"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
25
Abr 14
Por josé simões, às 08:32 | comentar

 

 

 

Grândola Vila Morena – José Afonso         

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 00:01 | comentar | ver comentários (2)

 

 

 

[Imagem fanada no insta coise do Ai Weiwei, que nunca mais vê chegar o "25 de Abril"]

 

 

 

 

 

 


24
Abr 14
Por josé simões, às 18:24 | comentar

 

 

 

«The internet is a CIA project»

 

[Imagem fanada do Stalin Moustache]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 12:37 | comentar | ver comentários (1)

 

 

 

«Banco de Portugal denuncia farsa nas exportações». Não há propaganda que resista...

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 08:28 | comentar

 

 

 

e depois do adeus – Paulo

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 


23
Abr 14
Por josé simões, às 18:20 | comentar | ver comentários (1)

 

 

 

Depois de encerrar escolas, centros de saúde, tribunais e repartições de finanças, o Governo avisa que o «novo QREN poderá ter concursos para beneficiar zonas com menos população». "Poderá" que é diferente de terá.

 

Diz que também está a ponderar a possibilidade de haver igualmente "medidas de discriminação positiva" nos processos de licenciamento de projectos. "Ponderar" que é diferente de adquirido.

 

E também diz que há a hipótese de "majorar positivamente" as zonas com menos população. "Hipóteses" que é diferente de decidido.

 

E que "poderá" e "ponderado" e "hipótese" depois, vai definir "uma taxa de comparticipação maior" para os projectos, de forma a captar investimentos nas regiões desertificadas, como se alguém no seu perfeito juízo fosse investir o que quer que seja numa região desertificada de escolas, de centros de saúde, de tribunais, de repartições de finanças e de gente.

 

[Na imagem estação de metro em Berlim, de autor desconhecido]

 

Adenda: Também diz que se construíram para aí umas estradas e uns equipamentos públicos, faltaram os aeródromos e os aeroportos malgrado a formação dada para futuros controladores [esta parte digo eu], mas que não serviu para nada disso da coesão nacional e territorial. Serviu para as pessoas se pirarem mais rápido, depois da "hipótese" e do "ponderado".

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 11:59 | comentar | ver comentários (2)

 

 

 

«Conselho de Finanças Públicas. Encargos com as PPP subiram mais de 50% em 2013»

 

 

O Mestre:

 

«Passos Coelho afirma que encargos anuais com PPP já baixaram»

 

Os papagaios:

 

«Luís Montenegro […] pediu que fizesse um "ponto de situação" da renegociação das parcerias público-privadas»

 

«Portugal viveu uma perversão da democracia que não podemos deixar repetir. Foram as PPP, as SCUT, os institutos públicos e as fundações, a desorganização sistémica de um executivo que viveu de festa em festa, deixando a factura para outros pagarem»

 

«Aquilo que se espera e de que estamos nós, PSD, convictos, é que o Governo está a tomar as medidas necessárias, nomeadamente também na área das parcerias público-privadas para inverter essa trajectória»

 

O Vice-Mestre:

 

«Quando estou fora de Portugal tenho como principio não comentar assuntos concretos da política interna»

 

Os vice-papagaios:

 

«Quanto aos encargos com as Parcerias Público-Privadas (PPP), João Almeida dirigiu-se ao deputado socialista Pedro Marques para considerar que "não é rigoroso -- para não dizer que não é sério -- dizer que aumenta o pagamento das PPP neste orçamento»

 

«O deputado Hélder Amaral intervém durante a audição do secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, na Comissão de Economia e Obras Públicas, sobre a introdução de novas portagens e os planos de redução de encargos com as parcerias público-privadas»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 08:24 | comentar

 

 

 

A Internacional – GAC, Vozes na Luta

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 


22
Abr 14
Por josé simões, às 18:36 | comentar | ver comentários (7)

 

 

 

O homem com mais tempo de vida política activa nos 40 anos que levamos de democracia, toda ela assente numa rede de intrigas [juro que não vou entrar pelas intrigas no backstage para alcançar a liderança do partido, conveniente enfabuladas por uma rodagem do carro como quem não quer a coisa, até à mais recente inventona das escutas a Belém], crispações com as outras forças políticas [a queda do Governo do Bloco Central e depois as mui célebres "forças de bloqueio", "deixem-nos trabalhar"], insultos à inteligência dos seus co-cidadãos e a promoção da destruição da agricultura e pescas do país nos anos de ouro dos fundos comunitários, faz um upgrade da velha máxima salazarenta "a minha política é o trabalho" e truna e mistura deliberadamente o campo das empresas com o campo da política [malgré a história do PPD, primeiro e do PSD, depois, ser toda ela feita de uma promiscuidade entre empresas e política] para passar recados aos políticos, para se pôr de fora, ele que não é político, para apagar o seu passado de político que nunca foi político:

 

«são as empresas "e não as intrigas, as agressividades, as crispações, os insultos entre agentes políticos, que promovem o crescimento económico, a criação de emprego e a conquista de novos mercados.

 

As empresas são tudo isso, crescimento económico, criação de emprego, conquista de novos mercados e também agressividade, muita, crispações, muitas, e insultos, dentro de portas, fora dos holofotes mediáticos. E a política é isso tudo também, e é disso tudo que nascem as diferenças e as alternativas.

 

Salazar não diria melhor.

