasóleo].


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

My name is Proença, João Proença

por josé simões, em 26.09.16

 

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«[...] é altura de reverter algumas das medidas que desequilibraram as relações entre trabalhadores e empresas, para que "a desregulação do estado de excepção não se transforme na nova norma". "É imperioso reverter as medidas com incidência na negociação colectiva tomadas no período da troika"


[...] sindicatos e aos patrões [devem empenhar-se] em credibilizar a negociação colectiva, dando provas da sua representatividade, para evitar que organizações a que chama "ultraminoritárias" negoceiem contratos que depois podem ser estendidos a todo um sector»


Relações laborais nas empresas estão em "profundo desequilíbrio"

 

 

 

 

A Doll for Syrian Child Omran Daqneesh

por josé simões, em 25.09.16

 

Omran Daqneesh.jpg

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

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Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 25.09.16

 

A capa da The New Yorker.jpg

 

 

A capa da The New Yorker

 

 

 

 

Fim-de-semana

por josé simões, em 25.09.16

 

You Are What You Is ~  Frank Zappa.jpg

 

 

Este fim-de-semana foi assim.


You Are What You Is ~ Frank Zappa


[7" vinyl]

 

 

 

 

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Uma boa oportunidade para ficar calado

por josé simões, em 24.09.16

 

Mário Soares PIDE.jpg

 

 

Quando se trata do Estado a meter o bedelho na vida de cada um há argumentos e há argumentos e há o peso da História no país que deu Salazar ao mundo e aos portugueses uma ditadura de quase 50 anos suportada numa polícia política e num argumento usado para a justificar.


Acesso do fisco a contas: "Quem cumprir as suas obrigações nada tem a temer", diz Costa

 

 

 

 

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A sério!

por josé simões, em 24.09.16

 

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Desde que em 2007 Paulo Portas foi à Madeira citar Auschwitz no Dia do Trabalhador que não acontecia nada de tão relevante na política nacional. A sério!


Costa usa definição de comunismo para descrever a sua sociedade ideal


[Imagem]

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 24.09.16

 

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[Daqui]

 

 

 

 

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Porque hoje é sábado

por josé simões, em 24.09.16

 

Colita Isabe Steva Hernández] La Zapatería 1962.

 

 

La Zapatería, Barcelona, 1962


Colita [Isabel Steva Hernández]

 

 

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.09.16

 

Thomas Michael Alleman.jpg

 

 

Durão Barroso, o português cuja nacionalidade não foi impedimento para chegar a presidente da Comissão Europeia, acusa a Comissão Europeia de discriminação por ser ele, um português, a "assinar" pela Goldamn Sachs.


[Imagem de Thomas Michael Alleman]

 

 

 

 

Coelho's profile

por josé simões, em 23.09.16

 

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Pedro Passos Coelho por ele próprio.


     Um empresário: Dias Loureiro
     Um escritor: José António Saraiva
     Um autarca: Isaltino Morais
     Um braço direito: Marco António
     Um BFF: Miguel Relvas


[Imagem]

 

 

 

 

Coisas absolutamente inadmissíveis

por josé simões, em 22.09.16

 

Wall-Street-Arturo Di Modica-Charging-Bull.jpg

 

 

Que os 1% mais ricos sejam "impostados" [como dizem os imbecis] de forma a proporcionarem uma existência mais digna a quem contribuiu ao longo de uma vida de trabalho para o seu acumular de riqueza.


Cinco anos depois a consciencialização chega ao canto mais ocidental da Europa.

 

 

 

 

O custo da democracia

por josé simões, em 22.09.16

 

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Que "a democracia tem um custo" vai ser o argumento a atirar à cara de quem está contra o fim das restrições ao financiamento público dos partidos, no país onde desde 2009 o sector privado tem os salários congelados ou sofre aumentos simbólicos entre os zero virgula alguns e o um por cento. Logo seguido do inevitável "populista!". E é precisamente por a democracia ter um custo que da parte dos partidos fundadores da democracia devia haver algum pudor e alguma prudência para não fomentar o aparecimento de populismos fora do sistema, agora que Paulo Portas se retirou, e que têm como objectivo último suspender a democracia.


[Na imagem Donald Trump by Scott Scheidly]

 

 

 

 

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