"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
22
Out 14
publicado por josé simões, às 22:39link do post | comentar

 

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O Ulrico, que é  Fernando, diz que aumento do imposto sobre a banca «é medida mal dirigida e mal justificada» porque «a maior parte dos bancos que operam em Portugal, ou têm prejuízo ou ganham muito pouco dinheiro», já a recapitalização do banco a que preside, maquilhada pelo ministro Gaspar das Finanças de enorme aumento de impostos, é bem dirigida e bem justificada porque a maior parte dos cidadãos que trabalha em Portugal, ou têm lucro ou ganha muito dinheiro e, como tal, ai aguenta, aguenta. Um rato de esgoto é isto.


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 19:37link do post | comentar | ver comentários (1)

 

O Homem Duplicado.jpg

 

 

Ao que Tertuliano Máximo Afonso [Paulo Portas] sujeita Daniel Santa-Clara [Paulo Portas] só para continuar a saltitar de aeroporto em aeroporto, de fato de corte italiano vestido e com um pin de ministro na lapela. Como diz o povo, um merdas.


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 18:58link do post | comentar

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 


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horatio csi.jpg

 

 

Nos episódios CSI a isto chama-se "cena do crime processada":


«Ministério do Emprego não encontra processos da ONG de Passos Coelho


Projecto para Angola que nunca saiu do papel está desaparecido. O fisco analisou em 2004 um pedido de isenção de IRC relacionado com o financiamento do CPPC. O autor deverá ter sido a Tecnoforma de que Passos era administrador.»

 

 

 

 


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As 18 horas do con[c]selho de ministros com o Orçamento do Estado para 2015 na capa da The New Yorker.

 

 

 

 


21
Out 14
publicado por josé simões, às 23:25link do post | comentar

 

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«Robert Wilson's Helmand photographs brought to UK streets»


What is it good for?
Absolutely nothing, say it again y'all

 

 

 

 

 

 


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«[...] que diploma foi esse que o Governo fez sair do Conselho de Ministros de 16 de Outubro?»


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 11:39link do post | comentar

 

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Depois do "Novo Rumo" de António José Seguro [paz à sua alma] ter proposto um tribunal especial para investidores estrangeiros, temos agora o Velho Rumo de Passos Coelho/ Paulo Portas a tentar bloquear o acesso dos pequenos contribuintes à justiça com mais uma inconstitucionalidade da praxe, um ranking dos contribuintes. Paga e não sacode água do pacote.

 

 

 

 


20
Out 14
publicado por josé simões, às 21:27link do post | comentar | ver comentários (2)

 

palhaço.jpg

 

 

E quando pensávamos que já tínhamos visto de tudo, eis senão quando, Pedro Passos Coelho, de cognome O Inconstitucional, depois de invocar a Constituição da República Portuguesa: «Se há coisa que eu não não gosto de fazer é ficção política».


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 19:55link do post | comentar

 

Dalton_Gang_memento_mori_1892.jpg

 

 

Em regime de "capitalismo financeiro" desregulado, inventado por Ronald Reagan e Margaret Thatcher, abençoado por Tony Blair e Gerhard Schröder, e idolatrado pelo Governo PSD/ CDS-PP, desde os milhentos de "assessores" e "especialistas", sanguessugas do erário público, que infestam os ministérios e as secretarias de Estado, até Pedro Passos Coelho e o vice-trampolineiro Paulo Portas:


«a queda livre das acções da Portugal Telecom foi acelerada por uma análise pessimista da Morgan Stanley, que é assessora da Altice na compra da... PT. CMVM não vê conflito de interesses»


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 18:31link do post | comentar

 

screen-shot-Nicolas-Consuegra.png

 

 

A maior rebaldaria na educação de que há memória desde os idos do PREC é «"grande sentido de responsabilidade" demonstrado pelo ministro da Educação, "ao querer assumir e corrigir" o problema, em vez de "sacudir a água do capote"».


Regista-se a hombridade de um incompetente em querer resolver um problema que inventou para um sítio onde ele não existia.


Só já faltam as passagens administrativas no final do ano para compensar a falta de professores ou a pouca matéria dada. "Só significa que acertei quando o escolhi para ministro da Educação".


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 11:29link do post | comentar

 

ébola tshirt.jpg

 

 

[Aqui]

 

 

 

 


19
Out 14
publicado por josé simões, às 22:15link do post | comentar

 

 

O Orçamento do Estado para 2015 na sociedade e na economia.

 

 

 


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Neneh Cherry - Buffalo Stance.jpeg

 

 

Este fim-de-semana foi assim.


Buffalo Stance ~ Neneh Cherry


[7" vinyl]

 

 

 

 


18
Out 14
publicado por josé simões, às 16:07link do post | comentar | ver comentários (1)

 

atomic explosion.jpg

 

 

Olhando para o nível de destruição no Estado e na administração pública, no Estado social, na saúde e na educação, na economia e nas empresas, nas famílias e na sociedade, provocado por 5 anos de Governo Pedro Passos Coelho/ Paulo Portas ou, se preferirem, PSD/ CDS-PP, 10 anos parece-me curto, excessivamente curto. Mas enganar-se nas contas, falhar metas e previsões, também é imagem de marca deste Governo.


Maria Luís Albuquerque: «Famílias, empresas e Estado vão levar 10 anos a voltar à normalidade».