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 17:38 | comentar | ver comentários (2)

 

 


Por josé simões, às 12:41 | comentar | ver comentários (2)

 

 


Por josé simões, às 09:19 | comentar

 

 

 

OIT, Festival Ibero Americano

 

Amor Sem Palavras – Paulo de Carvalho

 

Amélia Dos Olhos Doces – Carlos Mendes

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 


21
Abr 14
Por josé simões, às 23:05 | comentar

 

 

 

Um sindicato que represente menos de 30% dos trabalhadores do sector pode assinar um contrato colectivo de trabalho que vai valer para todos os trabalhadores de todas as empresas, médias, pequenas ou grandes, desse mesmo sector.

 

Uma central sindical que represente 30%, ou se calhar ainda menos, dos trabalhadores e que é onde os sindicatos que assinaram o contrato colectivo de trabalho e que representam menos de 30% dos trabalhadores estão agregados, pode assinar, em sede de Concertação Social, um Código do Trabalho que vai servir de "Bíblia" a todos os trabalhadores, seus filiados ou não, sindicalizados ou não, filiados noutra central sindical ou não.

 

As portarias de extensão – «que na prática alargam os efeitos de uma convenção a todo um sector, garantindo a sua eficácia» – só vão poder ser publicadas quando a associação patronal que assinou a convenção em causa represente mais de 50% dos trabalhadores de um sector.

 

Viva!

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 17:41 | comentar

 

 


Por josé simões, às 12:30 | comentar

 

 


Por josé simões, às 09:12 | comentar

 

 

 

Aos Amores – Sérgio Godinho

 

[LP, vinyl]

 

 

 

 

 

 


20
Abr 14
Por josé simões, às 21:32 | comentar | ver comentários (1)

 

 

 

 

[Clicar na imagem] Concentration of people supporting the most popular club.

 

Diga trin-ta-e-três.

 

[Via]

 

 

 

 


Por josé simões, às 19:58 | comentar | ver comentários (2)

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

Marcha dos Campeões ~ Conjunto Sem Nome

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

 

 


Por josé simões, às 10:46 | comentar

 

 

 

Um opinion maker é alguém que, em futebolês, "antecipa a jogada", ou, em linguagem TV Globo, dá um cheirinho nas "cenas dos próximos capítulos", ou um opinion maker é alguém que contra as opiniões mais avisadas e por cegueira ideológica, acriticamente, aposta as fichas todas no mesmo número e depois vem chover no molhado a apontar os erros, quase sempre só erros, ao número no qual apostou as fichas todas contra as opiniões mais avisadas?

 

Na comunicação social portuguesa, por incrível que pareça, são os dois, sem que haja uma diferença entre opinion maker e comentador e paineleiro, de membro de painel. Os jornais ditos de referência – Diário de Notícias, Público, Expresso, as televisões, mais as no cabo do que as em sinal aberto – SIC Notícias, RTP Informação, TVI 24, estão pejadas deles, de quem se curvou até beijar o solo sagrado e cantou hossanas à next big thing da política nacional, Pedro Passos Coelho, que é o que está, aqui e agora, em questão e agora não perde uma oportunidade para malhar no dito cujo e ainda que o Governo não tem visão estratégica nem antecipa cenários, leram bem, não antecipa, sem um pingo de vergonha na cara nem um cadinho de autocrítica na boca pelo desempenho do papel de idiota útil. E são pagos, bem pagos, para isso e ainda linkados na bloga no feice coise e RT’s, muitos, no tuita. Olé!

 

[Imagem fanada no insta coise do Nicholas]

 

 

 

 

 

 


19
Abr 14
Por josé simões, às 21:33 | comentar

 

 

 

Taxa-se, por exemplo, a cerveja a pretexto… não interessa o pretexto porque para este Governo todos os pretextos para taxar são bons e quando não há pretexto inventa-se um. A taxa reflecte sobre o consumidor no preço a pagar. O consumidor retrai-se e deixa de comprar ou passa a comprar menos. Como o consumidor não compra, ou compra menos, a fábrica não produz. Como a fábrica não produz, por falta de procura, faz o ajustamento interno e despede trabalhadores e/ ou rescinde contratos de trabalho. Aumenta o número de desempregados a receber subsídio na proporção exacta ao número de empregados que deixa de descontar para a Segurança Social. Como o número de desempregados a receber subsídio aumenta reduz-se o valor do subsídio a pagar e a sua duração temporal. Como o consumo sofreu uma queda, por via da taxa, os hipermercados, supermercados e pequeno comércio deixam de vender. Algum pequeno comércio [bares, restaurantes] despede empregados ou fecha portas, não só porque o preço do produto aumentou mas também porque há mais gente a receber menos e um desempregado tem mais onde gastar dinheiro do que andar por aí a comprar e a beber cervejas. Mais gente a recorrer ao subsídio de desemprego. Como o comércio não vende o volume de impostos a recolher pelo Estado baixa consideravelmente. Para substituir os impostos que o Estado deixou de arrecadar o Governo cria uma nova taxa. Se calhar sobre o ar que se respira. Até uma criança percebe, excepto estas crianças que se entretêm nas artes da desgovernação de um país.

 

 

O que o ministro pensa ou deixa de pensar, diz ou deixa de dizer vale tanto quanto fiador na praça, é apenas mais um verbo-de-encher cúmplice na destruição da economia e do país.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 


"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
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