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 12:05link do post | comentar

 

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Nunca mais se ouvia falar em Rui Rio até ao fim dos tempos. Mas como parece que o homem faz falta aí para umas coisas que hão-de vir, a next big thing, tipo dar credibilidade à política e aos políticos e ao PSD e à direita e tal [não necessariamente por esta ordem], no pasa nada!


[Imagem]

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 09:24link do post | comentar | ver comentários (1)

 

hilariouslyawesomemugs.jpg

 

 

[Daqui]

 

 

 

 


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Rio de Janeiro , ca. 1940. Thomaz Farkas.jpg

 

 

Rio de Janeiro , ca. 1940


Thomaz Farkas

 

 

 

 


17
Out 14
publicado por josé simões, às 20:17link do post | comentar | ver comentários (2)

 

 

 

Como é por todos sabido um verdadeiro católico, temente a Deus, crente em Nosso Senhor Jesus Cristo e obediente ao Santo Padre e à Santa Madre Igreja, só "lá vai" para fazer filhos.


O que os meritíssimos juízes do Supremo Tribunal Administrativo nos estão a dizer é que 50 anos e já passou o prazo, fechou a fábrica. Temos pena. E temos Fátima todos os anos duas vezes por ano, e o casal debaixo dos lençóis, e o pudor de ver o cônjuge nu, e o prazer vedado à mulher, e o prazer é fora de casa. Mantêm-te no teu lugar. Cala-te!


Pare os meritíssimos juízes do Supremo Tribunal Administrativo o poema do “Truca-Truca” que Natália Correia dedicou em 1982 ao deputado do CDS, João Morgado, durante o primeiro debate parlamentar sobre a interrupção voluntária da gravidez após ter afirmado que "o acto sexual é para fazer filhos".


Já que o coito – diz Morgado –
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou – parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão – diz o ditado –
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

 

 

 

 


publicado por josé simões, às 19:23link do post | comentar | ver comentários (1)

 

don corleone.jpg

 

 

O Sol¹ publica hoje excertos da gravação de uma reunião do conselho superior da família Espírito Santo. A peça arranca assim: «O aumento de capital do BES decorria e aparentemente tudo corria bem. Mas a holding do grupo estava em falência técnica há muito — mais de seis mil milhões de passivo — e os investidores queriam ser reembolsados. A família tenta tudo para arranjar capital.»


Durante a reunião, os presentes tomam conhecimento de que a Procuradoria-Geral da República do Luxemburgo tinha acabado de anunciar que três sociedades do Grupo Espírito Santo com sede no grão-ducado estavam sob investigação. A reacção de Ricardo Salgado dá uma ideia do ambiente que se gerou na sala: «Isto agora vai piar mais fino, temos aqui um problema sério. Pode ser dramático para o BES. Vai ser muito difícil segurar o grupo nestas circunstâncias».


Impunha-se uma actuação mais célere. André Mosqueira do Amaral defende a necessidade de uma linha de crédito extraordinária, que só poderia vir de um auxílio público. Sugere para tanto que uma comitiva do clã faça «um pedido de ajuda às autoridades», numa «narrativa de humildade».


Mas a situação de emergência obriga a saltar formalidades. Decide-se que Ricardo Salgado telefone ao governador do Banco de Portugal para que este convença a Caixa Geral de Depósitos a abrir os cordões à bolsa. Carlos Costa não aceita apoiar a iniciativa, com justificação de que era preciso evitar o contágio do sistema financeiro.


É então que José Manuel Espírito Santo sugere baterem a outra porta: «O Moedas, o Moedas! Eu punha já o Moedas a funcionar». Salgado liga-lhe no mesmo minuto: «Carlos, está bom?» Pressuroso, o então secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro pôs-se mesmo a funcionar: diz a Salgado que não só se predispõe a falar com o presidente da CGD como vai tentar pô-lo em contacto com o ministro da Justiça do Luxemburgo, de quem é «amicíssimo». O telefonema acaba com Ricardo Salgado a agradecer ao Moedinhas: «Obrigado, Carlos, um abraço».

 

Acontece que a ordem de trabalhos da reunião do conselho superior da família Espírito Santo continha um outro ponto explosivo: a sucessão de Ricardo Salgado. Na abertura dos trabalhos, o então presidente do BES leu uma carta que havia enviado, a 31 de Março, ao governador do Banco de Portugal. Nessa carta, que, segundo o Sol, estava escrita «num tom claro de chantagem», alertava-se para «os riscos sistémicos» que o banco e a banca portuguesa enfrentariam se a família fosse afastada da governação do BES antes do aumento de capital — que só terminaria a 9 de Junho.


Foi então que Ricardo Salgado fez questão de recordar aos presentes que «tem acesso a uma rede de contactos políticos conceituados». «Essa carta li depois ao presidente da República, ao primeiro-ministro, à ministra das Finanças e ao José Manuel Durão Barroso».


A reunião do conselho superior da família Espírito Santo decorreu no dia 2 de Junho de 2014.


À luz deste relato da reunião, como é que o Presidente da República, o alegado primeiro-ministro, a ministra das Finanças, «o José Manuel Durão Barroso», «o Moedas» e o governador do Banco de Portugal puderam depois continuar a sustentar que o BES estava sólido? E como é que Cavaco Silva pôde afirmar e reafirmar que apenas teve acesso a informação através de Passos Coelho?


[Miguel Abrantes, Câmara Corporativa]


_________
¹ A Newshold de Álvaro Madaleno Sobrinho controla o i e o Sol, que estão a sobreviver à custa do caso BES.

 

 

 

 


"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
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